Parece que a “formação” é mais parecida com aquelas sessões de venda de time-sharings do que outra coisa.

O esforço feito para vender exames e certificados demonstra bem o quanto as escolas públicas são encaradas pelo MEC/Iavé como meras áreas de negócio e mercantilismo, destinadas a sacar dinheiro às “famílias” dos alunos no ensino obrigatório e gratuito.

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