Por causa do artigo que escrevi para o Público Online, ontem, mereci algumas críticas por estar a ser, de novo, corporativo e não me ser possível defender o profissionalismo e as preocupações dos professores em tais termos sem estudos a ajoujar a minha opinião, entre outros argumentos ainda menos válidos.

Como é habitual nestes casos, as críticas mais ácidas vieram de outros colegas professores.

A mim, as discordâncias incomodam pouco, assim como as antigas acusações de corporativismo.

Até porque eu não tenho grandes problemas em apontar as falhas que encontro na minha classe profissional.

Por exemplo, quem acedeu com entusiasmo a ser titular e sofreu com a perda do títalo nem sempre me desperta muita solidariedade.

Mas tão pouca ou menos me merecem aqueles que, anos depois, ainda sentem um certo ressabiamento por não terem sido titulares em vez dos titulares.