Antologia


Segundo os dados do Ministério da Educação, cada relator (professor avaliador) teve em média cinco professores para avaliar e uma hora e meia por semana do seu tempo para fazer essa tarefa. Contas feitas, o ensino público consumiu ao todo 30 mil horas por semana neste processo, o que equivale a 1250 dias no total.

“Há uma enorme variação de caso para caso. Os 90 minutos semanais poderão ser mais do que suficiente para os relatores que avaliam colegas sem aulas assistidas; esse mesmo tempo pode ter sido ultrapassado para os que tiveram a seu cargo os candidatos às classificações de topo”, avisa Paulo Guinote, professor da Escola Básica Mouzinho da Silveira (Moita), explicando ainda que enquanto houve escolas que obrigaram os professores a entregar a avaliação em suporte multimédia, outros estabelecimentos aceitaram os documentos em papel.

 […]  diz José Rafael […] Agora a “dor de cabeça” passa para a comissão de coordenação da avaliação, um júri composto pelo director e mais quatro docentes nomeados pelo conselho pedagógico de cada escola. São eles que determinam quem são os merecedores das notas – insuficiente, suficiente, bom, muito bom e excelente – em função das quotas para cada agrupamento.

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Porque não há cinefilia ou musicofilia que possam estar completas sem a música dos filmes de animação…

Porque a criança não pode morrer, nem confundir-se e perder-se em outras coisas…