Até A Mim Doeu E Estou Aqui Sentado!


… mas fica muito longe do buraco do BPN. Estes suíços são uns amadores.

UBS: afinal fraude é ainda maior

Banco corrige balanço de perdas para 2,3 mil milhões de dólares.

O capitalismo no melhor da sua destruição construtiva.

Mas não se gabava de conseguir tudo o que queria junto do ME?

Alunos continuam a ter aulas em salas onde chove porque projecto para obras na escola foi suspenso

Os 1200 alunos da Escola dos Segundos e Terceiros Ciclos de Vialonga vão iniciar o ano lectivo em instalações onde até o refeitório já foi aproveitado para dar aulas por falta de condições.

Os alunos não devem pagar pela passada prosápia da sua directora, mas por vezes apetece dizer bem feita!

Mas então os longos anos de idílio com a 5 de Outubro não permitiram deixar a escola devidamente equipada? Terá sido por causa de uma gestão mal planificada e convencida de ter sempre tudo no papo?

Anote-se ainda que eu até conheço a maternidade e paternidade de todas as perguntas deste documento:

Pergunta: “Evitámos a Assembleia. Porquê a noção que aí perderíamos, de certeza?”
Mário Nogueira:”… Não esqueço, ainda, que um ECD em Lei da Assembleia poderia ser um problema grande para futuras alterações …”
Pergunta: “Ganhámos a divisão em titulares, perdemos a ADD, que continua uma palhaçada e poderá cair de podre, mantivemos vagas e quotas, enfim, para quem não é jornalista, mas prof e está “lá dentro” todos os dias e sabe como as coisas se passam, como pode ser expectável que alguém levante o luto e a luta contra o “ECD do ME”?”
Mário Nogueira:As quotas são de uma Lei da Assembleia da República (que contém o SIADAP) e que, por força da lei, fazem parte do ECD. Perante a impossibilidade de as eliminarmos (por decreto seria ilegal) tentámos atenuar os seus efeitos e acho que fomos bem sucedidos.”

Não faço mais perguntas incómodas por hoje.

Santana Castilho, no Público de hoje:

Um Governo que se limite a uma corporação de técnicos competentes não governa. É governado. Sobre o que já foi dito a propósito da parte conhecida do novo Governo pouco se poderá acrescentar. Impera a ortodoxia financeira do Banco Central Europeu, coadjuvada pela tecnocracia operacional do FMI. Três economistas (Victor Gaspar, Álvaro Santos Pereira e Nuno Crato) e um gestor (Paulo Macedo) fazem a quadratura do cerco. Se Paulo Macedo mandar rezar missa no fim, é porque o Bom Escuteiro acertou nas segundas escolhas.

Claro, claro, havia primeiras escolhas…

Reparai na forma vistosa como já está de pena afiada contra aquele de quem esperava prebenda por ofertário fraco.

Pode ameaçar-me com bengaladas como fez a outrem, voltar a adjectivar-me como animalesco ou mesmo mandar a devota ofender-me, mas esta prosa e outros parágrafos mais abaixo são próximos do ideário fenprofiano nesta matéria. Ainda teremos Vargas & Santos a incensar as críticas que surgirão em catadupa, ao lado das do Octávio lá de cima. Assim veremos como as águas que MLR uniu se separarão de forma muito clara, provocando realinhamentos curiosos por parte dos contra-tudo.

Adivinham-se alianças improváveis, por parte de quem flutua as convicções com base nas esperanças.

Mas seria muito mais simples manter as convicções, sem esperar por elas qualquer compensação. Evitar-se-ia esta forma deselegante de amargura.

O Miguel Sousa Tavares considerou-o muito competente, há bocado, na SIC.

Banks 1, Portugal 0

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Another eurozone country has been humbled by its banks. Earlier this week, Portugal’s banks were threatening a bond-buyers’ go-slow unless the caretaker government sought financial help from other European Union countries. After being beaten up in Wednesday’s debt auction, Lisbon has waved the white flag. The country’s caretaker leaders have now admitted that Portugal will need outside help.

There is no denying that Portugal faces deep problems. The yield on the country’s five-year bonds had touched 10 per cent. On Wednesday, it was forced to pay 5.9 per cent simply to secure one-year money.

(continua…)

Falta-nos esta fibra latino-americana, bolivariana. Isto é Evo Morales, presidente da Bolívia, a expor delicadamente o seu desacordo a um adversário, num jogo amigável entre uma equipa de elementos do seu partido e uma equipa de elementos da oposição. Passa por aqui um perfume de Paulinho Santos… quiçá um Petit em tempos mais jovens…

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