Avisos


Não esquecer de colocar a crónica de amanhã em prol do trânsito.

Bispos dizem que democracia está em risco

A Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) diz que “a política internacional não pode reduzir-se, nem muito menos submeter-se, a obscuros jogos de capital que fariam desaparecer a própria democracia”.

Ai que alguém já não vai comungar no domingo… ou então leva uma penitência de palmo comprido…

vem aí o FBI

Esta ausência de efeitos só é válida para os professores do quadro. Aos docentes que são contratados anualmente está vedada a progressão na carreira, mas os seus contratos só podem ser renovados se tiverem sido avaliados. Os resultados da avaliação contam para efeitos de gradação nos concursos. Um “Excelente”, por exemplo, poderá levar a um salto de 500 lugares, como sucedeu no concurso do ano passado. Muitos dos docentes que pediram aulas assistidas são contratados. Mas se a suspensão do actual modelo for promulgada, a avaliação que contará para efeitos de concurso já não será esta, mas sim a que vier a vigorar transitoriamente. Ou seja, o relatório de auto-avaliação.

Um relatório de auto-avaliação é avaliado pela competência de quem?

O ministro da Agricultura apresentou esta terça-feira a campanha «Previna-se e Viva», que passa por recomendar à população que guarde alimentos na despensa e numa mochila de emergência para responderem a situações de crise.

Reinserção Social: «Há muita violência no espaço escolar»

A diretora geral de Reinserção Social, Leonor Furtado, disse hoje que os jovens são violentos, utilizam armas de fogo e brancas, sendo o espaço escolar um local onde há «muita violência».

Aconteceu-lhe alguma coisa. Ou vai acontecer.

Correia de Campos, ontem, no Acção Socialista Económica, desculpem, no Diário Económico:

O futuro governo terá que continuar a luta contra a crise, concluir as reformas inadiáveis (Administração Pública, Justiça), rever a parte controversa de uma das mais decisivas, a da Educação, prosseguir na modernização da Universidade, associando-a obrigatoriamente à investigação e à criação de empresas. Como afirmava, esta semana em Bruxelas, numa comissão do Parlamento, o ‘chairman’ do Instituto Europeu de Tecnologia e Inovação, prof. Schuurmans, a universidade europeia durante cem anos preparou empregados, tem que passar agora a preparar empregadores, pessoas com iniciativa para criarem PME e inovarem. A “transposição” desta “directiva”, já iniciada com Mariano Gago, tem que prosseguir sem desfalecimento e sem ceder aos cantos de sereia dos que acham que o corpo deve ter sempre mais alimento que o espírito.

Os cenaristas que chegam a imaginar o impossível para acalentar o seu coração dilacerado, bem podiam começar a pensar nas aproximações. Como é que se monta uma avaliação de professores, paralela à de todos os funcionários, embora com especificidades, sem alimentar ameaçadores corvos, ruidosos, luzidios e organizados para a predação? Como é que se garante o cumprimento inevitável de um limite ao défice, sem carga fiscal nem sacrifício aos mais atingidos pela crise? Como é que se constroem legítimos direitos à diferença, nas uniões de facto e entre pessoas com diferente orientação sexual, sem antagonizar patrimónios culturais colectivos?

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