A Vidinha


… considero que é melhor não reagir e ficar calado – para não criar chatices que a vida são dois dias – quando me defronto com disparates, parvoíces ou apenas manifestações despropositadas de competências que – a bem dizer – ninguém viu demonstrar.

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… o desgaste pessoal que vai fazendo com que eu tenha começado a reduzir imenso – e até com pesar meu – a aceitação de convites para ir conversar ou debater aqui ou ali temas que muito me interessam.

O meu lamento por ter recusado idas a Odemira (seria já amanhã), Tondela (esteve marcado para Janeiro), Idanha-a-Nova (era para Março) ou mesmo, embora sem decisão final, a Felgueiras. Depois da ida a Aveiro, penso ir a um debate em Lisboa e talvez outro em Odivelas, mas a decisão é mesmo a de reduzir drasticamente um esforço que dá gozo pessoal pelos contactos estabelecidos e mantidos, mas que vai pesando e retirando tempo ao descanso e à família, a grande sacrificada por estas coisas.

Vai sendo tempo de me lembrar que já fui mais novo, que agora tenho mais horas de trabalho e tenho aturado muita gente doida ao longo destes anos e não falo apenas daquele tipo de submarinos que nem dão comissão.

… tendo sido informado que poderia, durante a inquirição e conforme as minhas declarações, passar a arguido. O que não aconteceu, como é natural, pois não cometi quaisquer actos criminais e isso é por demais evidente, no meu escasso entendimento.

O curioso é que uma das duas criaturas que levantaram este processo, me apareceu ontem, apresentando-se “de carne e osso” para me dirigir algumas observações abusivas.

Quando a questionei sobre a razão porque tinha hoje de ir prestar declarações teve a distinta e rematada lata de me dizer de não saber de nada, embora eu hoje tenha disto a sua assinatura e nome na autoria do processo.

E é assim que conhecemos com quem lidamos.

(e este post não tem direito a comentários porque, ao contrário de outras pessoas, eu não tenho tempo para criancices…)

… com a zona central a não obedecer pelo que não dá para escrever agora grande prosa sem uma vogal e a v´rgula – notaram a vogal ausente? – pelo que só posso postar algo bom em forma de boneco.

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Ligam, quando se atende desligam, sendo impossível ligar para trás.

Quer-me parecer que é alguém chateado comigo porque não gosto de telemarketing e a vingança é ligarem desta forma para o fixo e tm a qualquer hora. Foram para os bloqueios automáticos, mas é interessante ver que já começaram a trabalhar esta semana. São apenas alguns que registei, para que cosnte.

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… mas um tipo já fica feliz por conseguir chegar mais ou menos em estado são a uma semana da mini-pausa do Carnaval.

Há uma situação, dentro ou fora de portas da aula, que infringe claramente as regras básicas da convivência em espaço escolar? Participa-se a ocorrência o mais depressa possível em documento apropriado e dá-se a conhecer ao DT ou órgão de gestão de forma concisa e objectiva.

Sendo-se DT e sendo a ocorrência grave, encaminha-se para o órgão de gestão, sugerindo a abertura de procedimento disciplinar. Se é por acumulação de “amarelos”/participações, o procedimento automático está previsto na lei e não carece de se andar a bater a nenhuma porta, pedindo autorização ou sugestões.

O órgão de gestão, defendendo a sã convivência em espaço escolar, dará naturalmente encaminhamento ao que lhe chega, tudo se desenvolverá a contento e sem necessidade de muita conversa em redor. As penas de carácter disciplinar devem ser usadas de acordo com o bom senso, mas igualmente seguindo a necessidade de manter o respeito por todos.

No caso de EE malcriados e que servem de exemplo (mau) aos seus educandos, pode sempre apontar-se o caminho da esquadra mais próxima, pois a parte das comissões de tal e coiso é para esperar deitado de tanta freguesia.

Claro que há excepções a estas regras muito básicas, mas são isso mesmo, excepções.

O latim gasto em redor disto tudo pode ser radicalmente reduzido e a energia gasta em queixumes encaminhada para coisas mais úteis.

Muita coisa também depende apenas de nós.

E isto é escrito por um tipo que só manda um@ alun@ sair da sala quando está mesmo a chatear os colegas para além do razoável.

 

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