… tudo continua na mesma, ou quase, ou pior, em termos de procedimentos no que se trata de distribuir lugares na recta final do mandato.

É o que consta, é o que tinha sido prometido que não iria acontecer, mas parece que é mais forte do que a fraca vontade de quem não consegue elevar-se acima da gaiola e das ambições de um futuro longe das salas de aula.

Não é nada de novo, nada de inesperado, mas por isso mesmo acaba por se limitar a afundar mais e mais o que já não tinha luz que guiasse qualquer esperança.