Antevisão


Que têm sido daquel@s a que eu tenho feito críticas com mais regularidade, por não terem ainda encontrado uma forma equilibrada de se organizar e serem uma verdadeira força representativa das escolas junto do MDC, ousando ir além de ameaças que se sabe não irem cumprir com medo de perderem o lugar.

Com as devidas excepções, claro está, de gente que continua a fazer o melhor que pode e sabe para as suas comunidades educativas.

E é por isso mesmo que é de elementar justiça que se realce que muitas direcções praticamente não têm férias devido à incompetência – a alternativa é fazerem-no de propósito – do MEC na preparação do próximo ano lectivo.

Sejam as tardias regras sobre a distribuição do serviço lectivo aos docentes, em especial os que estão à espera de aposentação ou pediram rescisão (e neste caso mais do que o atraso, a mudança de indicações em relação ao que informalmente fora comunicado), seja a continuação de um processo moroso de aprovação de abertura de turmas de cursos que o próprio MEC que “enfiar pela goela abaixo” de escolas e alunos nas áreas ditas “vocacionais” e “profissionalizantes”, seja ainda o atraso em fases críticas dos concursos dos docentes, estamos perante a continuação (ao fim de mais de três anos) de uma enorme falta de competência técnica para preparar em condições o arranque de um ano lectivo, que acaba por se reflectir muito negativamente na forma como as direcções são obrigadas a trabalhar de forma contínua num ziguezague de tarefas.

A alternativa, repito, é que isto seja tudo propositado. Para tornar cada vez mais caótica a vida nas escolas públicas.

… por causa da Notícias Magazine. Parece que vem lá o segundo professor mais jeitoso e fotogénico do país. A menos que à última da hora também tenham adiado a coisa. Como os outros.

Porque entre nós a guerra civil está camuflada.

PIB2013

A fonte é o The Economist, não é o Avante.

KirkWalters

(c) Kirk Walters

 

Merkel avisa que conjuntura económica será mais difícil em 2013

Nomeadamente:

  • Até que ponto foi a falta de decoro “metodológico” de quem aceitou a encomenda de certos interesses privados, sendo interessante seguir o seu trajecto a partir daqui.
  • Quem acompanhará o SE Casanova na apresentação do “estudo”, visto que quem assinou o despacho de nomeação do grupo de trabalho não percebe grande coisa do assunto, nisso sendo acompanhado pelo coordenador nomeado.
  • Para que servem exactamente o Conselho de Escolas, a ANDE e a ANDAEP. Se apenas para fazer declarações para a comuinicação social na base do achismo se para contraditar com dados concretos do terreno e das suas “unidades orgânicas” as construções estatísticas que a máquina comunicacional do MEC nos vai servir.
  • Se os sindicatos e as suas equipas burocráticas servem para mais do que fazer declarações políticas e para reagir além do plano dos lugares-comuns e se conseguem apresentar uma argumentação convincente e não saída de uma qualquer cartilha anacrónica (Fenprof) ou arrancada a ferros ao encostanço ao MEC (FNE) relativamente ao que se adivinha ser o pré-asssalto final à rede pública de ensino com base em argumentos puramente ideológicos e retorcendo os dados até encaixarem nos seus interesses.

Repito que o que está em causa é resistir a uma investida muito forte e com todos os defeitos e vícios – e o bónus do acesso privilegiado a toda a informação estatística do Estado – daquelas posições perdidas no tempo dos defensores de uma Escola Pública monolítica e totalmente fechada à diversidade.

As duas posições – a da rapina privada do orçamento de Estado e a do monolitismo estatal da Educação – estão erradas.

Só que a que está mais activa e em plano de ataque cerrado é a primeira.

Há meia dúzia de irredutíveis espalhados por alguns blogues preparados para debater e replicar com base em dados concretos e na análise das metodologias. E confesso que no meu caso até espero isto com impaciência. Mas sei que somos poucos e estamos quase isolados.

Double-dip recession confirmed in eurozone

Eurozone GDP fell by 0.1% in third quarter, plunging region into recession that economists fear could drag into next year.

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