Artroses Mentais


Crato garante que Governo nunca prometeu entregar 30 milhões às universidades

Num almoço-debate que aconteceu nesta quarta-feira em Lisboa, ministro esclarece que aguarda execução orçamental para saber situação real das universidades.

Pelos vistos, isto foi naquele almoço-debate a pagantes… para ouvir isto?

Pelo que se sabe, o que estava em causa não era entregar 30 milhões, mas sim não os cortar.

Aguarda-se reacção do CRUP após terem sido assim os seus membros tratados publicamente como mentirosos.

… como aquele tipo muito ensonado que se vira para o outro lado e continua a ressonar?

“A nossa economia está a dar a volta”, afirma Passos

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Mas há que entender que o actual PM foi aluno da actual ministra das Finanças pelo que se percebe que esteja esquecido de muita coisa que alegadamente estudou.

Ou trata-se apenas de uma incorrecção factual de quem está ansioso por saber que isto bateu no fundo e não pode piorar mais.

 

Deputado do PSD critica Crato por acabar com Inglês

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Inglês é «tempestade num copo de água», diz Nuno Crato

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(c) Calimero

está feita por uns candidatos a aprendizes.

Vão-se somando as CE’s – pois a numeração vai aumentando – mas atiram-se as novas para um sítio qualquer; faz-se uma pesquisa num horário e, quando se volta atrás – está-se no início.

Génios!

…. esta gente não tem mais nada que fazer? Não chega a construção civil e as obras públicas em queda para os piropos já estarem em recessão técnica há que tempos?

Como poderei eu viver sem ouvir os nobres galanteios trocados pl@s portugues@s em plena via pública? Ainda se fosse para proibir os “ganda fdp” ou “lá vai aquele m(pi-pi-pi)”! (embora isso significasse a quase total mudez nas margens finais do Douro…

Militantes do BE discutem fim do piropo nas ruas do país

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Esta, sim, parece-me uma iniciativa anti-patriótica, em tempos de crise. É verdade que esperaram quase pelo fim do Verão, o que limita os efeitos nefastos de tal eventual medida.

Ou isto é apenas para que algumas pessoas não se sintam mal, pelo baixo índice de piropos recebidos? Por exemplo, a Ana recebe 6 vezes mais piropos e eu é que sou a outra metade da bicefalia?

Por mim, continuarei a apelar aos piropos lançados a dirigentes do Bloco como … como… sei lá… o Luís Fazenda que tem aqueles belos olhos claros?

… ao suserano da Salvação NAcional?

Ou apenas cagarraram no equipamento dos jornalistas que se prestaram a ouvir os auto-elogios com dose nula de pudor do dito suserano?

Porque há pessoal que vai a correr ler as coisas, passando logo por cima do princípio.

Artigo 1.°
Objeto
1. O presente despacho normativo introduz normas relativas à distribuição do serviço aos docentes de quadro para o ano letivo de 2013-2014 de acordo com as regras estabelecidas no Despacho Normativo n.° 7/2013, de 11 de junho, sem prejuízo do disposto no número seguinte.

2. As normas constantes do presente despacho normativo prevalecem sobre o disposto no Despacho Normativo n.° 7/2013, de 11 de junho, exclusivamente para efeitos de preenchimento da componente letiva.

Em nenhum lado surge que são preenchidos horários-zero com tudo e alguma coisa.

Repare-se que não estou a fazer qualquer crítica a quem tenha negociado de boa fé, mas apenas a repetir que o despacho normativo deveria ter sido revogado e feito um novo DOAL, do princípio ao fim. E que, de uma vez por todas, as actas não são diplomas legislativos.

Até porque isto não passa da renovação do que foi feito o ano passado, na altura também na base dos remendos ao DOAL.

Se não é isto que está nas actas negociais?

Pois… é bem possível que não, mas… vejam lá a parte boa da coisa: nenhum dos negociadores se vai lixar, muito menos os irmãos de sangue televisivos, pois nenhum dá aulas e está em risco de horário-zero e mobilidade, certo?

Já agora… e nas gravações está o quê?

 

Quatro coisas que você acha que sabe sobre Rui Rio (mas que a imprensa não quer, ou não pode, esclarecer)

Há quem ande a falar muito da ida recente aos bildebergues do portas e do seguro e se esqueça piedosamente do ano do costa e do rio…

… e ser partilhada por ambos não a diminui, antes pelo contrário.

O Presidente da República explicou que a invocação de uma «inspiração» da Nossa Senhora de Fátima e do 13 de maio, no fecho da 7.ª avaliação da ‘troika’, deveu-se a um comentário da esposa.

«Quando, no dia 13 de maio, surgiu a notícia de que finalmente a 7.ª avaliação tinha sido mandada para trás da costas e que estava aberto o caminho para a extensão das maturidades, a minha mulher disse-me: ó meu caro – ela [Maria Cavaco Silva] trata-me de outra forma – isto é com certeza influência de Nossa Senhora de Fátima, porque hoje é dia 13. Foi essa a razão», explicou o Presidente da República em Monção.

Na terça-feira, durante uma visita oficial ao Porto, Cavaco Silva sublinhou que com o encerramento desta sétima avaliação «foi tomada uma decisão muito importante» para o futuro de Portugal. «Eu penso [no fim da sétima avaliação] como uma inspiração – como já a minha mulher disse várias vezes – da nossa Senhora de Fátima, do 13 de maio», disse, na altura.

… tónicas ou eróticas, porque estas tóxicas e exóticas não me parecem grande coisa.

É sempore adorável o uso do plural majestático nestas situações em que a pompa formal está, em regra, numa relação directamente proporcional com o vazio do conteúdo.

Depois de um trabalho tão ativo junto dos jovens, o Impulso Jovem é a “cereja no topo do bolo”?
O Impulso Jovem é uma oportunidade para dar continuidade ao trabalho que desenvolvemos há dois anos anos e vamos continuar a desenvolver. É uma ferramenta com um potencial de impacto transformativo para mudar Portugal e a realidade de muitas dezenas de milhares de jovens e as empresas para onde eles forem trabalhar.

Qual é a contribuição que espera dar para o desenvolvimento do programa?
A interação que temos a correr com diversos agentes é extensa. Das universidades e politécnicos aos núcleos e associações de estudantes, dos professores às empresas, estamos em contacto permanente com as partes fundamentais para ajudar a resolver o problema. Parece-me evidente que o Impulso Jovem precisa de chegar ao mercado, aos jovens e às empresas, e penso que a nossa contribuição será forte a este nível. O que podemos trazer é uma interpretação concreta do que se passa todos os dias no mercado, o que os jovens pensam e as empresas procuram. Nos próximos dias 19 e 20 de abril, na Faculdade de Ciências da Universidade do Porto (veja aqui), podem vir ver magia a acontecer: 150 jovens com 50 empresas em dois dias de trabalho.

Mas aqui não falou em romantismo e na Tânia… 😦

Embora qualquer um do Jacques Tati seja boa opção.

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Diário de Notícias, 24 de Março de 2012 (agradecendo ao Luís Rosa o destaque)

Por momentos pensaram que eu ia falar de outras notícias?

Do Bruno Carvalho criticar o governo e o Marques Mendes ter sido eleito como contraforte do SCP?

Esta ideia peregrina do regresso televisivo do engenheiro.

AnitaSoc

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Excedentários do Estado desviados para as esquadras

Estudo do Instituto da Defesa Nacional propõe a colocação de funcionários públicos nas esquadras para libertar agentes.

 

Um esquece-se de declarar os rendimentos, o outro do que disse há pouco mais de um ano.

Os nossos dois principais governantes estão num lamentável processo de degenerescência mnemónica.

É importante acarinhá-los. Consta que o afecto e o carinho produzem efeitos maravilhosos nestes casos.

O Jorge Fiel, como todos nós, tem dias bons e dias maus. Na maior parte dos casos é afável e até simpático, calando-se para ouvir os outros. É tipo com quem se pode comer uma francesinha no Capa Negra, ali pelo Campo Alegre.

Mas quando escreve por vezes perde os travões e entra em disparate total, com um acesso de bílis digno de um MST, misturando alhos, bugalhos e outras coisas que nos podem vir à mente em rima bocagiana:

Vejamos… a propósito das nomeações do Barreto Xavier na Cultura (nomeações de tipo político) dispara isto.

O Estado português é o único setor da economia que quando está em dificuldades (a dívida pública é de 200 mil milhões de euros, 120% do PIB, o dobro do valor máximo a que nos com prometemos) continua a contratar, em vez de despedir.

É preciso ser muito idiota para acreditar que tudo pode continuar na mesma, que o Estado e os seus funcionários podem passar incólumes e a assobiar para o lado à custa do sangue dos impostos e sacrifícios das famílias e das empresas privadas. O nosso drama é quem não consegue sequer identificar o problema é absolutamente incapaz de arranjar”uma solução.

As contas estão feitas. O número mágico é quatro. Quatro como os evangelhos canónicos, os pontos cardeais, os ventos e as bestas do Apocalipse. Quatro mil milhões de euros é quanto o Estado tem de passar a gastar menos todos os anos.

Parece difícil mas não é. Quatro mil milhões são 5% do Orçamento do Estado. Centenas de milhares de famílias e empresas já fizeram ajustamentos bem superiores a 5% dos seus orçamentos e sobreviveram.

E, por favor, não tentem atirar-nos areia para os olhos. Poupem-nos à histeria mentirosa de que cortar 5% ao Orçamento implica desmantelar o Estado social. Isso é o paleio de parasitas e ladrões de impostos que prosperam com a mão metida nos nossos bolsos. Quando o parasitado (o Estado obeso) está em perigo, o parasita defende-o. Defende o seu bife.

Jorge, pá, pede o número cá de casa a quem sabes, ou mesmo o meu tm e eu mando-te a dimensão do corte que já levei nos últimos anos nos meus rendimentos… pelas últimas contas são cerca de 20% e não 5%, pá!

Queres mesmo falar de sacrifícios e sangue das famílias privadas, enquanto aos funcionários públicos (que te interessa confundir com os cortesãos do secretário de Estado), chamas parasitas, histéricos e tudo o mais? Escreve o que sabes sobre as muitas escandaleiras dos negócios privados e dos quais já tivemos hipótese de falar de viva voz, mesmo se pela rama.

Fala das falcatruas daqueles com quem muitos jornalistas e chefes de redacção, directores e directores adjuntos almoçam e bebem uns copos sem dramas de consciência. Daqueles que despedem para poder continuar a manter o seu nível de vida pessoal, que chuparam e chupam subsídios à tripa-forra para os enterrar nas garrafas e na…  diversão.

Queres mesmo falar em quem anda a defender o seu bife? Ou será do tártaro? Ou picanha? Ou maminha?

Sabes quem vive com a mão nos nossos bolsos? Sabes, não sabes? Olha para… o lado? Para cima? Para a assinatura no…?

Não escrevas sobre o que os outros sacrificaram ou não. Escreve sobre o que conheces. Com maneiras, com menos adjectivação e menos estilo à manuel abrunhosa serrão. É pedir muito?

É que eu não gosto de assobiar para o lado quando me atiram gravilha para cima e me chamam parasita. Eu trabalho e dou aulas, todos os dias, a lotes de 25 como o teu e a minha.

Fiz-me entender, mesmo que isso implique que não me deixes consultar a tua bd?

Desculpa lá se quase desci a chinela ao nível da tua prosa. Mas acho que merecias…

Beijos da minha petiza para o teu João. Aquele velho gameboy ainda funciona, pá! É que eu não tenho sangue para lhe comprar um novo!

… e esperam-se dele pontes para o Centrão…

Porque cá um não se admite nada ou faz-se como se fosse no confessionário… confessa, leva lá umas ave-marias e ficas lavadinho e como novo para fazer porcaria outra vez…

Luís Amado

“Não avaliámos bem o impacto das mudanças em curso”

O ex-ministro socialista, que, como recordou hoje, passou 13 dos últimos 25 anos em funções governativas, fez uma espécie de “mea culpa” e alertou que as “ondas de choque” desta crise se irão prolongar “ainda por muitos anos”

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