Auto-Avaliação


O documento que se segue circulou hoje para recolha de assinaturas. Entretanto consta que houve uma assinalável inversão de marcha na atitude da Directora em relação aos colegas, o que se saúda vivamente.

PETIÇÃO AO CONSELHO GERAL TRANSITÓRIO

Ex.ª Sra. Presidente
do Conselho Geral Transitório
da Escola Secundária do Castêlo da Maia

Um grupo de professores da Escola Secundária do Castêlo da Maia, abaixo assinados, vem solicitar a intervenção do Conselho Geral Transitório, no âmbito das suas competências, no sentido de tentar obter uma normalização do ambiente que se tem vivido entre a comunidade docente e a Direcção, resultante do conturbado processo de avaliação do desempenho docente que atingiu todo o país, como é do conhecimento público.

Procurando sintetizar o mais possível o assunto desta petição, não podemos, todavia, deixar de tecer alguns considerandos, que julgamos indispensáveis ao bom esclarecimento de todo este Conselho, dada a muita desinformação que tem poluído as vias de comunicação.

1) Qualquer análise do processo, mesmo sumária, permite concluir que a avaliação do desempenho docente, no período que agora chega a termo, fracassou. Vícios graves na legislação inicial (alguns dos quais a tutela, a custo, reconheceu e emendou), alteração de regras a meio do percurso, acrescentamento de exigências que a lei não previa, são alguns dos factores que complicaram tudo até ao fim, em todas as escolas. Podemos concluir que aquilo que vai ser feito não será, em caso algum, uma avaliação de desempenho digna dessa designação. Poderá ser, talvez, uma farsa disso mesmo, se lhe respeitar a forma, isto é, se forem produzidos documentos suficientes para que se pareça com uma avaliação de desempenho.

2) Os signatários deste documento sempre reconheceram a maior pertinência em que se proceda à avaliação do seu desempenho, bem como a necessidade de reformular essa avaliação, fundamentando-a em critérios científicos. A avaliação deve ser uma prática corrente nas escolas e deve decorrer em ambiente de tranquilidade, não perturbando, mas sim potenciando a actividade didáctica. Consideram a avaliação como um direito, dado que ela poderá cumprir o papel de uma certificação da qualidade do seu trabalho.

3) No impasse criado, o Ministério da Educação optou por delegar nas escolas a iniciativa dos procedimentos que considerassem mais adequados, o que acarretou desigualdades gritantes entre escolas, no que se refere às exigências referentes à avaliação do desempenho. Estas desigualdades não podem deixar de gerar situações de injustiça nos futuros concursos de professores, bem como na distribuição de serviço.

4) Por outro lado, se houve escolas cujas direcções adoptaram procedimentos simplificados, de forma a cumprir a lei sem penalizar quem quer que fosse, em outras, como a nossa, foram adoptadas medidas que vão além do que a lei estipula, o que criou constrangimentos e gerou tensões entre professores e entre estes e a Direcção.

5) Relativamente ao que na nossa escola se tem passado, parece-nos necessário informar que:

5. 1) Nenhum professor desta escola desrespeitou os normativos legais sobre avaliação, apesar de a grande maioria os contestar. Em particular, todos entregaram as fichas de autoavaliação previstas na lei.

5. 2) A Direcção, ao tentar formatar os termos em que a autoavaliação deveria ser feita, para além do que a legislação prevê, ultrapassou a própria Comissão de Coordenação da Avaliação de Desempenho Docente da nossa escola, que sobre esse assunto nunca produziu qualquer orientação.

5. 3) Mais do que qualquer outro documento, a autoavaliação é da exclusiva responsabilidade de cada professor, sendo talvez essa a razão pela qual não se afigurou legítimo ao legislador estipular mais do que um conjunto de questões que deveriam ser respondidas pelo professor avaliado.

Os professores abaixo assinados, independentemente da diversidade de atitudes que assumiram ao longo do processo, consideram extremamente penalizador para todos o ambiente que se criou e receiam que o mau clima que ensombra este final de ano lectivo na nossa escola venha a comprometer um saudável início do ano lectivo próximo.

Num apelo às superiores competências do Conselho Geral Transitório, solicitamos a vossa intervenção, no sentido de garantir que nenhum professor seja penalizado neste processo, desde que tenha cumprido com o preceituado na lei. Este apelo decorre da evidência de que qualquer penalização, a acontecer, decorreria de factores extrínsecos ao desempenho docente, o qual deixou, e há muito tempo, de estar em causa.

Escola Secundária do Castêlo da Maia,

20 de Julho de 2009

O director da escola secundária Alves Redol em Vila Fgranca de Xira adiou a entrega da autoavaliação para dia 31 de Julho de 2009. Porém, soube da existência de escolas da mesma terra (Reynaldo dos Santos e Vasco Moniz) e de S. João da Talha onde essa entrega pode ser feita até dia 2 de Setembro.

Não consigo perceber tanta arbitrariedade neste processo. Será que alguém me pode explicar o que se está a passar com esta disparidade de datas de entrega do mesmo documentos datas totalmente diferentes, sendo este um documento tão decisivo para a avaliação dos docentes?

Muito atenciosamente

Alguém muito confuso com todo este processo!

Por mail, com pedido de anonimato.
Sou docente no Agrupamento Vertical de Escolas de Canedo no condado da DREN  Gostaria de referir alguns aspectos “interessantes” na ADD por aqui.
O sr. director resolveu chamar, nos últimos dias, todos os professores/educadores ao seu gabinete para explicarem as evidências daquilo que referiram na FAA. Esta atitude tem causado mal estar e revolta de alguns professores.

Informação chegada mesmo agora por mail:

Escola Secundária Ferreira de Castro – Oliveira de Azeméis
Permitida a entrega dos objectivos individuais até ao prazo limite da entrega da auto-avaliação, ou seja, 15 de Julho.

Se quiserem mandar para mim (guinote2@gmail.com), também agradeço muito, sempre sabendo que a privacidade está mais do que garantida a quem não quiser divulgar os seus dados.

Caros Colegas!

Estou a reunir todo um conjunto de informações que mostre as ilegalidades, injustiças, arbitrariedades, penalizações decorrentes da aplicação deste aberrante modelo de avaliação dos professores, por forma a podermos bani-lo.
Deste modo, peço-vos que enviem para o seguinte endereço electrónico
o nome de Escolas onde tenham ocorrido uma destas situações:
  • Escolas onde os professores que não entregaram os O.I. foram avaliados.
  • Escolas que permitiram a entrega dos O.I. depois de terminadas aulas do 3º período.
  • outras tipo de ocorrências.
NOTA: Será importante referir o nome da Escola/Localidade/e o tipo específico de ocorrência.
Obrigada pela colaboração conjunta!
Célia Tomás (Escola Sec. de Odivelas)

Expresso 18.07.2009

Expresso, 18 de Julho de 2009, p. 2.

O problema nem é a penalização. é a total ausência de critérios a nível local ou nacional para o que se está a passar. Consta que em Odivelas mesmo os professores classificados o foram sem qualquer instrumento de referência para o estabelecimento das ditas classificações. Pura e simplesmente não há quaisquer indicadores pelos quais se possam entender as classificações.

E isto é só o aperitivo…

O que dizer de um elemento de uma CAP (não, não é de Santo onofre, esta soube-a há pouco pela interlocutora na conversa tida há uns tempos) que definia o 1º ciclo de avaliação como o período em que eram avaliados os professores do 1º ciclo?

As escolas mais apressadas e que antes do ano lectivo estar acabado já concluíram a avaliação do desempenho dos docentes neste mesmo ano começam a aparecer pelas piores razões.

Não bastava o caso já divulgado de Odivelas e chega-me a documentação da Secundária do Castêlo da Maia em que a respectiva Directora, Paula Romão, decidiu comunicar que não consideraria para avaliação a ficha de auto-avaliação dos colegas que não entregaram os OI.

Como hoje é dia de muita novidade, guardo para amanhã o documento em causa, datado de dia 15 de Julho e que é uma exemplar demonstração de falta de fundamentação da decisão tomada.

O que eu gostava de saber é o que prometeram em matéria de apoio a estas pessoas para elas se chegarem à frente numa tomada de decisão que acabará naturalmente rebatida nos tribunais, assim estejam esgotados as possibilidades de recurso ao nível interno do ME.

Porque isto vai acabar muito mal, desde a total desautorização deste(a)s líderes de nova geração até a um ainda maior agravamento do ambiente das escolas, passando pela quebra total de confiança entre grande parte do corpo docente e o seu órgão de gestão.

Eu sei que nesta matéria quanto pior, melhor, mas custa-me ver o descalabro que se adivinha por aí…

Por estes dias vai-se ouvindo de tudo, desde o Director super-adesivado das minhas paragens que ameaçou que, custe o que custar os dois colegas que não entregaram OI na sua escola terão de perder os dois anos de progressão na carreira, até à Directora que diz receber todas as autoavaliações mas classificará com Insuficiente os colegas que não entregaram os OI.

A novidade mais recente chegou-me por mail e reza assim:

Acabei de saber, por informação da presidente do Conselho Pedagógico (directora), que a autoavaliação dos professores que não entregaram objectivos individuais, terá que ser enviada, obrigatoriamente, para a DGRHE.

Mas pasme-se quem disse que era assim: uma formadora, que, perante os srs.  directores, mandatada pela própria DGRHE, verbalmente (!?) fez impor esta ideia!

ALEA JACTA EST!

E lá foi a ficha com os parâmetros todos em branco e trancados à excepção do último, o 15º, em que segue este texto que acabei por fazer à última hora…

A minha postura tornou-se um imperativo ético.
Não posso ser conivente com um processo de avaliação mal concebido e desqualificado desde o início, baseado num ECD com o qual não concordo (quotas? como para o leite das vacas dos Açores?, divisão dos profs em categorias de “titulares” e ” os outros”, baseados em parâmetros que todos sabemos bem quais são, …).
A minha consciência ainda não está embrutecida pela ganância, ânsia pelo poder, cobiça, e, na maioria dos casos, pelo medo.
Medo de quê. Na pior das hipóteses, de ser despedida… Pois se nem da morte tenho medo…
Foi pelo medo, pela coerção, pela propaganda insidiosa de boatos de procedimentos disciplinares que se foram avolumando até se tornarem ameaças verbais (mas nunca escritas), da eventual perda de dois anos de tempo de serviço (os que estariam em avaliação, afinal são dois e eu só me posso auto-avaliar, pelos últimos 6 meses + ou-, ou seja, a partir da data em que foi aprovado o PEE), que se foi instalando o medo.

Talvez tenha sido também pelo facto de se ter gerado a impressão de que a justiça, no nosso país, está em crise, está pela hora da morte, definha e nem se mexe. É natural. A corrupção activa e passiva floresce. Nada acontece. Mesmo quando detectada não é punida.  Invertem-se os pólos. Nada acontece. Punam-me então a mim, que cumpri a lei, e está certo, é coerente.

Neste atropelo de tudo o que é moral, a minha consciência não mais me permite fazer senão protestar como posso. Foi em objecção de consciência que entreguei a ficha de auto-avaliação preenchida apenas no parâmetro 15 com o texto “Da minha auto-avaliação”, em prol de valores de justiça, democracia, ética profissional e com a verdadeira esperança de que de facto se cumpra a lei e os princípios da constituição.

Sugeri ainda sugiro que se suspenda este modelo de avaliação de desempenho e elabore um outro, com a participação de todos os interessados, devidamente testado, correcto do ponto de vista legal e constitucional, justo e valorizador da função docente e da escola pública.

Acabo a minha diatribe com duas peças que me agradaram ler e que reenvio com prazer. Uma foi com a ficha de AA.

Porque os outros se mascaram mas tu não
Porque os outros usam a virtude
Para comprar o que não tem perdão.
Porque os outros têm medo mas tu não.
Porque os outros são os túmulos caiados
Onde germina calada a podridão.
Porque os outros se calam mas tu não.

Porque os outros se compram e se vendem
E os seus gestos dão sempre dividendo.
Porque os outros são hábeis mas tu não.

Porque os outros vão à sombra dos abrigos
E tu vais de mãos dadas com os perigos.

Porque os outros calculam mas tu não.

Sophia de Mello Breyner Andresen

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“A Água”

(ok, politicamente correcto, decidi não incluir, mas já sabem qual é, é o que acaba em sinónimo de pregador, depois de utilizar extensivamente o luso vernáculo)

Bocage

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(Clicar para aumentar)

Não são já isolados os casos que vou sabendo de escolas e agrupamentos em que se recomenda que o conteúdo da ficha de auto-avaliação reporte ao cumprimento dos objectivos individuais definidos em Janeiro, Fevereiro, Março, Abril ou quando calhar de 2009.

O que significa que, em muitos casos que vou sabendo, o período em causa seja, na melhor das hipóteses, o presente ano lectivo, ignorando-se tudo sobre 2007/08.

Isto faz sentido de acordo com a lógica do tubérculo emanada de forma envergonhada do Ministério, via DGRHE, DRE e Conselho de Escolas, segundo a qual o preenchimento da ficha de auto-avaliação deve resultar da análise do cumprimento ou não dos objectivos definidos.

O que me interrogo é se, desse modo, o único período de trabalho que interessa é, digamos, de Fevereiro a Junho de 2009, embora a avaliação seja oficialmente feita para ciclos de dois anos?

Nesse caso todo o trabalho de Setembro de 2007 a Janeiro de 2009 foi para deitar fora?

É esta uma avaliação rigorosa que permite aferir o mérito dos profissionais?

Pelos visto, para o ME, basta analisar 25% do tempo do ciclo de avaliação. O resto é todo um enorme buraco negro de não-existência.

Mas se assim é, que justificação existe para penalizar em 2 anos quem não entregar uma ficha de auto-avaliação que reporta a 5 meses de trabalho, ou 4 meses, ou mesmo menos, pois há quem a aceite já umas horas antes da dita ficha? Ou minutos, desde que a data oficial seja anterior?

É esta situação que – entre outras que vão surgir – urge denunciar com clareza:

Não é legítimo, e julgo que juridicamente também não, considerar que seja feita a classificação de dois anos do trabalho dos docentes com base em documentos e evidências que incidem apenas sobre um quarto ou um quinto desse tempo.

E tudo isto porquê? Por causa dos famigerados OI definidos a acabar o ciclo de avaliação, sem uma base jurídica consistente para serem exigidos em tal momento, mas que funcionaram como mero teste táctico do ME no seu confronto com os professores.

Agora temos uma avaliação feita sobre alguns meses de trabalho, com efeitos sobre dois anos de carreira.

Isto é o equivalente a avaliar o trabalho de um aluno ao longo de um ciclo de escolaridade, apenas com base no 3º período do último ano.

O grupo dos 13 e o colega Almeida Santos que preside ao Conselho de Escolas, mais o cortejo adesivado deste modelo de avaliação concorda?

Ah… já me ia esquecendo, a maior parte deles agiu à margem da lei que afirmam ser para cumprir (batendo palmas a Jorge Pedreira) e nem sequer aceitou a mudança de regras do simplex2, portanto… se calhar até reportam a 8 meses de trabalho.

Paulo.
A minha irmã, (…) recebeu hoje em carta com aviso de recepção, da parte do director da escola dela. Ela não entregou OIs mas entregou a FAA.
Transcrevo-te o mail que ela me enviou.

Digitalizei o que considerei essencial. O conteúdo e data da queixinha, o conteúdo e a data da resposta. Atenda-se que o Sr. Director ainda não disse o que vai fazer mas apenas se escudou na resposta da Direcção Regional. Como Director tem autonomia para decidir por ele. Os documentos já estão na FNE. Vão accionar o serviço jurídico. Pelo que sei, até agora, só [duas escolas] levantaram problemas. Foi sugerido primeiro tentarmos conhecer a sua decisão e só depois agir em conformidade.

E agora o material em causa, com origem na DREA:

Auotoavaliacao


Da reunião de 8 de Julho do Conselho de Escolas. Para comprovar a veracidade do que em seguida transcrevo, fica aqui o ficheiro recebido com papel timbrado e certificado do CE (Memorando_Reuniao_8_Julho). Chegou anonimamente, mesmo anonimamente, com um comentário delicioso. Curtinho, mas que agradeço. Contrarie sempre meu(minha) caro(a).

Atenção, muita atenção às partes em bold. Como se vê, as informações antes aqui divulgadas têm total fundamentação, mesmo se escassa fundamentação legal. Isto vai dar muita, masmesmo muita confusão.

Eu se fosse a MLR e ao Conselho de Escolas começaria já em marcha-atrás.

CE8Julho

MEMORANDO

REUNIÃO DE PLENÁRIO DO CONSELHO DAS ESCOLAS DE 8 DE JULHO DE 2009

Realizou-se, no dia 8 de Julho de 2009, em Caparide, uma reunião plenário do Conselho das Escolas, na qual foram abordados os seguintes assuntos:

  1. Avaliação do desempenho docente.
  2. Apresentação de “portfolio” de apoio à auto-avaliação das escolas.
  3. Organização do ano lectivo 2009-2010.

A reunião contou com as presenças da Exma. Senhora Ministra da Educação e Exmo. Senhor Secretário de Estado da Educação (pontos 1 e 3) e do Sr. Inspector Hélder Guerreiro, da Inspecção-Geral de Educação (ponto 2).

Face às interrogações e observações dos Conselheiros, foram esclarecidos os seguintes aspectos:

  1. Avaliação do desempenho docente

1.1 A entrega de ficha de auto-avaliação decorre da prévia apresentação de objectivos individuais para que se possa proceder à avaliação do desempenho.

1.2 Compete às escolas, no âmbito da sua autonomia, resolver os problemas que possam surgir na operacionalização da avaliação, sem prejuízo da aplicação do quadro legal vigente.

1.3 Não existe qualquer enquadramento legal para a transferência de quotas entre subgrupos de avaliados.

1.4 O modelo de avaliação do desempenho docente será ajustado em Agosto, conforme memorando de entendimento.

1.5 Será publicada, oportunamente, legislação referente à avaliação dos Presidentes e Vice-Presidentes dos Conselhos Executivos.

Foi solicitado que os resultados da avaliação do desempenho do presente ano não contabilizem para efeitos de concurso.

  1. Foi apresentado um portfolio digital de apoio à auto-avaliação das escolas, pelo Sr. Inspector Hélder Lopo Guerreiro, Coordenador da Avaliação Externa (Inspecção-Geral de Educação).

Instrumentos de Apoio à Auto-Avaliação das Escolas (website – http://www.ige.min-edu.pt)

Projectos e actividades da IGE

Projectos I&D

Teses

Portefólio de legislação e normas

Informação Eurydice

Links

(website dinâmico – gtaa@ige.min-edu.pt)

Organização de actividades diversas

Colaboração em iniciativas diversas (Conselho das Escolas)

  1. Organização do Ano Lectivo

– Mantém-se despacho Organização do Ano Lectivo do ano transacto.

– Assessorias – foram acolhidas as seguintes propostas do Conselho das Escolas:

– Crédito global de horas, em função do número de alunos e da oferta educativa, para serviços da área pedagógica, ou para a prestação de serviços técnicos em áreas contabilística, jurídica, informática, financeira ou de psicologia. Número de horas a atribuir a professores, ou, quando não utilizadas, a transformar em equivalente financeiro, calculado pelo índice 245, para pagamento dos serviços atrás indicados: até 800 alunos – 11horas; entre 800 e 1200 alunos – 16horas; mais de 1200 alunos – 22horas. As escolas com CNO, Cursos EFA e Profissionais ou as que têm CNO, Cursos EFA e CEF têm um acréscimo de 4 horas.

As escolas que necessitam de pequenas reparações, em resultado da implementação PTE, podem solicitá-las junto DRE respectiva.

– Nomeação de adjuntos do director – foi clarificado que a nomeação de subdirectores e adjuntos do director poderá recair em professores dos quadros de nomeação definitiva, que reúnam as condições previstas no n.º 5 do art. 21.º do D.L. 75/2008, de 22 de Abril, incluindo os professores dos quadros de zona pedagógica em exercício efectivo de funções na escola.

– Portaria referente ao Curso Profissional de Desporto: não foi ainda publicada Portaria, pelo que, em 2009/2010, se mantém o Curso Tecnológico de Desporto.

– Na organização do ano lectivo deve ser considerada a portaria relativa ao professor bibliotecário, assim como, o número de horas previsto para a função de avaliador.

Caparide, 8 de Julho de 2009.

O Presidente do Conselho das Escolas

Álvaro Almeida dos Santos

—– Original Message —– From: <dgrhe@dgrhe.min-edu.pt>
Sent: Thursday, July 09, 2009 3:07 PM
Subject: RE: Fichas de Avaliação

Em resposta à pergunta
“os arredondamentos da ficha que se encontra on line não estão de acordo com os intervalos de classificação previstos no ECD e no 2/2008 “
Segue a resposta:
“A criação das fichas electrónicas pretende facilitar e harmonizar todo o processo, na medida em que estas acompanham a actualização e a articulação de todos os normativos em vigor para a ADD.”
DGRHE

Legalidade?
Não!
Harmonização!!!

From: Escola Secundária do Castêlo da Maia <ce@esec-maia-n2.rcts.pt>
Date: 2009/6/26
Subject: Esclarecimentos sobre a avaliação docente na escola

Caros colegas,

Aproxima-se a data de entrega da ficha de auto-avaliação; como existem ainda muitas dúvidas relativamente ao seu preenchimento e, dado existirem duas situações distintas em que os professores da nossa escola se encontram, nomeadamente os que entregaram os OI e os que não entregaram, esclarecemos o seguinte:

Professores que entregaram os objectivos individuais

Preenchimento da 2ª parte do PDP (deve ser tida em consideração a lista de condutas enviadas no dia 9 de Janeiro e os itens da ficha de auto avaliação do ME).

Professores que não entregaram os objectivos individuais

Mantendo a posição já anteriormente assumida da não definição dos objectivos individuais pela direcção da escola em nome dos avaliados entendemos, no entanto, que, em virtude de todo o processo de ADD a nível nacional se ter desenrolado de forma conturbada e, principalmente, por reconhecermos o elevado grau de profissionalismo e de sentido de pertença à escola que a maioria dos colegas demonstrou ao longo do ano, a direcção entende aceitar a ficha de auto-avaliação, de acordo com o seguinte:

. Deve ser entregue a ficha de auto-avaliação do ME, devendo nela serem transcritos todos os objectivos que cada um, individualmente, definiu no início do ano lectivo, e que se encontram registados em actas de departamento e/ou de conselho de turma e PCT, identificando a respectiva fonte.

No seguinte endereço http://sc.dgrhe.min-edu.pt/fichas/ encontram-se as fichas de avaliação em formato electrónico.

Em ambos os casos, os documentos devem ser entregues na secretaria, até ao dia 6 de Julho, a fim de ser passado o respectivo comprovativo de entrega.

Todas as evidências que já se encontrem em arquivo institucional não precisam de ser anexadas, devendo apenas ser referenciados os documentos em que se encontram registadas.

Deve ser tida em consideração a lista de condutas enviadas no dia 9 de Janeiro, a fim de viabilizar a implementação dos documentos aprovados na escola.

Um abraço
Paula Romão

.

From: Escola Secundária do Castêlo da Maia
Date: 2009/7/1
Subject: Informações Importantes sobre ADD

Caros colegas
Em face de algumas dúvidas que têm surgido relativamente ao preenchimento da ficha de auto-avaliação por parte de professores que não entregaram os respectivos objectivos individuais relembro que é muito importante terem em consideração:
– que os objectivos individuais devem ser transcritos dos documentos em que foram registados;
– todos os documentos referidos devem ser devidamente identificados (fonte e data);
– as condutas e os objectivos quantitativos definidos e aprovados pela escola.
Relembro também que no mail enviado no dia 26 de Junho estas condições foram referidas como imprescindíveis à concretização da avaliação dos docentes que não entregaram os objectivos individuais.
Em anexo envio dois documentos: um com a lista de condutas e objectivos quantitativos referentes à avaliação por parte da direcção e outro que explicita o critério de ponderação das actividades.
Esclarece-se que no presente período avaliativo, é avaliado o desempenho referente ao ano lectivo 2008/2009, com excepção do item assiduidade, em que são considerados, excepto para os professores contratados, também os dados do período 2007/2008.
Relativamente à formação,  neste ciclo de avaliação serão consideradas 25 horas, podendo o
docente escolher a formação que entender desde que não tenha ainda sido considerada para efeitos de progressão.
Às acções de formação sem avalição quantitativa é atribuída a classificação de Bom correspondente a sete na escala do ME.
.
Um abraço
Paula Romão
.
C. Maia – Condutas-Objectivos CE 1 de Julho (ficheiro original em Excel, que foi necessário converter para usar aqui).

Será que Maria Campos também?

De: DGRHE.MEducacao@dgrhe.min-edu.pt
[mailto:DGRHE.MEducacao@dgrhe.min-edu.pt]
Enviada: terça-feira, 23 de Junho de 2009 23:55
Cc: recipient list not shown:
Assunto: Avaliação de desempenho do Pessoal Docente

Exmo (a). Senhor(a)
Presidente do Conselho Executivo / Director Executivo

No seguimento de email enviado anteriormente, informamos que já estão já disponíveis no seguinte endereço http://sc.dgrhe.min-edu.pt/fichas/ as fichas de avaliação em formato electrónico.
O acesso à área do avaliado – fichas de auto-avaliação – está disponível para todos os docentes.
O acesso à área do Director e do Avaliador é restrito e ficará acessível posteriormente.

Com os melhores cumprimentos,

A DGRHE – Direcção Geral dos Recursos Humanos da Educação

E já viram que a DGRHE até  cumprimenta os destinatários? Não é ninguém em particular, é todo o organismo…

E que tal se alguns de nós, que não queremos aderir a este modelo de avaliação do desempenho e em particular à famigerada fichinha de auto-avaliação, mostrássemos como se pode fazer uma auto-avaliação como deve ser, criativa e rigorosa, como fez a Fátima dois posts abaixo?

Pensem nisso. Eu como sou mais dado às letras, sou capaz de acabar com coisa palavrosa, mas acredito que outros saibam fazer coisa melhor e mais atractiva… E depois mandem, para divulgarmos…

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