2013


Calendário Escolar 2013/2014

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Desculpem o atraso, mas estava a tomar chá.

Publicitação das listas definitivas do concurso da Mobilidade Interna – 2013/2014

Termina amanhã o prazo para a 2ª indicação de existência de componente letiva – o preenchimento da plataforma implica a inserção de uma série de dados, após a indicação de existência de serviço letivo para atribuir ou confirmação da situação de DACL.
No entanto, ainda há turmas e modalidades formativas por validar.
Assim corremos o risco de estar a confirmar uma situação de DACL apenas por este atraso inexplicável (tendo em conta os prazos).
A DGAE deve alargar o prazo até as estruturas do MEC tomarem as necessárias decisões.

Não se percebe a ausência de quadros síntese e/ou comparativos entre as várias opções e a evolução em relação ao último ano.

Ou estou muito enganado ou a rede de turmas de PCA indica apenas as novas turmas pois, se está certa e corresponde ao total, subitamente desapareceram os dois PCA que leccionei este ano.

Rede de Cursos Vocacionais – 2013-2014

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Rede PIEF (Programa Integrado de Educação e Formação) – 2013-2014

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Rede de Turmas de Percursos Curriculares Alternativos – 2013-2014

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Rede de Cursos de Educação e Formação de Jovens – CEF – 2013-2014

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Rede de Cursos Profissionais – 2013/2014

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Pub30Jul13a

Porque não é a greve ás avaliações que pode desculpar algo que deveria estar delineado desde final de Maio. O “primeiro movimento” de que fala Nuno Crato não se faz com o Agosto à espreita e sempre aconteceu muito antes, quase dois meses antes.

E não foi a greve dos professores ás avaliações que explica algo que, em outros tempos, já estava feito antes.

E se as turmas estavam constituídas, com horários definidos e professores atribuídos, que raio de sentido faz este tipo de conversa? Só faz sentido se o objectivo é empurrar esses alunos para outros destinos… seja os tais cursos vocacionais que se tentam impingir às escolas públicas à força, seja para outras ofertas fora da rede pública.

Pub30Jul13b

Público, 30 de Julho de 2013

O não concurso para docentes de 2013

Fica aqui: LAL2013.

É uma lolada.

… e o concurso nacional de 2009 foi mesmo o último. O deste ano é uma completa farsa, como já se adivinhava.

Publicitação das listas definitivas do concurso interno e externo – ano escolar de 2013/2014

Como era previsível isto não passou de um mini-concurso de mobilidade, com 3 docentes a entrarem para os quadros (seria bom recordar aqui certas declarações ministeriais) e 188 qzp a passarem a quadros de escola ou agrupamento. Mais de 85% dos docentes limitaram-se a mudar de escola ou agrupamento, pelo que este deve ser o concurso nacional mais irrelevante de sempre, pois mudou a situação de pouco mais de 1% dos professores em exercício.

O quadro-síntese é do Arlindo

Listas-2013

Conjunto de tópicos, a partir de alguns testemunhos de directores presentes nas reuniões realizadas do norte ao sul do país. Muitas informações são o que seria de esperar atendendo aos despachos 7 e 7-A. Pelos vários testemunhos, parece que há alguma falta de sintonia – ou então é receio de assumir responsabilidades na primeira pessoa – por parte de quem aparece e tem de responder a questões.

Restrinjo-me ao essencial:

  • Publicação das Listas de colocação: Até dia 22, talvez esta semana
  • Os directores submetem a 1ª indicação de existência de componente lectiva de 23 a 26 de Julho.
  • Os docentes sem pelo menos 6 horas lectivas para atribuir apresentam-se a concurso para mobilidade interna de 29 a 2 de Agosto.
Organização do ano lectivo:
  • Mesa (DGAE, DGE, IGEC, Sec Estado) – a passar as questões de uns para outros a ver quem respondia…
  • Indefinição da rede escolar (CEF, Profissionais…)- tudo depende das fontes de financiamento. As escolas estão a receber telefonemas para cortar turmas.
  • 1º CEB – anda tudo à nora – afinal a oferta complementar  – por exemplo Inglês – só é lectiva se o docente do quadro do agrupamento já ficar com 6 horas e servirá para completar o horário e nunca para o cálculo base do serviço existente – agrupamento com horários residuais. Ora se é curricular… Assim não permite implementar uma dada solução a todo um agrupamento… Não há respostas claras sobre o 1º CEB.
  • Listas graduadas únicas por agrupamento, por código de recrutamento, todos os horários “cheios” e o último residual com 6 hs efectivamente lectivas.
  • Vão chegar ao secundários os alunos com currículo escolar individual – não sabem responder se os tempos das áreas que lhes forem atribuídos (sem serem os leccionados pela Ed. Especial) são lectivos ou não.
  • Lamentam estar a ser acusados de quererem tirar os jovens das escolas e remetê-los para o IEFP mas tal não é verdade – esses são nossos! (então os maiores de 18 não são…é uma conclusão possível).
  • Vão reforçar o nº de psicólogos e os docentes em funções nas CPCJ.
  • Admitem problemas da vigilância dos intervalos no 1º CEB.

… saem os resultados dos concursos de docentes mas… nos tempos que correm a fronteira entre informação credível, boato e wishfull thinking é a mais porosa se sempre.

ExamesPort6ExamesPort9ExamesSec2013

Exame de Português do 9.º ano com pior resultado de sempre

(…)

Os resultados foram conhecidos esta segunda-feira. A média nacional no exame de Português baixou para 47% .Os exames nacionais do 9.º ano estrearam-se 2005. A média a Português só tinha sido negativa em 2006 , ficando nos 49%, mesmo assim mais alta do que a registada este ano.  A média no exame de Matemática do 9.º ano também baixou para 43%, menos 10 pontos percentuais do que no ano passado, quando   subiu para 53%. O resultado deste ano é terceiro mais baixo em nove anos de exames nacionais.

Os resultados dos exames do 6.º ano, que se realizaram este ano pela segunda vez, foram um pouco mais animadores, embora também se regista uma quebra por comparação a 2012. A Português a média desceu de 59% para 51% e a Matemática caiu de 54% para 49%.

Voltámos aos ciclos de resultados definidos pelo calendário eleitoral?

Eu sei que há quem não goste deles por princípio, mas não é o meu caso.O que custa mais é ver a forma como a inabilidade do actual MEC nesta matéria está a destruir por completo a credibilidade de qualquer sistema de exames nas disciplinas ditas “estruturantes”.

Professores e pais exigem “total transparência” nas notas de Português

MEC optou por não separar as médias obtidas nos dois exames de Português realizados este ano. A média das duas provas desceu para 8,9 e iguala o pior resultado de sempre nesta disciplina obtido em 2011

A Associação de Professores de Português (APP) já pediu ao Ministério da Educação e Ciência (MEC) que divulgue em separado as médias obtidas pelos alunos nos dois exames do 12.º ano da disciplina que este ano se realizaram na 1.ª fase por efeito da greve de professores, marcada para o dia em que a prova desta disciplina estava agendada. “Depois de toda a polémica que esta solução causou, com tantas pessoas a considerar que os alunos iam ser prejudicados, exigia-se do ministério uma transparência total quanto aos resultados”, comentou ao PÚBLICO a presidente da APP, Edviges Ferreira.

O MEC optou ontem por divulgar a média geral obtida pelos alunos nas duas provas, que se ficou por 8,9 (numa escala de 0 a 20), um resultado igual ao obtido em 2011, que foi o pior de todos desde o início dos exames nacionais em 1997. O Gabinete de Avaliação Educacional (Gave) atribuiu então esta derrapagem ao facto de as perguntas de gramática terem deixado de ser de escolha múltipla. Como os resultados das provas deste ano não foram desagregados continuam a faltar explicações para o sucedido.

O PÚBLICO também requereu ao ministério que as médias sejam apresentadas em separado para a prova de 17 de Junho e de 2 de Julho, a data escolhida pelo MEC para a realização do exame de Português pelos alunos que não o puderam fazer no primeiro dia devido à greve dos professores. Os alunos de quatro escolas em que se registaram protestos no dia 17 também puderam repetir a prova no dia 2. Pais, alunos e professores consideraram então que o facto de o exame não ter sido feito no mesmo dia por todos os alunos punha em causa irremediavelmente a equidade entre estes.

ExamesSec2013

Fica aqui: DespNormat7Ade2013.

DM71de2013

No comunicado enviado esta quarta-feira à comunicação social, o MEC anuncia, por outro lado, que já foi enviado para publicação em Diário da República o aditamento ao despacho de organização do próximo ano lectivo com vista a “dar cumprimento às condições estabelecidas no compromisso assumido pelo Ministério da Educação e Ciência com as organizações sindicais em matéria de distribuição de serviço docente”.

… está aqui.

Depois das conclusões do estudo de 2009 ter apresentado conclusões pouco satisfatórias para o desempenho das charter schools, este relatório do CREDO aumenta o número de estados analisados (de 16 para 27) e de perspectiva de análise… e aqui está uma interessante forma de tornear a questão dos resultados… passaram a analisar-se os ganhos em relação ao período anterior e não apenas os resultados, o que significa que, como as charter schools em 2009 tinham um desempenho globalmente mais fraco, a sua margem de progressão seria potencialmente maior.

Mas nem vou discutir isso. Vou apenas apresentar um quadro-síntese que demonstra que, mesmo com mais 4 anos e uma amostra mais alargada, os ganhos continuam a ser muito residuais em relação às escolas públicas tradicionais…

Charter2013Eu posso ser muito burro, mas… é impressão minha ou há um enorme alarido em torno de muito pouco?

Parecer muito crítico do Fernando Ornelas Marques: ExameNacionalBioGeo2013

… como é habitual neste ciclo político a SPM acha que sim e a APM que não. As ciências inexactas são assim. Dependem das facções.

Caderno 1Caderno 2 – CritériosCritérios adaptados, para quem quiser consultar.

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