A Papelada


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E, já agora, com que autoridade acrescida sobre os colegas de profissão? Antiguidade? É amig@ de um@ amig@? Fez uma formação acelerada no assunto?

Governo faz uma prova diferente por cada 40 professores

Serão necessários 30 enunciados diferentes para avaliar os vários níveis de ensino e disciplinas na componente específica da prova. E potenciais candidatos são apenas 1218.

Acho que me vou divertir imenso com a de História… Será com cruzinhas?

 

Se durante o ano se mantêm tradições antigas sem sentido e se incorporaram novas de igual calibre, é na época das avaliações que nas escolas há maior dedicação e aplicação no exercício das ficções piedosas.

Quase toda a gente abomina as multicoloridas grelhas que preenche com afinco, língua no canto da boca e argumentos de peso como “tem de ser, se não o fizer posso estar tramad@”.

Ou aquela coisa da autoavaliação que mandamos os alunos fazer, umas vezes preenchendo umas grelhas até com algum interesse, outras apenas debitando níveis sem que sequer tenham percebido como funciona a mecânica e os critérios da “construção” desse mesmo nível.

Mas se estas são duas embirrações minhas, outras há que permanecem como não se ter ainda decidido se as reuniões formais presenciais se destinam a confirmar e validar o que já foi feito online (claro, claro, há sempre aquelas pessoas que ao fim de anos e anos ainda não perceberam que a proposta da nota não se faz no dia, só porque não sabem gerir o tempo, algo que criticam aos alunos), pelo que podem ser muito aligeiradas no tempo nos 1º e 2º períodos, se se destinam a duplicar o trabalho feito. Pessoalmente, prefiro as que são feitas com uns bolinhos e café ou chá quentinho, quando não com outros sabores ou licores.

E há ainda a minha embirração politicamente incorrecta que é com @s colegas que alegam uma pseudo-rebeldia para encobrir a incompetência pura e dura, a falta de profissionalismo ou o mero desrespeito pelo colegas. São aquelas criaturas que falam muito alto contra o “sistema”, toda esta burocracia, contra as grelhas, contra tudo, mas não fazem nada para que as coisas corram bem para todos, pelo que gostam de prolongar reuniões com discussões infindas sobre classificações que não lançaram e detalhes da vida dos alunos que não têm nada a ver com quase nada. São os profissionais da treta em forma de verbo contestatário. Até puxam da legislação para dizer que não são obrigados a lançar as notas antes das reuniões, dessa mesma legislação que dizem abominar. Não ajudam, nem saem de cima. São aquel@s a quem uma rescisão ficaria tão bem, até porque tendem a falar muito alto, o que perturba o descanso que tento ter a partir do momento em que as aulas acabam.

Eu sei que andam uns por aí e me vão desamigar já!

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A  mau trabalhador nenhuma ferramenta serve, mas vai-lhe servindo.

 

Professora com cancro ganha luta

O Tribunal Administrativo e Fiscal de Loulé condenou, no dia 5, a Caixa Geral de Aposentações a aposentar, por inteiro, a professora Maria Manuela Jácome, residente em Faro.

Este país não é para não-políticos. Já agora, essas “juntas” de médicos, como é, recebem uma carica?

Tendo retirado todos os elementos identificativos do agrupamento, a pedido de quem enviou, divulgo para comparação com as demais práticas, agora que isto está na fase final…