Concordo com greves que durem até que se altere o pressuposto daquelas. Analisando o histórico, não lhes conheço que desígnios – no que aos professores respeita – se confirmaram. A teoria da conspiração aponta, se formos por aí, para que o antagonismo dos parceiros se salde em pizzas pagas ao mini-histérico para munir cheiros de migalhas ao outro.

Uma greve é um último recurso, um anti-definhamento. Por isso, ou é séria e conforta os que a executam – ou é uma agenda de bem-estar para os não sérios que a agendam.

Uma greve só resulta com prazo que traga consigo a solução da sua origem.