Arrumações


Não uso o tempo para replicar a todos os idiotas, a vida não se resume a ilustrar mortes de nunca nados (m/f/g).

Ou seja, tem dias, noites e outros estudos. E há quem, ainda assim, decrete uma ou outra piada passageira que é assinada.

 

Casa do Fafe – em Fafe (Arões S. Romão).

 

Amanhã coloco fotos e vistas.

… e basta enunciar a independência para ela se materializar, pois a Lei é o Verbo e o Verbo cria a Realidade.

Fica aqui (DecLei102de2013) o acto de nascimento da agência independente de avaliação que apenas se esquece de explicar como serão recrutados os novos profissionais completamente independentes do instituto ou como, só por mero acto legislativo, os anteriores perdem o manto de mácula e se adquirem uma pureza nunca vista.

Como é costume, legisla-se a orgânica complexa, mas esquecem-se os procedimentos concretos.

O IAVE é independente e puro na sua missão, enquanto o GAVE aparentemente era dependente e duvidos.

Entretanto, quando é que podemos começar a contar o ano zero para construir uma qualquer série de dados sobre a avaliação que sirva para alguma coisa?

Faltam dezanove dias – se o prior ainda lá estiver.

Herr Fafe apoia esta greve, mas já não vai a manifestites, que só pesa por tardia e pequenina.

é só uma questão de balanço de energia.

… o Catroga tem um blackberry.

Pais de jovens em risco ‘entregam’ filhos ao Estado

António começou a faltar às aulas, a passar dias e noites fora de casa e iniciou-se na droga ainda adolescente. Os pais foram chamados à escola mas, quando de casa começaram a desaparecer alguns objectos, deixaram de conseguir exercer a sua autoridade e a situação ficou descontrolada. Desesperados, foram pedir à comissão de protecção de menores o internamento do filho numa instituição.

Casos como o de António são cada vez mais frequentes e estão a chegar às comissões de protecção de crianças e jovens em risco e aos tribunais pela mão de pais desesperados, que vêem os filhos a entrar em situações de risco mas são incapazes de fazer valer a sua autoridade e evitar esse perigo.

Gosto do gerúndio, facilitando:

https://servicos.dgrhe.min-edu.pt/ValidacaoAvaliacao/

Pertenço ao grupo híbrido de HGP/LP, ex-1º do 2º CEB, agora grupo de recrutamento 200. Formação de base em História, profissionalização em HGP/LP.

De acordo com o novo modelo que querem impor de 4 departamentos, seguindo-se a lógica enxertada do decreto-lei 200/2007 devo pertencer ao Departamento de Ciências Sociais e Humanas.

Mas lecciono Língua Portuguesa, com a respectiva habilitação para a docência certificada e diplomada.

Quem tem interesse num novo equilíbrio de forças, acha que apesar disso os docentes como eu não têm cabimento no Departamento de Línguas.

Por extensão (apesar de termos habilitação para leccionar LP), insinuam que devemos deixar de leccionar Língua Portuguesa.

As guerrinhas em torno do crédito horário não são estranhas a estas estratégias, embora confesse que me desgostam quando partem de quem se afirma contra este modelo, mas logo aproveitam para cavalgar a onda.

Não estando alteradas as habilitações para a docência, os grupos de recrutamento e até atendendo ao desejo de criarem professores generalistas e agruparem disciplinas mesmo no 3º CEB, custa-me compreender o desejo de alguns em cercar aqueles que parecem estar em situação de maior vulnerabilidade.

Não sei o que se passa em todo o lado, mas estas situações começo a ouvir que se repetem, ali, aqui, acolá. O que é lamentável, pois corresponde a um dos desígnios do ME: prometer algo a uns, para ver se conseguem ser instrumentalizados contra os outros.

Foi assim primeiro com os titulares; foi depois com os Coordenadores dos Departamentos Curriculares legais; é agora com os Super-Coordenadores dos novos Mega-Departamentos impostos sem fundamento legal.