Alemanha


Professores marcam greve para dia da prova de avaliação

Alemanha: Pilotos da Lufthansa em greve

Germany can deny benefits to jobless EU migrants, court rules

Embora eu saiba que isto não incomoda minimamente, muito pelo contrário, os nossos adeptos do vocacional à la germânica.

E para a lógica deles, nós não passamos de uma minoria no grande plano europeu.

Discrimination in German Schools: Questions & Answers

In Germany, children from what is officially called a “migration background” perform significantly worse at school than their native German counterparts. This briefing paper explains some of the reasons why this situation reflects the impact of discrimination within the Germany school system.

In German Schools, a Quiet but Deep Discrimination Problem

Já que acham normal que políticos e técnicos estrangeiros (incluo nessa categoria o cherne barroso) se pronunciem sobre as decisões do nosso TC, seria bom ouvi-los a pronunciarem-se sobre a jurisprudência alemã sobre este tema e sobre a necessidade de rever a Constituição alemã.

O Tribunal Constitucional alemão equiparou as pensões à propriedade, pelo que os governos não podem alterá-las retroactivamente. A Constituição alemã, aprovada em 1949, não tem qualquer referência aos direitos sociais, pelo que os juízes acabaram por integrá-los na figura jurídica do direito à propriedade. A tese alemã considera que o direito à pensão e ao seu montante são idênticos a uma propriedade privada que foi construída ao longo dos anos pela entrega ao Estado de valores que depois têm direito a receber quando se reformam. Como tal, não se trata de um subsídio nem de uma benesse, e se o Estado quiser reduzir ou eliminar este direito está a restringir o direito à propriedade. Este entendimento acabou por ser acolhido pelo Tribunal Europeu dos Direitos do Homem.

… é que depois as coisas são o que são e não o que as suas pobres cabecinhas queriam que fosse. A verdade é que a Ângela ganhou, mas não tem maioria no Parlamento pois, devido à regra dos 5%, o FDP (o CDS lá do sítio em matéria de muletas) ficou à porta e a maioria é dos partidos de Esquerda.

O que salvou a noite é que havia futebol para discutir e os severianosteixeiras não tiveram a eternidade para elaborar vacuidades palavrosas em cima do que não sabiam (nem nunca souberam).

Alemanha

Election Triumph: Merkel Victorious But Faces Tough Talks

Tive o prazer de conhecer a escola do ensino público do 1ºCiclo que é frequentada pelo filho do meu casal amigo alemão. Lá o ano letivo 2013/2014 já começou.
A turma é constituída por vinte alunos, sendo dois discentes da educação especial (um menino é autista e outro é praticamente cego).
A turma tem três professores na sala de aula (um deles é só para acompanhar os dois alunos da educação especial daquela turma).
Impressionou-me várias aspetos na escola: as boas condições físicas do edifício, as obras de arte realizadas pelos alunos que decoravam os corredores, o campo de futebol relvado na escola, o parque infantil para as crianças brincarem e o espaço verde à volta da escola.
Todos os dias, no final das aulas, um encarregado de educação vai para junto da passadeira da estrada que passa perto da escola, onde manda parar o trânsito para as crianças atravessarem essa estrada (usa colete e um sinal de trânsito).
Pedi autorização para tirar fotografias à sala de aula que é frequentada pelo filho do meu casal amigo.
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Alberto Miranda
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Não me parecem que esta sala seja frequentada por uma turma de 26 ou 30 alunos…

Merkels Krisenpolitik: Kanzlerin Gespaltene Zunge

Tradução chegada por mão amiga:

A política de crise de Merkel: língua-bífida da Chanceler
(Christoph Schwennicke)

A política de crise na Europa de Angela Merkel divide-se em duas partes incompatíveis: promessas aos aforradores e programas de estímulo económico aqui e imposto obrigatório duro a clientes bancários e obrigação de poupança para os outros. A ira dos países estrangeiros dirigida à Chanceler é compreensível.

Angela Merkel parece ter ficado incomodada com os paparazzi que a espiaram nas férias de Páscoa em Ischia e espalharam fotos da sua família patchwork. Até pode estar satisfeita por terem só sido os paparazzi e não uma multidão italiana furiosa.

A Chanceler é atualmente a figura odiada pelos países europeus. Ela é encarada como a mulher com o chicote, como Dominatrix alemã, que oprime os países em dificuldades e obriga a nível social e económico a poupar ao até ao limite do tolerável e, por vezes, para além disso. Em relação às medidas graves que estão a ser exigidas à Grécia e Chipre – sem desculpar a gestão financeira sem escrúpulos! – a “Agenda 2010” levada a cabo pelo seu antecessor Gerhard Schröder é quase um programa de wellness. Dito de outra maneira: também aqui o povo sairia às ruas e poderia queimar pneus empilhados, se Merkel fosse forçada a tomar as medidas que exige aos outros.

Assim, é inútil tomar uma posição na disputa sobre a justeza deste ditado de poupança. Talvez pessoas como o Prêmio Nobel Paul Krugman tenham razão quando fervem e usam palavras marcantes contra a política de empobrecimento europeia da Chanceler. Talvez os consultores que lhe recomendam exatamente esta via tenham também razão.

A Chanceler fala com língua-bífida

Não é preciso ter-se o Prémio Nobel da economia e também não é preciso ser consultor da Chanceler. Um olhar sobre a política de Merkel é suficiente para ver: Aqui há coisas que não batem certo. A Chanceler fala com língua-bífida, mede com duas medidas. A sua política parece seguir o slogan dos estudantes dos anos 70 que alteraram o nome de uma organização de ajuda internacional: “Brot für die Welt (pão para o mundo) – mas a salsicha fica aqui!” (alteração sublinhada)

Exemplo 1: o tratamento dos aforradores. Quando, há alguns anos, a crise começou também a atingir a Alemanha, numa noite no início de outubro de 2008, a Chanceler e o seu antigo Ministro das Finanças disse diante das câmaras que as economias dos alemães estavam seguras. Esta garantia nunca teve seguranças, como entretanto admitiu o ex-Ministro da Chancelaria Thomas de Maizière. Mas o sinal foi – e pode ser mantido: não tocamos nas vossas poupanças, venha o que vier.

Completamente diferente o caso actual de Chipre. Merkel e o seu actual Ministro das Finanças fizeram parte dos que inicialmente quiseram o dinheiro dos pequenos aforradores e finalmente acompanharam a solução dos 100.000 €. Merkel e Schäuble negam ter sido a força motriz no sentido de apanhar dinheiro aos pequenos aforradores. Mas, 1.º não há nenhuma discordância registada, 2.º é absolutamente inconcebível que algo foi ventilado e quase decidido, sem ter o Governo Federal alemão por trás.

Exemplo 2: A relação com programas de estímulos económicos. No tempo em que a crise financeira, após colapso-Lehman, ameaçou a Alemanha, a Chanceler recorreu em força às finanças públicas. 1,5 mil milhões de euros foi o valor dos prémios de abate VFV para prevenir que a indústria-chave alemã fosse arrastada pela crise. Mais de meio milhão de carros usados foram assim desmantelados; foram substituídos por 600.000 carros novos com 2.500 euros de ajuda do Estado por cada um. Com este excesso de carros novos de outrora luta a indústria automóvel ainda hoje porque o mercado ficou saturado. Porém, esta medida provou ter sido bem-sucedida.

Os (estados) vizinhos necessitados têm de poupar até “guinchar”

Ao mesmo tempo o governo iniciou um programa de estímulos com 50 mil milhões de euros, para estradas, edifícios, e tudo o mais que se possa imaginar. Ainda hoje “crescem” edifícios escolares, cujo planeamento remonta a este pacote e “alimentam os construtores alemães. Mas Merkel fechou-se completamente a esta lógica no caso dos vizinhos necessitados. Devem poupar até “guinchar”, cortar incentivos estatais e não aplicar “prémios de embelezamento” para hotéis e restaurantes – equivalente ao prémio de abate VFV alemão. Portanto, não se trata da questão se Krugman tem razão quando, quase obcessivamente, rotula Merkel de dim-witted, ou seja, que tem dificuldades de compreensão. Também pode dar-se o caso de que muitas críticas vindas de pessoas proeminentes provam como a política pode ser acertada. Não se devem necessariamente sentir desencorajados – quando o jornal britânico Economist, numa das melhores capas dos últimos anos, deixa afundar o petroleiro The World Economy até ao fundo do mar e num balão de texto da torre pergunta: Please can we start the engines now, Mrs Merkel?

Não. Não são os sabichões atrevidos do estrangeiro, que nos fazem realmente pensar. É a política de Merkel aqui na Alemanha que falsifica a sua política nos países em crise no sul da Europa e com isso alimenta a ideia: a ira contra a Dominatrix alemã é inteiramente justificada.

Peer Steinbrück: ‘Merkel’s One-Sided Crisis Management Is a Mistake’

Stubborn and Egotistical: Europe Is Right to Doubt German Euro Leadership

O ministro do Desenvolvimento alemão, Dirk Niebel, apelou que os produtos à base de cavalo retirados do mercado por terem um rótulo falso sejam distribuídos aos pobres, numa entrevista ao diário Bild publicada este sábado.

A inspiração deve ter sido recolhida em Portugal, em meados de 70, quando em certas zonas do país se tornou comum a existência de talhos assumidamente especializados na venda de carne de cavalo.

Na língua original:

Deutschland wiederholt Fehler der Vergangenheit

Der OECD-Bericht bescheinigt den Euro-Krisenländern große Reformfortschritte. Deutschland hingegen wird gerügt – mit Recht. Denn dank der vergleichsweise guten Lage fehlt der Politik der Reformeifer.

A tradução:

Alemanha repete erros do passdo

O relatório da OCDE conclui que os países da zona euro afectados pela crise fizeram grandes progressos nas reformas. A Alemanha é, no entanto, repreendida – com razão. Apesar da situação comparativamente favorável falta à política impulsos de reforma. Por Tobias Kaiser

Foto: dpa Chancelaria em Berlim: A OCDE lança uma luz pouco lisonjeira ao governo federal alemão

A Alemanha está cansada de reformas, assim pode ser resumido o actual balanço da reforma da OCDE. (aktuelle Reformbilanz der Organisation für Zusammenarbeit und Entwicklung (OECD). Os peritos da OCDE avaliaram o empenhamento nas reformas dos governos dos seus estados membros nos dois últimos anos e, nesta comparação internacional, a Alemanha cai para um lugar muito remoto.

Mas porquê fomentar alterações incómodas? A economia desafia a crise da zona euro, o mercado de trabalho está tão robusto como já não estava há décadas e as receitas dos impostos jorram. Em tempos tão bons, os políticos precavêm-se de “incomodar” os eleitores preferindo reclamar os louros do actual desempenho da economia.

A Política repete assim erros do passado. Em tempos bons falta a pressão para reformar – e os governos preferem ficar inactivos. E isto apesar de numa economia florescente poupar e reestruturar doer menos. Quando a economia está debilitada, as consequências das reformas são muito mais dolorosas.

  • População paga um preço alto por reformas

Os países europeus em crise deixam isso perfentamente claro. Há pouco reformaram fundamentalmente os seus mercados de trabalho, os sistemas de segurança social e os sistemas fiscais – conduzidos pela pressão dos mercados e pelas exigências dos credores europeus e de Washington.

À beira da falência nacional, a população paga um preço alto por essas reformas. Berlim devia olhar com cuidado para o que se lá passa. Nos países em crise a política esperou demais.

Para quem domine a língua…

Steinbrück wirft Merkel “Spardiktat” in Europa vor

Eine “Last-Minute-Kanzlerin” mit Neigung zum “Nicht-Handeln, Noch-nicht-Handeln und Lavieren”: SPD-Kanzlerkandidat Steinbrück findet scharfe Worte für das Verhalten Merkels in der Euro-Krise. Mit ihrer Politik bringe die Kanzlerin andere Länder in “Depression und Verelendung”.

Com tradução amiga:

Steinbrück acusa Merkel de “ditado de poupança” na Europa

Uma “Chanceler-Last-Minute” com tendência para “não-agir, ainda-não-agir e esquivar”: O candidato a chanceler SPD Steinbrück usa palavras contundentes para classificar comportamento de Merkel na crise do €uro. Com a sua política, a Chanceler leva outros países à “depressão e pobreza”.

O adversário, Peer Steinbrück (SPD), acusou a Chanceler Angela Merkel (CDU) de co-
-responsabilidade pelo “ditado de poupança” maléfico na Europa. Steinbrück disse no Bundestag que o governo alemão tinha sido a força motriz da redução de custos nas negociações sobre o plano de financiamento da UE “leva outros países cada vez mais para a depressão e pobreza”. O modelo é inadequado para a promoção do crescimento.

O candidato do SPD a chanceler acusa Merkel de ter procurado uma “perniciosa aliança de cortes” com o primeiro-ministro britânico David Cameron na recente cimeira da UE

“Quem no futuro quiser mais Europa precisa de parceiros que vêm o seu futuro também na Europa”, disse ele em relação à forte posição dos eurocépticos na Grã-Bretanha. Steinbrück criticou o anúncio de financiamentos adicionais contra o desemprego juvenil como “publicidade enganosa macabra”, uma vez que resultam da poupança em outros fundos.

Steinbrück desafia Merkel a manter a palavra na rápida introdução de um imposto sobre transacções financeiras. Daí também dependerá o apoio da oposição em possíveis outras medidas contra a crise. Steinbrück classificou Merkel de “Chanceler-Last-Minute” com tendência para “não-agir, ainda-não-agir e esquivar” …

Querem seguir os exemplos germânicos? Escolham as partes boas…

Eklat um Doktortitel: Schavan tritt als Bildungsministerin zurück – Wanka übernimmt

Plagiou? Mesmo sem a decisão ser definitiva… foi demitida.

Por cá?

Andam uns a relvar o Estado e a meter sintéticos no Governo.

E o Nuno aguenta? Claro que aguenta!

 

Berlin: A Grim Christmas for Many. Urban Poverty in Germany. Homelessness in the Inner City

Winter exposes the social decline in Berlin more revealingly than any other season, especially around Christmastime. Bitter conditions drive the homeless into the inner city to seek shelter. Special “winter buses”, operated by aid agencies, search the streets, bridges and back courtyards to offer relief to the needy. The number of starving, freezing people increases outside the city’s soup kitchens.

O ensino dual alemão é uma maravilha e pode ser importado com ganhos entre nós?

Quiçá…

Em especial se evitarmos (o que é difícil porque os empresários já mandaram dizer que não é exequível o que o MEC quer), coisas como estas:

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Mais de metade dos participantes nestes anos (cerca de 60% em 2006) frequentavam escolas vocacionais que não permitiam certificação das aprendizagens ou então não tinham qualquer contrato de estágio.

Ou seja:

The current transition system is both inefficient and costly
Current arrangements to take care of students at risk of leaving the system with very poor qualifications are problem-ridden. The transition system has been characterised by stakeholders as being not a system but a ‘jungle’, with a confusing variety of isolated measures that too often fail to lead to successful outcomes.
On average, transition participants attend 1.3 programmes and spend a total of almost 17 months in the transition system. Often transition system programmes do not lead to a full qualification. Relatively few of those exiting a transition measure immediately begin a training course leading to a full qualification (Beicht, 2009). Only a third find an apprenticeship place and many become unemployed (Baethge, Solga and Wieck, 2007).

O estudo tem 2 anos e é da amada OCDE.

O desperdício? Mais de 2 mil milhões de euros por ano, ou seja metade do anunciado buraco do nosso Estado Social. 5800 euros de custo por aluno (bem acima do nosso) sem qualquer garantia de entrada no mercado de trabalho qualificado.

Os ramirílios contam-nos isso nos seus blogues e na propaganda enviada para a comunicação social?

Claro que não!

A mentira e o engano tornaram-se a sua forma natural de estar.

Repito que as opções políticas são legítimas e que, tendo apoio eleitoral e da opinião pública, devem ser desenvolvidas.

Mas com informação clara sobre as consequências. Entre nós, a propaganda em decurso sobre o ensino profissional e/ou vocacional e/ou dual (está tudo muito confuso, pois não se percebe bem como se articulam as coisas… parecendo estarem à espera da chegada de consultores externos) dá a entender que a coisa vai permitir a criação de uma mão-de-obra especializada em profissões de potencial sucesso no futuro.

Pois… quiçá…

Só que os dados mais recentes para a própria Alemanha são ambíguos. Quanto às raparigas, o que impera são vocações terciarizadas, de profissões tradicionalmente mal pagas e precárias,implicando escassa formação especializada. No caso dos rapazes, saltam à vista ocupações ligadas a um tipo de indústria que os nossos governantes foram pacientemente deixando dizimar. Sim… temos a Autoreuropa, mas é só uma.

 

Eu aceito que cada um tenha as suas opções. Apenas acho que devem ser apresentadas de forma clara. Nem interessa se concordo ou discordo. Mas a realidade é que o sistema de ensino alemão, em particular no que ao Ensino Vocacional diz respeito, e mesmo com base em publicações oficiais alemãs, encaminha grande parte dos alunos que o frequentam para um ensino intermédio, com baixas expectativas de chegar à universidade.

Eu percebo que não adianta tirar cursos universitários sem saídas profissionais mas… é bom que se assuma que o modelo que se pretende copiar é o que se destina a encaminhar os jovens portugueses para vias profissionalizantes que, entre nós, têm um mercado de trabalho com oportunidades igualmente baixas.

No primeiro quadro verifica-se que as hipóteses dos jovens portugueses chegarem à Universidade são mais altas do que as dos alemães, embora abaixo da média da OCDE.

Quanto segundo demonstra como também estamos melhor posicionados do que a Alemanha no número de jovens entre os 24 e 29 anos, com Educação de nível pós-secundário, integrados numa profissão, em especial no que se refere às mulheres.

Claro que é legítima esta via de limitação das expectativas académicas dos jovens adultos, mas é bom que isso seja assumido com clareza.

Eu sei que é popular aquela coisa do aprender uma profissão. O problema é que entre nós gostaria de saber que profissões é que estão a dar.

… via Deutsche Post e CTT Expresso os mais recentes relatórios sobre ensino vocacional e dual do Ministério da Educação Alemão, encomendados online há 10 dias e que eles enviam, gratuitamente, para qualquer ponto do mundo (em tempos larguei 25 euros por um volume de estatísticas oficiais do então ME nacional). Há que reconhecer a eficiência pois, em Portugal, há 2 semanas que espero pela entrega de um livro depois de já o ter pago.

Isto também demonstra que, se não é para copiar e fazer franchising, não há necessidade de viajar e andar a assinar coisas gastando dinheirinho dos contribuintes…

A um primeiro olhar, que não dá para mais agora, as profissões mais escolhidas estão muito mais ligadas aos serviços do que à indústria. Mesmo por lá. Sales assistant… and so on… coisas que implicam imeeeensa formação politécnica. E instalações, claro.

Afinal, se a lógica é a do empobrecimento, isso também se deve estender aos graus académicos.

In most OECD countries, intergenerational upward mobility in education is more common than downward mobility – in other words, the percentage of young adults who achieve a higher level of education than their parents is greater than the percentage that achieves a lower level. However, this is not the case in Germany, where 20% of 25-34 year-old non-students have attained a higher level of education than their parents, and 22% of people in this group have attained a lower level (OECD average: 37% upward mobility, 13% downward mobility). Estonia and Iceland are the only other OECD countries in which intergenerational downward mobility in education is more prevalent than upward mobility.

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