Alerta De Troll


 

diga a esse juíz que eu disse

 

 porque não lhe diz o próprio – em vez d0 correr do marfim e solicitar criadagem?

Um dos economistas insurgentes, aquele nosso conhecido que assina em Portugal com dois apelidos e na Alemanha apenas com um e que trabalha para o sector privado que vive de contratos com diversos Estados, ditaduras ou não, tanto faz, fez um post maravilhoso, daqueles em que até dá gosto zurzir.

Após ter baseado paletes de posts e bué de palavras a justificar o desinvestimento na Educação Básica e Secundária com o argumento da crise demográfica, agora já fala em “2 milhões de clientes [sic]” e 200.000 funcionários (!!!), num milagre multiplicador que só a patetice pode justificar.

O trabalho de casa para o economista do calção vermelho deveria ser escrever 200 vezes (sem copy/paste, mas sim dando mesmo ao dedo) a seguinte frase:

O concurso dos professores deu buraco quando tentaram substituir a graduação profissional como critério fundamental de ordenação e procuraram dar autonomia de contratação às escolas com base em subcritérios manhosos.

É que por aquelas bandas, bem como pelas bandas blasfemas e observadoras (a tríade da endogamia liberal de sebenta lambida), ainda não perceberam que não foi o “centralismo” que causou o descalabro, mas exactamente o seu contrário.

O que esteve em causa foi a colocação de cerca de 4000 professores  em escolas TEIP e com contrato de autonomia num procedimento (também lhe podemos chamar “processo” ou “modelo” para facilitar a compreensão) que pretendeu flexibilizar o critério básico de graduação profissional e adaptar a avaliação curricular aos desejos “locais” de cada agrupamento ou escola.

Claro que insurgentes, blasfemos e observadores podem gritar aos quatro cantos ventosos do mundo que foi o contrário que se passou, mas isso não passa de uma manifestação muito particular de um pensamento mágico que representa a realidade de acordo com uma sua visão interior de tipo mitológico.

 

… de onde surgem os apelos ao rigor e ao escrutínio e tal…

A constitucionalista Teresa Leal Coelho, número dois na lista de deputados do PSD pelo Porto, foi administradora executiva da SAD do Benfica no tempo em que Vale e Azevedo era presidente do conselho de administração. Teresa Leal Coelho foi demitida daquele cargo no final de 2000 pela direcção de Manuel Vilarinho.

Não há écharpe que consiga tapar a trolhice desta senhora deputada que nem o 10 de Junho respeita.

E que falta à verdade, pois os juízes nada disseram até ao momento e, pelo contrário, têm aguentado calados estas bojardas sem parar da nomenklatura passista-relvista.

“Se os juízes do TC não aceitam a crítica, não têm condições para exercer o cargo”

A vice-presidente do PSD Teresa Leal Coelho acusa o Tribunal Constitucional de “fazer juízos de ponderação política” e de condicionar a “liberdade do legislador”. A deputada considera que o TC está obrigado a responder ao pedido de aclaração e que, no limite, está sujeito a um pedido de anulação do último acórdão.

E ou é ignorante ou pura e simplesmente desonesta, pois já se sabe que a tal “aclaração” deixou de existir e ela insiste, insiste, insiste….

A paisagem política nacional está entulhada destas criaturas que desenvolveram “carreira” na base no desprezo pelas regras da democracia, a menos que quando lhes dão jeito para se arrogarem de uma “legitimidade” que perderam por palavras e actos.

… e graças ao bom desempenho nas jotas.

Maioria força pedido de aclaração ao Tribunal Constitucional

Até porque se sabe que:

Todos os pedidos de aclaração dos acórdãos do Constitucional entregues em processos de fiscalização abstracta não passaram no crivo do Palácio Ratton. As decisões que foram sendo tomadas ao longo dos anos travaram a aclaração mas, da leitura destas decisões, fica patente que os juízes deixam sempre alguma pista ao requerente.

Entre os juízes que em 1991, 1995 e 1996 rejeitaram pedidos de clarificação estava Assunção Esteves, a presidente do Parlamento que tem em mãos um pedido de Passos para que a Assembleia da República (AR) peça a aclaração do acórdão que chumbou normas do Orçamento de Estado para 2014.

amanhã

que será segunda

crónica do kü

na bunda!

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