Aplauso A Quatro Mãos E Mais Uma


Restaurante cobrou mais ao CDS para compensar roubos do Governo

Penso que é o mercado a funcionar e a liberdade dos empreendedores fazerem uma gestão diferenciada da sua clientela.

Alguma coisa contra?

matá-los com o silêncio

:mrgreen:

cadeiraleao

Estou farto da tralha. A salazarenta, a cavaquenta, a guterrosa, a barrosolada, a santanalada, ou a socratorrelvada. Há clubes que as juntam e sacam os restos da mama que devia estar ao serviço do futuro.

No Público de hoje:

No dia em que o Governo for corrido, pelo mesmo tipo de rejeição que varreu o seu antecessor, só que agora do tamanho da sondas do Canhão da Nazaré, vai sair com a atitude daquele que diz: o último a sair que feche a a luz e a porta, porque já não é connosco, “queríamos mudar Portugal e não nos deixaram”. E irtão para os seus lugares de acolhimento confortável, já pensados e preparados, sem temor e sem tremor.

No entretanto, estragaram Portugal com a mesma sanha do filósofo de Paris, numa situação que vai demorar décadas para ser consertada, se é que tem remédio.

Do caraças! Cada um escreve como quer ou como sabe, mas em jornalismo fica mal e é premente denunciá-lo.

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Relvas é o ministro mais poderoso deste Governo não só pelo domínio do aparelho do PSD mas também pelo apoio que recebe da maçonaria. O recente, chamemos-lhe “incidente”, teve dois méritos: diminuir esse poder, e clarificar a importância da liberdade individual e de opinião como algo de sagrado em democracia. Há muita gente, neste jornal e fora dele, que comunga somente a fraternidade entre mulheres e homens livres, autónomos e e solidária(o)s, sem ritos, mas nem por isso menos forte. Esta “fraternidade”, quando ameaçada, também sabe defender-se.

Paulo Trigo Pereira, Público, 3 de Junho de 2012, p. 48.

Não ou criticar porque ainda me acusam de ciúme social e financeiro.

Lei de Cavaco dá reformas douradas a professores do privado

A Caixa Geral de Aposentações, a “segurança social” dos funcionários públicos, também paga pensões a reformados do setor privado, muitas delas milionárias.

No próximo mês de maio, por exemplo, começa a pagar uma reforma de 5000 euros a um dirigente de um externato particular, ao abrigo de uma lei antiga feita aprovar pelo então primeiro-ministro, Aníbal Cavaco Silva.

De acordo com a lista dos novos aposentados em maio, um ex-diretor pedagógico do Externato Marquês de Pombal Ensinus ficará com uma pensão de 5030 euros mensais brutos. Este estabelecimento pertence ao grupo Lusófona.

Terá sido a pensar nestes casos que o o primeiro-ministro exigiu secretismo na questão do congelamento das aposentações antecipadas?

É que quanto a isto, não há que recear, pois não director pedagógico (ou equivalente) de escola pública que consiga aposentar-se com metade, sequer, do que este estimado colega.

Essa barbicha nunca me enganou!

Alguém que chame as coisas pelos nomes! Neste momento, alguém com muito mais coragem do que a nossa versão judicial da rainha de Inglaterra, que só se ocupa com as fugas do queijo gruyère que dirige.

STJ: Defender a inexistência de direitos adquiridos é regresso ao confisco

«Falar na inexistência de direitos adquiridos num discurso unilateral ou unipolar, ainda por cima num país de rendimentos tão desiguais, pode ser a abertura da caixa de Pandora», salientou Noronha do Nascimento na cerimónia de abertura do ano judicial.

Prosseguindo na crítica, Noronha do Nascimento vincou que defender que não há direitos adquiridos é «dizer que todos eles podem ser atingidos, diminuídos ou, no limite, eliminados».

«Ou seja, é admitir o regresso ao tempo das ocupações, autogestões ou do confisco», acrescentou.

«Será que se está preparado para aceitar todas as sequelas lógico-jurídicas de quem pensa assim», questionou o presidente do Supremo (STJ), sublinhando que os direitos adquiridos são o «produto final de uma civilização avançada que se estruturou à volta da teoria do pacto social».

Lembrando que o relatório de 2008 do Eurostat indica que Portugal é, na União Europeia, um dos países com maior desigualdade de rendimentos entre ricos e pobres, Noronha do Nascimento alertou que falar, neste contexto, de inexistência de direitos adquiridos pode ser a abertura da Caixa de Pandora que «leve ao Inverno – ou ao Inferno – do nosso descontentamento».

Verdade se diga que à Direita e à Esquerda, há muito boa gente para quem a defesa da Legalidade foi sempre mais instrumental e circunstancial do que uma verdadeira convicção…