A Prova Do Tempo


… o desgaste pessoal que vai fazendo com que eu tenha começado a reduzir imenso – e até com pesar meu – a aceitação de convites para ir conversar ou debater aqui ou ali temas que muito me interessam.

O meu lamento por ter recusado idas a Odemira (seria já amanhã), Tondela (esteve marcado para Janeiro), Idanha-a-Nova (era para Março) ou mesmo, embora sem decisão final, a Felgueiras. Depois da ida a Aveiro, penso ir a um debate em Lisboa e talvez outro em Odivelas, mas a decisão é mesmo a de reduzir drasticamente um esforço que dá gozo pessoal pelos contactos estabelecidos e mantidos, mas que vai pesando e retirando tempo ao descanso e à família, a grande sacrificada por estas coisas.

Vai sendo tempo de me lembrar que já fui mais novo, que agora tenho mais horas de trabalho e tenho aturado muita gente doida ao longo destes anos e não falo apenas daquele tipo de submarinos que nem dão comissão.

… mas um tipo já fica feliz por conseguir chegar mais ou menos em estado são a uma semana da mini-pausa do Carnaval.

Manuel Jarmela Palos vê assim prolongada uma missão que já desempenha desde Abril de 2005 e no ano em que faz também 20 anos de carreira no SEF.
Será o terceiro mandato consecutivo, todos por escolha de Governos liderados por José Sócrates, o primeiro com nomeação de Antonio Costa, e os outros dois já pela mão de Rui Pereira.

 

logo tu?

 

 

Pagar a taxa da prova.

Estou em luta.

pá?,

ou estão novamente em estado de juntice?

Antes que apareça o Marcelo armado em profista a explicar a falsa piada, aquilo a que chamará a quaisi piada, explico eu.

O alvo não se dirigiu aos portugueses em geral, foi em particular aos portugueses.

Daí não vinha mal ao mundo mas…

Aqui o Fafe já está aborrecido com relvadices demais, eu não pago a um funcionário para me deslustrar. Para me ofender, para se armar em Eça sem aprersentar a família? Para isso tenho seguro.

Cuidado, eu consigo despedir-te.

Bom Inverno. Abrangente e para todos.

… é de molde a fazer-nos acreditar que, um dia, o socratismo passará por algo similar?

Dias Loureiro, Duarte Lima e Oliveira e Costa não foram meros figurantes de então. Pelo contrário, continuaram protagonistas até há bem pouco tempo.

Isaltino Morais e Valentim Loureiro são parentes (bem) mais afastados, mas navegaram águas próximas.

Pode não dar em nada,mas pelo menos percebe-se agora melhor como se construíram certos sucessos privados.