2015


… que anda muito escassa em respostas às escolas.

Recebi estas por mail… à primeira eu sei a resposta, mas…

1. Situação dos QZP – não sendo obrigados a concorrer agora têm que concorrer às necessidades transitórias mesmo tendo horário na escola?
2. Regime jurídico das faltas por doença e a sua equiparação a efetivo serviço docente (cf. informação nº B14015519V de 4 de julho de 2014). É para efetuar ou não a recontagem de tempo de serviço?
Alerto que umas escolas estão a rever e outras não o que vai gerar desigualdades e injustiças no processo concursal.

 

Guia Geral de Exames 2015

Fica aqui: Manual de Instruções – Concurso Professores 2015,

Concurso15a16

Fica aqui: Concurso2015a16.

A partir do Arlindo:

 vagas2vagas1

As instruções da DGAE: Concurso_docentes_2015_2016.

Ao contrário do que inicialmente me foi dito e eu pensava, os QZP não colocados pela via extraordinária não me parecem obrigados a concorrer se quiserem manter-se no mesmo QZP (só que agora são apenas 10…).

São mais de 9500 nos quadros de agrupamentos e escolas não agrupadas.

O Arlindo já fez as tabelas para aquel@s onde há mais lugares a extinguir e onde existem mais vagas abertas.

A verdade é que, com isto tudo, o concurso deste ano serve para extinguir quase 10% dos lugares dos quadros AE/E, enquanto entram muito menos (pouco mais de 15% desse número, ou seja, pouco mais de 1% dos quadros, assim de cabeça) para QZP, com uma colocação muito menos estável.

O que significa que há sérias possibilidades de muitas das vagas abertas para QZP serem preenchidas por professores do quadros de AE/E que estejam em risco de horário-zero e/ou requalificação.

O que significa ainda que este concurso intercalar, tão reclamado por algumas pessoas até é um bom serviço prestado ao desgoverno e ao MEC, que assim emagrecerá os quadros de forma bem acima da redução de alunos.

São 1453. Aqui.

Informações úteis da reunião da Pró-Ordem com a nova Directora-Geral da Administração Escolar: Redução da componente letiva, bibliotecários e concursos.

Exmos. Senhores Diretores de Escola/Agrupamento de Escolas
Exmos. Senhores Presidentes de CAP
 
 
A fim de preparar as reuniões de rede a efetuar durante o próximo mês de março em datas a divulgar oportunamente, solicitamos, nesta fase instrutória, o envio das intenções de propostas por parte dos Agrupamentos de Escolas e Escolas não Agrupadas, relativamente à rede do próximo ano de 2015/2016, tendo por base as considerações seguintes:
 
Relativamente aos cursos vocacionais de nível secundário, devem estes ter por objetivo a conclusão de percursos de qualificação por parte de alunos que pretendam redirecionar o seu percurso escolar para áreas educativas mais técnicas e se encontrem nas condições previstas na Portaria n.º 276/2013, de 23 agosto, tendo por referência as áreas de educação e formação e saídas profissionais prioritárias, sem prejuízo de outras soluções devidamente fundamentadas que se venham a mostrar pertinentes quer a nível local, quer a nível nacional.
 
A rede de cursos profissionais deve ter por referência as áreas de educação e formação, bem como as saídas profissionais prioritárias das respetivas regiões e do país. Na hierarquização das escolas para a atribuição de cursos ter-se-á em conta, designadamente, a natureza e condições específicas de cada escola, especialização, experiência acumulada, rácio de número de alunos por turma ou curso no ano letivo agora em curso. A rede de cursos profissionais de música deve apenas contemplar as escolas profissionalizadas nessa área, ou as escolas secundárias com parcerias com as referidas escolas profissionalizadas.
 
Em relação aos cursos vocacionais de nível básico, a sua proposta deve considerar a priori a identificação do publico-alvo em condições de acesso a estes cursos, nos termos da Portaria n.º 292-A/2012, de 26 de Setembro e relativamente a alunos que não se enquadrem na oferta do ensino básico geral.
 
Os cursos CEF de nível básico serão substituídos por cursos vocacionais pelo que, os alunos que tenham frequentado aquela oferta sem terem ainda concluído o curso, deverão agora ser propostos para integrar turmas de cursos vocacionais.
 
Quanto aos cursos EFA, e ao programa de Formação em Competências Básicas, as propostas de oferta devem ter por base as reais necessidades deste tipo de formação de acordo com a sinalização a efetuar pelos CQEP.
 
Deverá ser assegurada a oferta de cursos do ensino recorrente bem como de cursos EFA escolar e de dupla certificação, onde se venham a revelar absolutamente necessários mantendo-se nas escolas de referência, sem prejuízo do alargamento a outras escolas se tal se vier a revelar necessário.
 
Finalmente, a proposta de grupos de formação de Português para Falantes de Outras Línguas deve ter por base a procura de imigrantes com vista à integração na sociedade portuguesa.
As propostas deverão ser enviadas para as delegações regionais da DGEstE das respetivas áreas de circunscrição das escolas, até ao próximo dia 2 de março de 2015, para os seguintes endereços eletrónicos:
 
Com os melhores cumprimentos,
 
José Alberto Moreira Duarte
Diretor-Geral dos Estabelecimentos Escolares

From post-BRICS’ decade to post-2015: insights from global governance and comparative regionalisms

Eu consultaria uma taróloga ou qualquer adivinhadora que tenha espaço matinal num canal generalista. Será que a senhora DGAE, enquanto directora, saberia fazer isto, sem uma assinalável margem de erro?

De: dgae.mec@dgae.mec.pt [mailto:dgae.mec@dgae.mec.pt]
Enviada: 26 de janeiro de 2015 14:13
Assunto: Aplicação de Apuramento de Vagas 2015/2016

Exmo.(a) Sr.(a) Diretor(a),

Com vista à realização dos concursos previstos no n.º 3 do art.º 4.º do Decreto-Lei n.º 83-A/2014, de 23 de maio, e n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 132/2012, na redação conferida pelo Decreto-Lei n.º 83-A/2014, de 23 de maio, retificado pela Declaração de Retificação n.º36/2014, de 22 de julho encontra-se disponível no SIGRHE, na área das escolas, o separador “Concurso Nacional 2015/2016 > Apuramento de Vagas 2015/2016”, com vista a recolha de dados para apuramento de necessidades permanentes. Nessa medida, solicitamos a V. Ex.ª o preenchimento da aplicação impreterivelmente até 30 de janeiro (Número de Alunos e Apuramento de Vagas).

Com os melhores cumprimentos,
Maria Luisa Oliveira
Diretora-Geral da Administração Escolar

Anexo: Nota Informativa 26_01_2015 – VAGAS.

Informação-Prova Final ou Informação-Exame Final Nacional

Não acredito. Mesmo, mesmo.

Um tipo que se farta do pântano há quase 15 anos quererá a ele voltar, presidenciá-lo, quando está ainda mais fétido?

Nem passa pela ONU, este ou aquele cargo, a teórica hesitação, mas tão só pela necessidade de Costa aquietar as hostes encenando a miragem do candidato desejado e que ninguém contestaria.

Mas terá de ser outro.

(se me enganar, então estou pronto para politólogo comentador, residente e com avença…)

Vai ser um ano de mentiras a decuplicar, sendo que os últimos já foram de aldrabice aos terabytes.

A situação vai dizer que salvou o país do abismo e que agora o perigo está afastado se os mantiverem por lá. É mentira, porque eles ainda querem fazer pior do que já fizeram e nem sequer o escondem entre eles. O CDS faz de corno manso nesta estórinha, aparecendo a dar a entender que se preocupa muito com as famílias e os cidadãos e os aposentados, mas, no fundo, apenas querem garantir a alapagem ao poder e arquivamentos a condizer.

A oposição que se pretende alternativa governamental vai dizer parte do que disse acima, acrescentando que tem um caminho diferente e um destino muito mais aprazível, mas também é mentira porque eles nem conseguem alinhavar três parágrafos coerentes sobre uma forma (concreta) diferente de governar. Entre romarias a Évora e piscadelas aos trânsfugas do Bloco, resta um enorme vazio de verdadeira alternativa, apenas estando em discussão se a porta para o futuro negro vai ser pintada em azul-anil ou azul-cobalto.

A oposição que se pretende alternativa mesmo alternativa (a que sonha ser Syriza ou algo assim, mas não consegue) apresentará propostas muito concretas de fazer diferente, mas sem explorar completamente as consequências dessas suas alternativas, nem como as colocariam em prática se tivessem problemas “institucionais” ou “forças de bloqueio” como aquelas que gostam de ver colocadas aos outros. e nem sempre dão os melhores exemplos nos seus micro-feudos locais onde têm poder para fazer diferente, mas acabam a fazer parecido em termos de clientelas e negociatas afins.

No meio de tudo isto, note-se que não falo em márinhos, porque esses não passam de poltrões armados em fanfarrões, porque quando a coisa aperta, são iguais aos que criticam, mas com muito menos legitimidade porque se ergueram em justicialistas, mas apenas para terem um lugar mais próximo da gamela.

Vai ser um ano de muito falar no passado para encobrir os falhanços do presente, mas também de muita conversa no presente para disfarçar a porcaria do passado. O futuro, todos dirão que será sorridente se forem eles os escolhidos e certamente será sorridente para eles, se forem os escolhidos, pois poderão repartir o bolo e atirar as migalhas aos kapos que manterão os mexilhões na ordem.

A abstenção é um caminho?

Depende do que se faça com ela. Se é para virar as costas a tudo, se é para sublinhar um enorme vazio que precisa ser preenchido. Ainda dentro do sistema, mas a caminho de outra coisa.

Que coisa?

Um regime democrático a sério, de representação transparente e coerência nas palavras e actos (não confundir com o caturrismo televisivo dos medinas ou o narcisismo exacerbado dos gomesferreiras) ,onde os actores políticos não tenham sempre o telefone disponível para quem (nacional ou internacional) lá os colocou, a ver que cargo vem a seguir para garantir a vidinha.

Se isto parece impossível e daqui resulta pouca esperança em qualquer mudança positiva?

Poizé!

Despacho n.º 15747-A/2014. Diário da República n.º 251/2014, 1.º Suplemento, Série II de 2014-12-30, do Ministério da Educação e Ciência – Gabinete do Ministro
Determina, para o ano letivo 2014-2015, a aplicação, em todos os estabelecimentos do ensino público, particular e cooperativo em Portugal continental e nas regiões autónomas dos Açores e da Madeira, com caráter obrigatório, do teste Preliminary English Test (PET) de Cambridge English Language Assessment da Universidade de Cambridge.

Why 2015 might well be mankind’s happiest new year

… está em curso uma das manobras comunicacionais mais sujas de sempre para esconder da opinião pública mais um descomunal aumento de impostos, em particular através do fim da cláusula de salvaguarda do IMI e da fiscalidade abusivamente apelidada de verde.

Há momentos em que a análise satírica da coisa é a a mais realista.

Relatório: RelOE2015.

Lei: OE Lei-2015.

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