2014


recomendo, em particular, os pontos 1.2 (sobre a gestão da Bolsa dos Professores Classificadores) e 1.4 (pontos críticos e sugestões de melhoria).

RELATÓRIO JNE 2014

PROCESSO DE AVALIAÇÃO EXTERNA DA APRENDIZAGEM – Provas finais de ciclo / exames nacionais

The Teaching Profession in 2014 (in Charts)

Referência enviada pela A. C.

The Year in Charts

O desalento que levou os médicos a sair do país e a não acreditar no regresso

A Educação do meu Umbigo

2014 IN BLOGGING

The year in sex writing

From period fetishists to manservants, these pieces told stories about love and sex that we just couldn’t forget.

Do NY Times:

The Year in Pictures, 2014

… fica aqui em imagem.

PG Pub28Dez14

Público, 28 de Dezembro de 2014

É ler a imprensa e reparar como a Educação desapareceu do radar no que aos balanços dos acontecimentos mais importantes do ano diz respeito.

Isto num ano em que se sucederam inépcias diversas e disparates enormes no sector e em que até na avaliação do Expresso, sempre tão afável com o seu ex-colaborador, a avaliação de Nuno Crato atinge níveis mínimos históricos, suplantando pela negativa todos os seus colegas de desgoverno e olhem que anda por lá muita gente inepta.

Exp27Dez14

Como foi isto possível?

Como é possível que tenha quase morrido para a opinião pública qualquer polémica numa área tutelada por um ministro  incapaz de dominar uma única área específica do seu ministério e desastroso do ponto de vista político, ao ponto de ser Poiares Maduro a assumir parte das suas funções quanto à transferência de competências para as autarquias ou a precisar do aval de um secretário de Estado qualquer para aprovar rescisões de professores?

A resposta encontra-se na quase total rendição de uma classe profissional, cansada e desiludida com insucessos sucessivos, e na incapacidade de agir de forma consequente dos seus representantes institucionais, oscilando entre a irrelevância prática e o desejo de ser parceiros à mesa (FNE) e o ensaio, realização e auto-avaliação de lutas sempre apresentadas como vencidas, apesar das sucessivas derrotas (Fenprof). Das organizações micro-corporativas formadas pelos “dirigentes escolares” restaram umas opiniões individuais e a apatia colectiva.

O ano de 2014 foi o do quase fechamento do círculo iniciado há perto de uma década, apenas faltando o foguetório final reservado para meados de 2015, em pleno período pré-eleitoral.

Nuno Crato foi o mais desastroso ministro da Educação dos últimos 20 anos, pois, ao contrário de Maria de Lurdes Rodrigues, quando assumiu a pasta tinha os professores e a opinião pública do seu lado.

Agora, resta a indiferença, pois já nem animosidade consegue verdadeiramente despertar, ao contrário da iniciadora das políticas que ele aprofundou.

Pelo caminho, perdemos todos e perdeu o país, mas só saberemos disso quando ele estiver bem longe e ao abrigo de qualquer responsabilização. Ele, os seus mandantes e mais os homens dos interesses que deixou vicejar em torno do orçamento do seu ministério.

 

Print Magazine Covers Tell The Most Powerful Stories Of 2014

Four Charts That Defined the World in 2014

15 Great Albums You Didn’t Hear in 2014

20 Best Pop Albums of 2014

Recolha do Livresco:

Protestos, fechos e cadeados. Um início de aulas à portuguesa

Encerramento de escola em Idanha-a-Nova considerado “ato de traição” do Governo

RTP acompanha o encerramento de uma escola em Portalegre

Protesto contra fecho de escola em Rio de Moinhos (Aljustrel), crianças faltam às aulas

Rivalidades antigas e atraso em obras não impedem fecho de escola de Abaças

Escola em Arouca abre à revelia do ministério da Educação

Secundárias de Loulé, Faro e Silves enfrentam mais um ano letivo de aulas em contentores

Falta de professores originou protestos em Casal de Cambra

Associação de directores diz que escolas “estão em polvorosa”

 

Subiram qualquer coisa. O resumo é muito resumido.

Aqui.

Despacho n.º 8651/2014. D.R. n.º 126, Série II de 2014-07-03, do Ministério da Educação e Ciência – Gabinetes do Secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar e do Ensino Básico e Secundário.
Determina o Calendário Escolar e o Calendário de Exames para o ano letivo de 2014-2015.

Os cerca de 220 mil alunos do 4.º e do 6.º ano que no mês passado fizeram provas nacionais saíram-se melhor a Português do que a Matemática. No caso das crianças mais novas, a classificação média na prova da língua materna saltou da negativa (48,7%) para uns confortáveis 62,2%. No 6.º ano, o destaque vai para as notas de Matemática, que continuam a baixar: mais de metade dos finalistas do 2.º ciclo não chegaram à positiva e a classificação média nacional afundou-se um pouco mais, para os 47,3%.

Os resultados globais foram divulgados nesta quinta-feira pelo Instituto de Avaliação Educativa (IAVE), que em comunicado destaca “a melhoria considerável na disciplina de Português do 1.º ciclo” e a “ligeira melhoria” (de 52% para 57,9%) dos resultados na prova na mesma disciplina feita pelos alunos do 6.º ano.

O IAVE remete para mais tarde a análise detalhada dos resultados por tema (em Matemática) e por domínio (em Português). Para já, revela apenas que 81% dos alunos do 1.º ciclo e 75% dos do 2.º ciclo tiveram uma classificação igual ou superior a 3, a Português. Nas provas de Matemática tiveram positiva 64% dos estudantes do 1.º ciclo e 46% dos alunos do 6.º ano.

IMG_4816

O de baixo foi mesmo para festejar o previsivelmente efémero salário de Junho… o prazer imenso do traço de Alex Raymond, mesmo se tenho parte das pranchas nas publicações em português…

IMG_4822

… a níveis salariais perdidos, a pilha inicial deste ano revela a prudência nos gastos e a opção clara por alfarrabistas e promoções dos grandes grupos.

IMG_4763

Fica aqui:Aviso6472Ade2014.

Mas parece que até já entrou uma providência cautelar, portanto… preparem-se para a animação do costume.

Página seguinte »