Quinta-feira, 26 de Fevereiro, 2015


Mariah Carey e Miguel, Beautiful

São às paletes.

Despacho n.º 1979/2015 – Diário da República n.º 39/2015, Série II de 2015-02-25, do Ministério da Educação e Ciência – Direção-Geral do Ensino Superior
Regista a criação, na Escola Superior de Educação de Fafe, do curso de complemento de formação para a docência no grupo de recrutamento 120 destinado a titulares de qualificação profissional para a docência no grupo de recrutamento 220.

Despacho n.º 1980/2015 – Diário da República n.º 39/2015, Série II de 2015-02-25
, do Ministério da Educação e Ciência – Direção-Geral do Ensino Superior
Regista a criação, na Escola Superior de Educação de Fafe, do curso de complemento de formação para a docência no grupo de recrutamento 120 destinado a titulares de qualificação profissional para a docência no grupo de recrutamento 330.

Despacho n.º 1981/2015 – Diário da República n.º 39/2015, Série II de 2015-02-25
, do Ministério da Educação e Ciência – Direção-Geral do Ensino Superior
Regista a criação, no Centro Regional das Beiras da Universidade Católica Portuguesa, do curso de complemento de formação para a docência no grupo de recrutamento 120 destinado a titulares de qualificação profissional para a docência no grupo de recrutamento 330.

Despacho n.º 1982/2015 – Diário da República n.º 39/2015, Série II de 2015-02-25
, do Ministério da Educação e Ciência – Direção-Geral do Ensino Superior
Regista a criação, na Escola Superior de Educação de Fafe, do curso de complemento de formação para a docência no grupo de recrutamento 120 destinado a titulares de qualificação profissional para a docência no grupo de recrutamento 110.

Despacho n.º 1983/2015 – Diário da República n.º 39/2015, Série II de 2015-02-25
, do Ministério da Educação e Ciência – Direção-Geral do Ensino Superior
Regista a criação, no Instituto de Educação e na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, do curso de complemento de formação para a docência no grupo de recrutamento 120 destinado a titulares de qualificação profissional para a docência no grupo de recrutamento 220.

Despacho n.º 1984/2015 – Diário da República n.º 39/2015, Série II de 2015-02-25
, do Ministério da Educação e Ciência – Direção-Geral do Ensino Superior
Regista a criação, no Instituto de Educação e na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, do curso de complemento de formação para a docência no grupo de recrutamento 120 destinado a titulares de qualificação profissional para a docência no grupo de recrutamento 330.

Despacho n.º 1985/2015 – Diário da República n.º 39/2015, Série II de 2015-02-25
, do Ministério da Educação e Ciência – Direção-Geral do Ensino Superior
Regista a criação, na Escola Superior de Educação Jean Piaget de Almada, do curso de complemento de formação para a docência no grupo de recrutamento 120 destinado a titulares de qualificação profissional para a docência no grupo de recrutamento 330.

Despacho n.º 1986/2015 – Diário da República n.º 39/2015, Série II de 2015-02-25
, do Ministério da Educação e Ciência – Direção-Geral do Ensino Superior
Regista a criação, na Escola Superior de Educação Jean Piaget de Arcozelo, do curso de complemento de formação para a docência no grupo de recrutamento 120 destinado a titulares de qualificação profissional para a docência no grupo de recrutamento 110.

Despacho n.º 1987/2015 – Diário da República n.º 39/2015, Série II de 2015-02-25
, do Ministério da Educação e Ciência – Direção-Geral do Ensino Superior
Regista a criação, na Escola Superior de Educação Jean Piaget de Almada, do curso de complemento de formação para a docência no grupo de recrutamento 120 destinado a titulares de qualificação profissional para a docência no grupo de recrutamento 110.

Despacho n.º 1988/2015 – Diário da República n.º 39/2015, Série II de 2015-02-25
, do Ministério da Educação e Ciência – Direção-Geral do Ensino Superior
Regista a criação, na Escola Superior de Educação Jean Piaget de Almada, do curso de complemento de formação para a docência no grupo de recrutamento 120 destinado a titulares de qualificação profissional para a docência no grupo de recrutamento 220.

Despacho n.º 1989/2015 – Diário da República n.º 39/2015, Série II de 2015-02-25
, do Ministério da Educação e Ciência – Direção-Geral do Ensino Superior
Regista a criação, na Escola Superior de Educação Jean Piaget de Arcozelo, do curso de complemento de formação para a docência no grupo de recrutamento 120 destinado a titulares de qualificação profissional para a docência no grupo de recrutamento 220.

Despacho n.º 1990/2015 – Diário da República n.º 39/2015, Série II de 2015-02-25
, do Ministério da Educação e Ciência – Direção-Geral do Ensino Superior
Regista a criação, na Escola Superior de Educação Jean Piaget de Arcozelo, do curso de complemento de formação para a docência no grupo de recrutamento 120 destinado a titulares de qualificação profissional para a docência no grupo de recrutamento 330.

Despacho n.º 1991/2015 – Diário da República n.º 39/2015, Série II de 2015-02-25
, do Ministério da Educação e Ciência – Direção-Geral do Ensino Superior
Regista a criação, na Universidade do Minho, do curso de complemento de formação para a docência no grupo de recrutamento 120 destinado a titulares de qualificação profissional para a docência no grupo de recrutamento 110.

Despacho n.º 1992/2015 – Diário da República n.º 39/2015, Série II de 2015-02-25
, do Ministério da Educação e Ciência – Direção-Geral do Ensino Superior
Regista a criação, na Universidade do Minho, do curso de complemento de formação para a docência no grupo de recrutamento 120 destinado a titulares de qualificação profissional para a docência no grupo de recrutamento 330.

Despacho n.º 1993/2015 – Diário da República n.º 39/2015, Série II de 2015-02-25
, do Ministério da Educação e Ciência – Direção-Geral do Ensino Superior
Regista a criação, na Universidade do Minho, do curso de complemento de formação para a docência no grupo de recrutamento 120 destinado a titulares de qualificação profissional para a docência no grupo de recrutamento 220.

Despacho n.º 1994/2015 – Diário da República n.º 39/2015, Série II de 2015-02-25
, do Ministério da Educação e Ciência – Direção-Geral do Ensino Superior
Regista a criação, na Universidade de Aveiro, do curso de complemento de formação para a docência no grupo de recrutamento 120 destinado a titulares de qualificação profissional para a docência no grupo de recrutamento 330.

Despacho n.º 1995/2015 – Diário da República n.º 39/2015, Série II de 2015-02-25
, do Ministério da Educação e Ciência – Direção-Geral do Ensino Superior
Regista a criação, na Universidade de Aveiro, do curso de complemento de formação para a docência no grupo de recrutamento 120 destinado a titulares de qualificação profissional para a docência no grupo de recrutamento 110.

Despacho n.º 1996/2015 – Diário da República n.º 39/2015, Série II de 2015-02-25
, do Ministério da Educação e Ciência – Direção-Geral do Ensino Superior
Regista a criação, na Universidade de Aveiro, do curso de complemento de formação para a docência no grupo de recrutamento 120 destinado a titulares de qualificação profissional para a docência no grupo de recrutamento 220.

A lei do menor esforço

Publicação a pedido do autor…

Exma Sr.ª
Professora Doutora Maria de Fátima Saraiva
Digm.ª Diretora da Faculdade de Letras da Universidade do Porto

xxxxxx, , professor do ensino básico/secundário, residente xxxxxx vem por este meio expor e requerer a Vª Ex.ª o seguinte:

1. Na sequência das Vossas cartas com as referências n.ºs xxxxxx, de xxxxxx e do meu telefonema pessoal, permito-me o observar o seguinte:

2. No ponto I do aviso de abertura do concurso a que fui opositor, refere-se que “Serão admitidos os candidatos titulares do grau de Doutor na área de conhecimento em História, que sejam detentores de uma licenciatura em História com habilitação profissional para a docência de História no 3º Ciclo do Ensino Básico e Ensino Secundário.”

3. Na primeira carta que recebi, com a referência n.º xxxxxx, é referido que sou excluído do concurso por “não ser detentor de uma Licenciatura em História com habilitação profissional para a docência de história do 3.º Ciclo do Ensino Básico e Ensino Secundário”.

4. Como o meu Currículo Vitae atesta, tal conclusão é incorreta e por isso, telefonicamente, já tive a oportunidade de explicar que, não existindo o ramo educacional, aquando da minha licenciatura, completei um Curso de Qualificação para as Ciências da Educação, pela Universidade Aberta, que me conferiu a referida habilitação profissional para a docência. E é por essa razão que estou a lecionar há já mais de 25 anos.

5. Afigura-se-me, assim, que esta situação não foi devidamente ponderada em sede de análise da minha candidatura ao concurso em análise. Ou, no limite, esta situação era desconhecida quando foi decidido tornar público o anúncio para o recrutamento de pessoal docente.

6. Na Vossa resposta à minha carta de reclamação – ofício com a referência n.º xxxxxx – diz-se que não faço prova documental que ateste a habilitação que possuo. A verdade é que, na altura, não fiz essa prova documental porque tal não era requerido no aviso de abertura. Enviei, sim, prova documental do meu último grau – Doutoramento – que é aquele que é solicitado no ponto I do aviso de abertura.
Permito-me, aqui, recordar que o aviso dispõe expressamente o seguinte:
“”O requerimento de candidatura deverá ser obrigatoriamente acompanhado da seguinte documentação em suporte digital e em duplicado (2CDs ou 2DVDs):
a) Curriculum Vitae contendo todas as informações pertinentes para a avaliação da candidatura tendo em consideração os critérios de seleção constantes do capítulo II do presente aviso;
b) Certificado de Habilitações;
c) Carta de motivação e de análise da adequação da candidatura, com uma extensão máxima de 2500 caracteres, incluindo espaços, em que os candidatos devem indicar razões científicas e pessoais para a candidatura que submetem, e apontar a convergência entre a sua orientação académica e científica e os desempenhos que deles são esperados numa carreira de investigação e ensino universitários;
d) Relatório analítico de desempenho, com uma extensão máxima de 2500 caracteres, incluindo espaços, que deverá corresponder a uma sistematização e análise, pelos candidatos, dos seus desempenhos científicos, das suas capacidade pedagógicas e de outras atividades desenvolvidas, consideradas relevantes para a missão universitária;
e) Exemplares, de até 5 publicações de índole científica, que o candidato considere as mais significativas para as áreas de recrutamento em apreço.”

7. Neste aviso pede-se que o requerimento de candidatura seja obrigatoriamente acompanhado, entre outros documentos, de Certificado de Habilitações, que foi o que efetivamente fiz.

8. O aviso de abertura do concurso pede Certificado de Habilitações. Não especifica qual ou quais, erro que advém ao que anteriormente já tinha aludido – não atenderam às diferentes situações existentes para a obtenção de habilitações profissionais, considerando só as licenciaturas mais atuais.

9. A fim de sanar os vícios imputados à minha candidatura, prevaleço-me desta oportunidade para fazer prova documental do que afirmo, satisfazendo o que, neste momento, me é requerido.

Por todo o exposto e considerando que o aviso de abertura do concurso não é claro na formulação que consagra, tal como referi telefonicamente e como atrás aludi, venho requerer que seja reavaliada/ponderada esta situação e sejam considerados os documentos que agora envio a fim de poder validar a minha candidatura.

Resposta da Provedoria da Justiça em anexo

RP1RP2RP3

 

hoje actua @ melhor actriz que eles têm.

 

 

 

 

me diz que não disse – pior, manda dizer…

Mas – se eu ouvi!

 

 

Fica algo por perceber… António Costa está a assumir que enganou os chineses para defender a imagem de Portugal e fala verdade aos portugueses ou que engana os portugueses para defender a imagem do PS e falou verdade os chineses?

O secretário-geral do PS, António Costa, afirmou-se hoje perplexo com interpretações sobre o seu discurso perante a comunidade chinesa, defendendo que no exercício de funções institucionais junto de investidores estrangeiros tem de transmitir-se uma mensagem de confiança.

Contor

Fica aqui o documento: Perg Projeto Key for Schools Portugal.

incomodam os anastesiados. Porque é que não lhe colocou um pedaço de pau na boca e, profissionalmente, não lhe mandou cerrar as mandíbulas? Se vem nos filmes…

 

The right’s fear of education: What I learned as a (former) conservative military man

Why are Republicans constantly bashing college these days? I was one of them — and the answer may surprise you.

… mais não é do que o regresso ao conforto das teorias de outrora. Às vezes até é a atitude certa, ainda mais quando se assume sem vergonha. O pior é quando se tenta vender como novo o que já teve o seu tempo e falhou.

E uma coisa que cansa é querer solucionar a torrente legislativa e reformista com mais uma reforma legislativa.

A estabilidade deveria ser, por definição, minimamente estável. Mudar para estabilizar deve acontecer apenas uma vez, de tempos a tempos.

Basta recordar como as regras dos concursos de docentes mudaram alegadamente para “estabilizar” e pouco depois se percebeu que isso era falso, pois rapidamente surgiram acrescentos, remendos e demais variações para permitir que as colocações por 4 anos deixassem de o ser.

A deputada do PS Odete João congratulou-se hoje com as recomendações do CNE, tornadas públicas na segunda-feira, considerando serem a prova do “falhanço das políticas públicas” do ministro Nuno Crato.

Eis a “alternativa” que regressa ao passado.

Vamos sendo engolidos na selvajaria

A progressiva falta de civilidade e respeito entre nós, como cidadãos, aumenta a cada dia que passa. Passou a ser normal falar, sempre, aos berros em locais públicos, abertos ou fechados, incomodando tudo e todos. Como será em casa?

Passou a ser usual em qualquer lugar pegar no “indispensável” telemóvel e falar, falar, alto também, cruzando-se no mesmo tempo e espaço conversas, desde que a nossa seja a mais alta. Todos incomodando. Mas, qual o problema?

Passou a ser vulgar, já nem sequer deixar passar à frente uma senhora junto a uma porta – a igualdade confundindo-se com a identidade – como até, independentemente do sexo, largar ostensivamente a porta em cima de quem vem atrás, tal, como nem a um cão se faz. Seria o que mais faltava, estar a fazer de porteiro, estar a ser simpático, a segurar a porta. Já não se usa. Para, e por quê?

O “faz favor, obrigado, não têm de quê” talvez tenham sido “levados” com o acordo ortográfico, que até nem vai ser “acordado”, mas perdem-se estas palavras, e essencialmente, o seu conteúdo. Por que não?

Estas pequenas regras comportamentais em sociedade, talvez, de certeza, por se chamarem “regras” e poderem implicar alguma correcção de actuações comportamentais em sociedade, não servem. Não são para usar, são para deitar fora.

E, vamos gloriosamente progredindo na selvajaria, no vale tudo, no quanto pior, melhor. Por que não?

Quando tudo estiver sem conserto – já esteve mais longe -, quando batermos o mais baixo possível, voltaremos a pulso – já não nós, mas as gerações mais novas, e as vindouras – a fazer progressivamente o percurso ascendente, para se notar a diferença entre Pessoas e animais selvagens. Que está a ficar totalmente esbatida!

Tudo, apesar de em tempos diferentes, se repetir enquanto houver humanos, e não seria necessário se, se aprendesse com a história e a memória, não tendo que estar sempre a repetir exaustiva e permanentemente os mesmos erros.

A. Küttner de Magalhães

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