Amarguras


Charlie Hebdo : les kiosques pris d’assaut

REPORTAGE – Les Français se sont rués vers les kiosques pour espérer obtenir un exemplaire du nouveau numéro de Charlie Hebdo. Certains vendeurs sont déjà en rupture de stock.

Pelos vistos, foi descoberta a fórmula para salvar a comunicação social impressa.

e até me recusei.

Além de permanecer carenciado, continua impedido da visita de estudo à António Arroio.

Às quatro e dez, vá…

Ainda o Tâmega

Tâmega – Nós Por Cá

Crime Ambiental em Amarante

O caso de Santo Onofre, e sabê-lo-emos por certo quando o terceiro período se instalar e os prazos do 75/2008 começarem a escoar-se, não será único a nível do país.

Muito pelo contrário.

Aliás, só questões de reserva impedem que se conheçam desde já outros casos de assalto a escolas e agrupamentos onde os órgãos legalmente eleitos estão aser brutalmente pressionados para aceitarem o final do seu mandato ou para despoletarem o processo de escolha do Director.

Ficando a cargo das DRE, este assalto consiste na monitorização apertada do processo, seja com telefonemas, visitas ou mais raramente (quando se torna impossível evitá-las) com respostas escritas a ameaçar com a demissão os refractários às ordens da tutela.

Não interessa se essas ordens estão feridas de manifesta ilegalidade. O que interessa é mandar avançar a todo o custo para, chegando ao final do ano lectivo, se estender uma alcatifa propagandística com não sei quantos novos Directores escolhidos e/ou nomeados. Caso contrário, repescam-se uns colaboradores a jeito e nomeiam-se umas Comissões Provisórias que, nesse caso, já poderão estar em funções para além dos prazos considerados invioláveis.

  • Perante isto já houve a demissão de órgãos de gestão que preferiram não colaborar com o processo mas, ao mesmo tempo, optaram por não publicitar o seu acto fora de muros.
  • Em outros casos têm existido pedidos formais para que se fundamente a cessação dos mandatos em decurso, de modo a que os do 75/2008 se sobreponham a tudo o mais. O que motivou respostas claramente ameaçadoras.
  • Ainda outra situação é, como em Santo Onofre, a inexistência de candidatos ao cargo. Nesse caso promovem-se soluções alternativas, seduzindo aquele(a)s que se prestam a ser seduzido(a)s.

Mas talvez mais grave do que isso, em termos práticos, podem vir a ser situações em que, com a justificação de estarem por dentro do processo e assim o tentarem controlar, alguns colegas bem intencionados se vêem ultrapassados pelos acontecimentos e por coligações oportunistas para tomar o poder nas escolas a partir de fora ou de dentro.

O erro foi, em minha opinião e que me desculpem muito(a)s amigo(a)s que escolheram essa via, ter-se viabilizado a constituição de muitos Conselhos Gerais Transitórios. A verdade é que teria sido mais fácil conseguir isso do que a não existência de candidatos a directores.

Ninguém era obrigado a passar da Assembleia de Escola para o Conselho Geral Transitório.

Essa forma de adesão implícita ao novo modelo correspondeu, e lamento desagradar a muito, repito, à entrega dos OI no caso do processo de avaliação. Pode não parecer mas, em qualquer dos casos, corresponde a uma aceitação tácita do modelo proposto. A menos que exista alguma(s) carta(s) na manga. E que até as pode haver. Não sei é se haverá muita gente com a coragem para a(s) jogar em tempo útil.

Que cada vez é menos…

Jornal de Notícias, 3 de Junho de 2008 (não sei do link, pois a nova edição online do JN deixou-me momentaneamente baralhado)

Ou como hoje me contava uma colega sobre as declarações de uma E.E. a alguém de um Comissão de Protecção e etc, «Eu não consigo que a minha filha se levante para ir às aulas, mas a escola o que faz?».

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