Concordo com greves que durem até que se altere o pressuposto daquelas. Analisando o histórico, não lhes conheço que desígnios – no que aos professores respeita – se confirmaram. A teoria da conspiração aponta, se formos por aí, para que o antagonismo dos parceiros se salde em pizzas pagas ao mini-histérico para munir cheiros de migalhas ao outro.
Uma greve é um último recurso, um anti-definhamento. Por isso, ou é séria e conforta os que a executam – ou é uma agenda de bem-estar para os não sérios que a agendam.
Uma greve só resulta com prazo que traga consigo a solução da sua origem.
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Março 10, 2015 at 8:56 pm
Concordo. Deixa é o discurso da pizza, qu’isso já foi há bués.
Março 10, 2015 at 9:03 pm
Pois, mas eu não creio em teorias da conspiração, apenas verifico idiotas a sério.
Março 10, 2015 at 9:06 pm
Ele há idiotas a brincar, se os há/ hão (isto é por via do semi-acordo).
Março 10, 2015 at 9:10 pm
Uma Língua não precisa de acordos nem de patos de regime.
Março 10, 2015 at 9:16 pm
Março 10, 2015 at 10:42 pm
Eu não irei comer pizzas na 6ª feira.
Março 10, 2015 at 11:04 pm
Greve? Umas grilhetas a cada um e toca mas é a plantar amendoeiras. Ainda teremos um All Garbe igual ao outro. O Kü abre os buracos e só come pão seco e água.
Março 10, 2015 at 11:35 pm
A água, qualquer que seja o acordo, não se come. E o kü inglório esqueceu-se de insuflar os postes, as estacas, ou lá o que é isso, nos seus textículos baixos.
Março 11, 2015 at 12:24 am
Imagem estafada, o Bi-Godes à porta de uma escola; eu, Professor, entro.