Adormecidos


 

o fim do PREC. E o início das FP25. Um dos seus advogados defensores, armado de bonomia, regressou do indefensável ao indefensável.

 

 

pá!

 

 

quem é quem?

Vaidoso.

oiçam, o vento mudou

Há um traço comum a todos aqueles que, cá no país, entram em acordos com o Governo depois de situações conflituais. Claro que não falo daqueles que fazem outro tipo de acordos, os que se saldam em milhões em contratos de prestação serviços ou parcerias (se possível público-privadas).

Refiro-me aos que têm algo a perder e que, depois de tentarem lutar contra isso, fazem acordos como se não soubessem que as condições dos mesmos serão desrespeitadas ou que, em alternativa, serão cilindradas pela alteração da conjuntura, de preferência a internacional.

O caso da ANMP é apenas mais num. Tão patético no seu voluntarismo quanto outro acordo… Não é que as câmaras sejam um modelo de gestão, mas nunca esperei tamanha ingenuidade…

Realmente a teoria do cházinho deve mesmo ser correcta.

Estado deve 176 milhões de euros às câmaras

Ministério da Educação deve 76 milhões às autarquias