Agora Chama-se Ensino Vocacional


… mesmo a tempo das eleições.

Para quem criticava as NO não deixa de ser caricata esta forma de “combater o insucesso” e certificar a esmo.

Basta ler o artigo, para perceber o que os próprios directores dizem desta coisa vocacional destinada a afastar das pautas muitos milhares de indesejáveis.

EXp21Mar15

Expresso, 21 de Março de 2015

 

Por isso, na OCDE, como há muitos estudos e especialistas a gosto, cada ministro tem sempre por onde escolher (ou a quem encomendar) a legitimação “externa” das suas políticas.

Aposta de Crato no ensino profissional destacada pela OCDE

Relatório anual sobre reformas na Educação aponta exemplo das medidas que têm vindo a ser implementada desde 2012.

Giro, mesmo giro, será ler ou ouvir o Ramiro Marques, que tanto zurziu os estudos da OCDE a favor das NO de Sócrates, a engalanar-se com este.

 

Reproduzir o modelo alemão do sistema dual em Portugal implicaria despedir metade dos professores dos ensinos básico e secundário”, alerta José Luís Presa, presidente da Associação Nacional de Escolas Profissionais (ANESPO). Quase dois terços do período de formação passaria a ser passado nas empresas e apenas um terço do tempo nas salas de aula da escola tradicional, o que reduziria drasticamente o número de docentes necessários. Esta foi uma das questões levantadas na Conferência “Ensino Profissional em Portugal e Sistema Dual na Alemanha” que juntou peritos portugueses e alemães na Escola Profissional de Imagem na semana passada.

Fazer isto a partir dos 13 anos, quando legalmente a miudagem nem pode trabalhar, é uma ganda malha cratino-ramirília.

Returns to vocational education in Portugal

(…)

Estimates revealed a wage advantage for workers with vocational education vis-à-vis workers with general education, in the beginning of the career. Particularly, accounting for both workers’ and firms’ characteristics, the former group earns on average around 2% more than the latter. However, the earnings of vocationally educated workers grow at a slower rate and are surpassed by the earnings of generally educated workers at around eight years of experience. Such wage-experience profile is more pronounced in the case of vocational courses of level III when compared to other job-oriented tracks.

São vocações!

Angela Merkel diz que Portugal e Espanha têm demasiados licenciados

Chanceler alemã defende que facto impede que os dois países valorizem o ensino vocacional.

E como nem a miudagem nem tem de fazer os exames que o MEC diz serem a marca de rigor do sistema, as escolas que mais empurrarem os alunos mais “vocacionados” para a serralharia e a pintura de automóveis, melhores resultados conseguem e sobem nos rankings e tudo.

É toda a gente a “ganhar”.

Uns, as migalhas, mas muito alegretes (incluindo os capatazes locais dos patrões germânicos), os outros o bolo todo, tipo floresta negra, a abarrotar de natas e frutos das silvas.

(longe de mim – gesundheit! – insinuar que a Alemanha tem tido ao longo de menos de 150 anos de História, demasiadas pulsões… coiso… em relação aos outros países… sei lá…)

CURSOS VOCACIONAIS ENSINO BÁSICO- Candidaturas Aprovadas – 2014/2015

Rede de Cursos de Ensino Secundário Recorrente 2014/2015

Rede de Cursos de Educação e Formação de Adultos 2014-2015

Rede de Cursos Profissionais – 2014/2015

As turmas constantes do mapa de rede aprovado só são consideradas em definitivo após a respetiva validação na plataforma SIGO


Português Para Falantes de Outras Línguas (PPT)
Oferta formativa de setembro a dezembro de 2014

Conselho Nacional de Educação teme que novos cursos vocacionais sejam dados por “operadores” alheios à escola

CNE avisa que há alunos com NEE desamparados na atual legislação

(…)

O CNE considera que é urgente identificar as respostas para os alunos com Necessidades Educativas Especiais (NEE) para diminuir o tempo entre essa referenciação e a adoção de medidas educativas especiais. O CNE recomenda, por outro lado, que sejam acauteladas medidas de apoio através de uma intervenção precoce às crianças que tenham de adiar o ingresso na escola. Sugere uma medida educativa adicional que permita a adaptação do currículo às necessidades educativas dos alunos, mais flexível do que a medida “adequações curriculares individuais”. E não esquece o papel dos pais e encarregados de educação que, em seu entender, devem ter um papel ativo neste processo de construção de programas mais ajustados.

O CNE defende uma definição clara do perfil e competências dos docentes de educação especial, a definição de critérios rigorosos de recrutamento desses profissionais, bem como mecanismos legais que permitam a estabilidade, fixação ou recondução, desses técnicos. Nesse sentido, propõe “que sejam desenvolvidos processos urgentes e rigorosos de regulação dos cursos de formação especializada que revelam para o recrutamento de docentes de educação especial, com particular incidência na sua qualidade científica e na componente de prática pedagógica dessa formação”. Na sua opinião, os cursos de especialização em educação especial devem englobar unidades específicas para que os docentes adquiram estratégias e instrumentos de intervenção. E avisa que, com urgência, deve ser elaborado um plano de formação contínua para todos os intervenientes no processo de ensino e de aprendizagem de crianças e jovens com NEE, desde docentes a não docentes.

(…)

“Sistema independente”
O projeto de diploma que aprova o regime jurídico do Ensino e Formação Profissional Dual também foi analisado pelo CNE. No seu parecer, a estrutura entende que na fundamentação deveria constar, de forma clara, que o ensino dual corresponde apenas à via de ensino e formação profissional – componente da oferta abrangida pelo alargamento da escolaridade obrigatória. E considera excessiva a expressão que este ensino deve ser “a grande aposta”. O reforço do ensino profissional é bem visto, tal como o envolvimento que esse sistema permite entre várias entidades. Mas há uma observação. “Não se pode no entanto aceitar que este reforço possa ser realizado à custa de uma redução da formação científica e cultural, que é tão necessária para a qualificação dos alunos e para a sua adaptação à variabilidade das condições do mercado de emprego”.

Naquela tarde, Iavé entreteve-se a criar o céu, a terra e atrás dos quintais.

E ficou cansado.

E decidiu criar uma cadeira: “Faça-se a cadeira!”

«puff!»

 

Reunidos no Templo, os iaveístas aplaudiram maravilhados: “Olhai, é um pufe!”

 

… ao ramirismo vocacional.

Em nome de mais autonomia e liberdade de escolha? 👿

Governo quer harmonizar ofertas educativas no ensino profissional

… que os nossos especialistas ramiristas é que sabem.

Grade 8 too young for kids to choose between applied, academic streams, report says

”Upper secondary” grades better time to offer such choices to teens, says People for Education and OECD

Se os cursos foram criados à força, por pressão da tutela, que quer assim aliviar os encargos financeiros, transferindo parte da carga lectiva para fora das escolas…

… e não venham dizer que a culpa é dos professores, porque foi o MEC que decidiu atropelar todas as alternativas ao amado vocacional de inspiração teutónica, não autorizando a criação de outros cursos ou a abertura de turmas de outras variantes que já estavam no terreno, algumas delas com provas dadas no encaminhamento dos alunos.

Ensino vocacional descarta interesses dos alunos

Antes de mais o relatório relativo ao Ensino Vocacional (RelEnsVocacional), pseudo-panaceia que se pretendeu generalizar no presente ano lectivo. O relatório foi divulgado a pedido do grupo parlamentar do PCP e é uma coisa ao nível de um trabalho de licenciatura, com a curiosidade de ser feito por uma equipa fortemente marcada por defensores do projecto, ligados directamente à sua implementação.

As evidentes carências (método de escolha e contexto das escolas envolvidas, comparação com os dados de experiências internacionais, inquéritos anedóticos, bibliografia minimamente adequada e apresentada segundo regras básicas de um trabalho deste tipo) do relatório parecem apropriadas a toda esta apressada e atrapalhada “experiência-piloto”.

Fica aqui como exemplo de 2013 como um ano que, na Educação, foi pleno de disparates e aplicação abusiva de medidas com deficiente preparação e avaliação. O que se vai conhecendo do que se passa em muitas escolas desde Setembro é muito complicado, aguardando-se que tipo de relatório será apresentado daqui a um ano.

Vou esperar por conhecer o relatório feito sobre a experiência-piloto relativa ao ensino Vocacional antes de elaborar mais do que o que se segue sobre o assunto.

Mas, a confirmar-se o que hoje apareceu nas notícias, o que se está a passar é muito grave, mas já não espanta, em especial conhecendo a sinuosidade intelectual do grande promotor da experiência.

Ou seja… foi feita uma avaliação… essa avaliação não foi favorável por parte dos directamente envolvidos, mas o MEC decidiu ignorar isso e continuar a vender a coisa e quase a obrigar a sua generalização, forçando ao mesmo tempo o encerramento das alternativas a essa via vocacional.

E o relatório só se conheceu depois, em timing adequado, por forma a não perturbar o marketing agressivo junto das escolas que levou a encaminhar para turmas vocacionais tudo o que pudesse mexer para apresentar números gordos.

Repito: mesmo conhecendo as falhas evidentes ao nível da transparência de procedimentos de quem está envolvido na imposição da coisa vocacional este parece-me ser um novo patamar de indignidade. A menos que, entretanto, se descubra que a avaliação foi munta boa e elevou imenso a auto-estima dos alunos envolvidos. Como se fazia com os relatórios relativos às Novas Oportunidades no tempo d@ outr@ senhor@.

Cursos do ensino vocacional “chumbados” pelos próprios professores

O ensino vocacional adequa-se pouco aos alunos que frequentam esta formação. É a opinião dos professores destes cursos.

Uma opinião que surge no relatório que faz o balanço da experiência piloto do ensino vocacional, e que foi já foi enviado à comissão de educação.

Arab Ministers agree to boost vocational education quality at ETF Policy Leaders´ Forum

… a avaliar pela propagando do mais firme defensor do modelo alemão.

Ensino vocacional de nível secundário chega este ano a 22 escolas

Mas esperemos para ver no que dá algo que é declarado um sucesso á moda antiga, quando ainda não se conhece publicamente qualquer avaliação a sério, a não ser a de quem promove a iniciativa e a quer generalizar à maneira das antigas experiências-piloto dos anos 90 que corriam sempre fabulosamente nas primeiras 10 escolas, só falhando quando se queria que tudo fosse replicado de forma generalizada.

Em Setúbal, o ministro declarou que o ensino vocacional está a ser um sucesso e que vai proporcionar aos alunos o acesso imediato a uma profissão, sem fechar as portas ao prosseguimento dos estudos. “A experiência do vocacional, que está a decorrer com muito sucesso pelo país todo, que decorreu no vocacional do ensino básico e que agora se estende ao ensino secundário, é uma dessas alternativas que queremos oferecer aos jovens”, disse na secundária Sebastião da Gama, ouvido pela Lusa.

“É uma oferta que permite aos jovens um tipo de ensino mais prático e que conduza imediatamente a uma profissão, sem fechar portas ao prosseguimento dos estudos e a outras alternativas”, disse Nuno Crato, lembrando que, ao mesmo tempo que os alunos têm contacto com a profissão, continuam a aprender outras matérias fundamentais na escola.

(…)

O ensino vocacional foi lançado no ano lectivo de 2012/2013 em 13 escolas do ensino básico, igualmente como experiência-piloto, abrangendo 285 alunos. Foi na altura apresentado como uma resposta para alunos com 13 anos ou mais e várias experiências de insucesso escolar, que ofereceria um primeiro contacto com diferentes profissões e permitia concluir o 3.º ciclo num ano, ou em dois, em vez dos três regulares. Este ano foi alargado a mais de 500 estabelecimentos de ensino, integrando cerca de nove mil estudantes.

Estou aqui é com um problema como rácio de 9000 alunos para 500 escolas. O resultado não me dá satisfatório. Afinal são menos de 20 alunos por turma, partindo do princípio que só há uma turma por escola? estava convencido que tinham obrigado a que fossem mais…

Os números parecem quase coincidir, embora neste momento a relação causal ainda não exista. Mas, quando se atingirem as metas do Governo/MEC para alunos em cursos de linha paralela à regular, sem estímulo para a frequência da Universidade para muitos dos restantes, o mais certo é descermos para valores ainda mais complicados num país tradicionalmente subqualificado.

Mas como o projecto é o do empobrecimento, incluindo o académico, penso que se está no caminho certo. E então daremos cartas na Europa dos técnicos de restauração,da  informática para totós e da canalização.

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João Grancho: “Este ano, cerca de 43% dos alunos já vão frequentar cursos profissionais”

O ensino “vocacional” – este é um dos exemplos maiores de como uma ideia com potencialidades positivas se pode transformar num enorme equívoco ao pretender-se que seja a solução única para os alunos com problemas de insucesso escolar. A existência de um via profissionalizante no ensino para os alunos que têm dificuldade em seguir o currículo regular não é má, muito pelo contrário. O erro está em associá-la a alunos com insucesso repetido – o que afasta logo outros potenciais interessados, por se perceber que é uma via de 2ª ou 3ª ordem – e a querer que substitua tudo o que antes existia (PCA, CEF) por mero preconceito político ou ideológico, não percebendo que não é correcto existir uma solução única para todos os alunos que revelam problemas de adaptação ao percurso curricular normal, em especial num contexto de redução extrema dos casos admissíveis como NEE. Por outro lado, se é verdade que a aposta numa ligação ao mundo do trabalho pode ser vantajosa para alunos perto do fim do seu percurso escolar (agora de 12 anos), já parece um pouco desajustado esperar que o façam logo no 5º ou 6º ano, com 13 anos, apenas porque repetiram dois anos seguidos, sem que se faça um diagnóstico correcto das razões dessas repetências. Porque podem existir casos de desajustamento da atitude, mas também de problemas no ritmo ou estilo de aprendizagem, não esquecendo ainda problemas de índole familiar que não é raro conduzirem a uma instabilidade no desempenho dos alunos ou mesmo uma perturbação quanto Às matrículas, transferências a meio do ano, etc, etc. Só que os promotores do “ensino vocacional” decidiram que esta é a solução única – a matriz totalitária está lá nesta forma de encarar as coisas – e que o ensino básico e secundário é para ser feito à velha moda de duas vias, a regular para quem quer ir para a Universidade e a “outra” para os que cedo são tidos como matéria prima para o “trabalho” não especializado, mesmo que agora se apresentem já opções de prosseguimento de estudos curtos no ensino politécnico. E é aqui que se nota de forma muito clara que esta via serve em primeiro lugar outros interesses que não os dos alunos. Não apenas porque é desenhada de forma a “salvar” um certo nicho académico como, pelo facto destes alunos não terem necessidade de fazer exames a menos que sejam como auto.-propostos, se percebe também que é um método excelente para melhorar as estatísticas de sucesso em provas finais/exames do Ensino Básico. Varrem-se para o vocacional todos aqueles que revelam maior risco de chumbo e as estatísticas melhoram à medida que esse ramo curricular for aumentando o seu peso no universo dos alunos do Ensino Básico. E depois há um detalhe que não pode ser esquecido: a aposta na formação de mão de obra técnica especializada está certa num contexto de crise como forma de alimentar uma futura retoma económica. o problema é quando essa formação é assumidamente para os “indesejáveis” nas turmas regulares e para aqueles a quem outras soluções menos básicas ficariam mais “caras” ao orçamento do MEC. Até porque, nunca o esqueçamos, esta via, por diversos estratagemas, é um truque para desorçamentar parte dos encargos do MEC com estes alunos, transferindo-os para o ministério da Economia. E são tudo vantagens: limpeza das turmas regulares, aumento do sucesso estatístico e redução dos custos. Não admira, portanto, que se queira que esta via atinja não sei quantos mil por cento de alunos em pouco tempo. Nem que para isso se encerrem cursos e turmas de outras vias encaradas como concorrentes. E uma espécie de prática “monopolista” que de “liberal” tem zero.

… ao que me está fielmente atribuído na peça do DN de hoje sobre a generalização do chamado ensino vocacional.

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E o que tenho a acrescentar é que há poucas pessoas no país que tenham criticado mais este tipo de soluções de produção acelerada de “certificação” do que Ramiro Marques e Nuno Crato durante os governos de José Sócrates, sendo especiais alvos seus governantes como Valter Lemos e a sua ideologia prática do sucesso a qualquer custo.

Ambos foram críticos acérrimos de todas as estratégias que consideravam facilitistas para concluir ciclos de escolaridade com cargas curriculares aligeiradas e durações encurtadas.

Em especial o Ramiro dedicou posts sobre posts ao que acusava de ser um laxismo de tipo socialista que encobria os problemas com soluções manhosas.

Ora… este vocacional a partir dos 13 anos para bi e tri-repetentes, quando a escolaridade se alargou para 12 anos, mais não é do que da criação de um corredor de 2º linha (vão para eles apenas os maus alunos) ao lado do regular que vai permitir certificar muita miudagem com cargas horárias aligeiradas das disciplinas problemáticas para o sucesso e um currículo em forma de leque de ofertas tutti-frutti na vertente vocacional, sendo claro que não permite qualquer certificação profissional.

Mas tudo bem… se fosse uma alternativa, ainda se percebia. Mas ao querer-se a generalização apressada (à moda das antigas experiências piloto dos tempos de Ana Benavente e do IIE que tantas críticas mereceram) de uma experiência piloto numa dúzia de escolas cuja avaliação nem sequer foi divulgada (mas terminará em estudo tipo-IIE) e de um modelo que pretende levar à extinção de outras vias, esperar-se-ia um maior cuidado do que o da “varridela” dos incómodos das turmas regulares.

Porque entre quem repete e tem dificuldades há vários perfis e isso tinha alguma correspondência na diferença entre as turmas PCA e CEF, que não deveriam ser apenas relativas à idade dos alunos mas também às suas dificuldades.

Ora… o ensino vocacional pretende homogeneizar tudo numa solução única, que visa despachar os alunos com insucesso o mais depressa possível para atingir metas de sucesso, no que pouco se distingue de medidas antes colocadas em prática pelos governos anteriores.

A ligação ao mundo empresarial é ilusória, pois estes alunos não podem legalmente trabalhar, sendo que a carga horária de formação em contexto de trabalho é demasiado elevada para ser mera “simulação”.

Ou melhor… é mesmo mera simulação. Aquilo que Nuno Crato e Ramiro marques tanto criticaram aos governantes socialistas facilitistas.

Eu também criticava e continuo a criticar.

Não chega criticar’ Há que apontar outro tipo de medidas?

Facilmente…

Bastaria retocar o funcionamento dos CEF e dar mais autonomia à estrutura curricular dos PCA, assim como reforçar as equipas dos SPO das escolas. Não era necessário qualquer grupo de trabalho, experiência-piloto, equipa de avaliação e mais umas coisinhas que afagam o ego dos que gostam de passear pelos corredores.

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