Quarta-feira, 25 de Fevereiro, 2015


Rihanna, Kanye West e Paul McCartney, Four Five Seconds

Helena Roseta diz que isenção de taxas ao Benfica ascende a 4,6 milhões

A presidente da Assembleia Municipal afirma que os valores que têm sido veiculados estão muito aquém da realidade e apela a que proposta da Câmara de Lisboa tenha “uma votação inequívoca”, manifestando-se contra a sua aprovação.

Ex-ministros querem professores sem turmas a apoiar alunos

(…)

O Conselho Nacional de Educação (CNE) quer que as reprovações sejam substituídas por uma aposta no apoio individual aos alunos em risco de chumbar. E os ex-ministros da Educação Roberto Carneiro e Maria de Lurdes Rodrigues concordam que a solução poderá passar por usar os todos os professores do sistema para fazerem esse trabalho.

“Tenho sempre defendido que não temos professores a mais, temos é alunos a menos. Os professores do sistema deviam ser reaproveitados para dar esse apoio aos alunos que têm dificuldades em aprender”, aponta a ex-ministra socialista.

Quanto ao mais… o erro fulcral é achar que quem não tem horário disponível está naturalmente destinado a este tipo de funções.

E se não for assim?

E se a solução passar por colocar estes professores a dar aulas e quem tem mesmo jeito para a coisa a apoiar estes alunos?

 

Costa admite que Portugal está melhor hoje do que há quatro anos

António Costa, secretário-geral do Partido Socialista, reconheceu que o país terá superado a crise e está hoje numa situação “muito diferente” do que em 2011. Tendo em conta o contexto, um elogio ao contributo de investidores chineses para esse percurso, a conclusão só pode ser a de que o líder do PS considera que a evolução nestes quatro anos foi positiva. Foi no passado 19 de Fevereiro, no Casino da Póvoa de Varzim, nas comemorações da entrada no ano da Cabra, segundo o zoodíaco chinês. O líder socialista discursava perante a comunidade chinesa em Portugal e a meio do discurso agradeceu o “contributo” dos chineses na recuperação do País nos últimos quatro anos, isto é, durante a governação de Pedro Passos Coelho.

“Como nós dizemos em Portugal, os amigos são para as ocasiões. E numa ocasião difícil para o País, em que muitos não acreditaram que o país tinha condições para enfrentar e vencer a crise, a verdade é que os chineses, os investidores disseram presente, vieram e deram um grande contributo para que Portugal pudesse estar hoje na situação em que está, bastante diferente daquela que estava há quatro anos atrás. E queria agradecer à China todo o apoio que nos deu e que certamente não esqueceremos e que é um sinal do muito que ainda temos para desenvolver nas relações entre todos nós”.

Assunto:      TKT e PET for Schools

Exmo./a Sr./a Diretor/a

Falar Inglês é uma mais-valia para responder ao desafio de mobilidade de um mundo multilingue, multicultural e orientado para a comunicação. As instituições académicas e o mercado de trabalho exigem uma certificação linguística reconhecida internacionalmente.

Consolidada a experiência de aplicação do teste Key for Schools, criámos as condições para a aplicação do teste PET − Preliminary English Test for Schools.

A certificação linguística facultada pelo teste PET for Schools é, por esta razão, muito importante para os nossos alunos enquanto futuros cidadãos de uma sociedade altamente qualificada. Em primeiro lugar, porque o nível certificado – B1 – é um dos mais solicitados pelos empregadores a nível internacional; por outro lado, os alunos que obtiverem melhores resultados poderão aspirar a uma certificação de nível ainda mais elevado – B2 -, equivalente ao First Certificate.

Não será, também, de somenos importância o facto de os nossos alunos poderem obter essa certificação dentro do sistema educativo, apoiados, nas suas escolas, pelos seus professores de Inglês.

Paralelamente, acresce salientar a forte aposta no desenvolvimento profissional dos professores – os Team Leaders e os Examiners que, em 2014 participaram na classificação do teste Key for Schools e os Team Leaders de 2015 já tiveram acesso ao Cambridge English Teacher (CET) e ao Teaching Knowledge Test (TKT), o que lhes permite alargar o seu portfolio de qualificações profissionais.

O TKT é um curso de formação online concebido por Cambridge English Language Assessment, departamento da University of Cambridge.

Esta qualificação para professores de Inglês

(http://www.cambridgeenglish.org/teachingenglish/teachingqualifications/tkt/) incide sobre metodologia e didática, planificação, estratégias de sala de aula e avaliação dos alunos, e constitui um padrão de referência internacional,reconhecido por instituições académicas de prestígio.

Considerando o reconhecimento do papel crucial dos professores de Inglês, e integrando este projeto, desde a primeira hora, uma forte aposta na formação dos professores, vamos continuar a investir na sua atualização e desenvolvimento profissional.

Nesse sentido, realçando a indissociável articulação entre as classificações alcançadas por cada escola, a valorização pessoal dos alunos certificados e a formação dos docentes, vem o IAVE disponibilizar às escolas, que melhor cumpram estes requisitos, licenças gratuitas para a frequência do TKT.

Atendendo a que o número de licenças é limitado, as escolas que mais valorizem junto da sua comunidade educativa o acesso à certificação dos seus alunos, poderão aceder gratuitamente a uma ou duas licenças (incluem os módulos 1, 2 e 3) para oferecer aos seus professores.

Caso o agrupamento/escola que dirige venha a ser contemplado com esta oferta e, simultaneamente, haja interesse em oferecer a professores vocacionados para a lecionação de Inglês no 3.º e 4.º anos formação especialmente concebida para o ensino de crianças das idades em causa, poderá ser facultado o acesso a licenças do módulo Young Learners do TKT. Se for esse o caso, contacte-nos.

Para mais informações, contacte o IAVE através do correio eletrónico isabel.carvalho@iave.pt.

Aproveitamos ainda para informar que:

o  período de inscrição para efeitos de certificado foi alargado até 8 de março;

estão a ser enviados às escolas folhetos para divulgação do PET, destinados aos alunos do 9.º ano do ensino básico e do ensino secundário.

O IAVE agradece toda a colaboração da Escola nesta divulgação.

Com os melhores cumprimentos,

Helder de Sousa

Presidente do Conselho Diretivo do IAVE

Exmos. Senhores Diretores de Escola/Agrupamento de Escolas
Exmos. Senhores Presidentes de CAP
 
 
A fim de preparar as reuniões de rede a efetuar durante o próximo mês de março em datas a divulgar oportunamente, solicitamos, nesta fase instrutória, o envio das intenções de propostas por parte dos Agrupamentos de Escolas e Escolas não Agrupadas, relativamente à rede do próximo ano de 2015/2016, tendo por base as considerações seguintes:
 
Relativamente aos cursos vocacionais de nível secundário, devem estes ter por objetivo a conclusão de percursos de qualificação por parte de alunos que pretendam redirecionar o seu percurso escolar para áreas educativas mais técnicas e se encontrem nas condições previstas na Portaria n.º 276/2013, de 23 agosto, tendo por referência as áreas de educação e formação e saídas profissionais prioritárias, sem prejuízo de outras soluções devidamente fundamentadas que se venham a mostrar pertinentes quer a nível local, quer a nível nacional.
 
A rede de cursos profissionais deve ter por referência as áreas de educação e formação, bem como as saídas profissionais prioritárias das respetivas regiões e do país. Na hierarquização das escolas para a atribuição de cursos ter-se-á em conta, designadamente, a natureza e condições específicas de cada escola, especialização, experiência acumulada, rácio de número de alunos por turma ou curso no ano letivo agora em curso. A rede de cursos profissionais de música deve apenas contemplar as escolas profissionalizadas nessa área, ou as escolas secundárias com parcerias com as referidas escolas profissionalizadas.
 
Em relação aos cursos vocacionais de nível básico, a sua proposta deve considerar a priori a identificação do publico-alvo em condições de acesso a estes cursos, nos termos da Portaria n.º 292-A/2012, de 26 de Setembro e relativamente a alunos que não se enquadrem na oferta do ensino básico geral.
 
Os cursos CEF de nível básico serão substituídos por cursos vocacionais pelo que, os alunos que tenham frequentado aquela oferta sem terem ainda concluído o curso, deverão agora ser propostos para integrar turmas de cursos vocacionais.
 
Quanto aos cursos EFA, e ao programa de Formação em Competências Básicas, as propostas de oferta devem ter por base as reais necessidades deste tipo de formação de acordo com a sinalização a efetuar pelos CQEP.
 
Deverá ser assegurada a oferta de cursos do ensino recorrente bem como de cursos EFA escolar e de dupla certificação, onde se venham a revelar absolutamente necessários mantendo-se nas escolas de referência, sem prejuízo do alargamento a outras escolas se tal se vier a revelar necessário.
 
Finalmente, a proposta de grupos de formação de Português para Falantes de Outras Línguas deve ter por base a procura de imigrantes com vista à integração na sociedade portuguesa.
As propostas deverão ser enviadas para as delegações regionais da DGEstE das respetivas áreas de circunscrição das escolas, até ao próximo dia 2 de março de 2015, para os seguintes endereços eletrónicos:
 
Com os melhores cumprimentos,
 
José Alberto Moreira Duarte
Diretor-Geral dos Estabelecimentos Escolares

Discordo da teoria da cultura da retenção e da forma como tem sido fundamentada.

Considero-a, em termos pessoais, profissionalmente ofensiva para os professores, em especial quando formulada de modo linear e descontextualizada dos factores de insucesso que desaguam nas escolas.

Mas isso não significa que não reconheça que a retenção existe como problema que deve ser combatido.

Mas… não dou o quantum leap de afirmar ela deve ser exterminada e que os seus efeitos são demolidores para a auto-estima dos retidos.

Depende.

Porque eu não gosto que quem acusa os professores de psicologizarem as razões do insucesso depois venham psicologizar os efeitos desse mesmo insucesso.

Mas isso ainda é o menos.

A ver se me foco no que queria escrever desde o início: eu assumo que considero a retenção como algo que deve existir no sistema de ensino e que é da sua natureza ter, em parte, um carácter punitivo ou sancionatório.

Não me vou agora estar a contradizer só porque pode parecer bem isto ou mal aquilo.

Sem esse carácter, mesmo que reconhecendo a evidente necessidade da componente pedagógica relacionada com o aperfeiçoamento das aprendizagens, é que a retenção não faria sentido.

Vamos lá deixar-nos de paninhos quentes e coisas liofilizadas e assépticas.

Há alunos que devem ser retidos, numa perspectiva positiva, porque é mesmo melhor que repitam o plano de estudos para melhorarem o seu desempenho e há alunos que devem ser retidos porque não fizeram, nem quiseram fazer o mínimo para transitar de ano.

E quantas vezes isso acontece devido a comportamentos e atitudes que, a serem validados perante os pares com a transição,  só servem para retirar sentido ao trabalho e esforço dos outros.

Negar isto pode ser politicamente correcto, mas é fugir à realidade das coisas.

Não é um determinismo fatalista.

Por estranho que pareça a alguns, é uma forma de respeitar a larguíssima maioria.

Calvin-sorry

E vamos lá esclarecer uma coisa: o insucesso dos alunos não é o fracasso dos professores. Pode ser e pode não ser. É tão correcto fazer uma relação directa entre o insucesso dos alunos e a qualidade do desempenho dos professores como culpar a polícia e os juízes pela taxa de assaltos e homicídios ou os enfermeiros e os médicos pela incidência de doenças crónicas na população.

Mesmo não sendo bem o mesmo, acho que dá para perceber.

Calvin-butt

E, já que vamos com a foice a eito… quem quer uma amostra que prove que existe uma evidente cultura de desresponsabilização nos políticos e especialistas acerca disto tudo, pois apenas estão disponíveis para assumir os sucessos, alijando sempre as culpas pelo que corre menos bem?

Calvin-fault

É de 2000 e entra a matar:

O trabalho que aqui se apresenta pretende dar conta da forma como o sistema educativo e, em especial, os professores se desresponsabilizam pelo fracasso escolar dos seus alunos e pretendem legitimar o processo recorrendo à psicologia.

A amostra é restrita em termos geográficos (um concelho do interior norte) e de anos de escolaridade (primeiro ciclo), mas as conclusões são imponentes.

Do ponto de vista quantitativo estamos em presença de valores incompreensíveis e que só uma interpretação mais qualitativa e por conseguinte mais subjectiva nos permitirão (senão entender o fenómeno) fazer algumas considerações: 1. o envio de alunos aos serviços de saúde (pedopsiquiatra e psicólogas) significará que o sistema e os professores atribuem a não aprendizagem a problemas de natureza cognitiva e comportamental logo estamos em presença de uma psicologização do insucesso escolar; 2. a ida do aluno a um pedopsiquiatra e a um psicólogo, por si só, tem capacidade para legitimar a retenção do aluno; 3. como resultante das duas ordens de ideias, antes referidas, a escola como um todo e a organização local e o corpo dos professores, em particular, podem assim desresponsabilizar-se do fenómeno insucesso escolar massivo dos seus alunos.

Poderá existir por aqui alguma razão, mas… eu sublinho aquela parte ali acima…

O relatório tem coisas bastante interessantes, no bom e mau sentido. Uma delas é basear muito do seu conteúdo no diagnóstico feito por 12 especialistas.

Vamos lá ver uma coisa… a questão da retenção ser um “problema” nem é problema. O “problema” é mesmo optar-se por considerar que a maioria das opiniões destas 12 pessoas deve ser a base de um diagnóstico completo.

Certo, ninguém está a dizer que se fossem 24 ou 36 seria melhor o diagnóstico ou que deveria escolher-se a opinião de uma minoria esclarecida.

Mas quer-me parecer que, embora sendo transparente a metodologia, a mesma carece de alguma fundamentação mais densa (porque foram estes considerados “especialistas” e não outros é a mais evidente).

E claro que a questão da “cultura da retenção” me é especialmente cara quando se baseia em sete opiniões. sendo que em matéria de agrupamentos de escolas se ouviram quase só testemunhos do velho condado de Coimbra, entre o Tejo e o Douro (sim, eu sei que Ponte de Sor e Arraiolos ficam do lado de riba-do-tejo de quem vem a cavalo de Portucale).

Por acaso não haveria meios para fazer um inquérito alargado, nem que fosse por mail ou online a uma centena de agrupamentos, seleccionados entre os que têm mais e menos insucesso, bem como melhor evolução deste indicador?

Ficam aqui os elementos, sem mais considerações, relacionados com a “cultura da retenção” que tem ocupado algum do pensamento e do discurso do presidente do CNE nos últimos tempos, já se percebe agora melhor porquê.

CNERet2(…)

CNERet3(…)

CNERet1

 

 

Está aqui e deveria ter saído junto com a recomendação, porque é muito melhor do que a dita cuja (a autoria técnico-científica é diferente do relato…), mesmo se mantém alguns erros conceptuais muito elementares.

O mais grave baseia-se na extrapolação dos eventuais gastos por aluno para calcular um valor global para o número de retenções.

A demonstração deste erro é demasiado elementar e julgo que só mesmo um enviesamento do olhar o pode justificar.

Para ser válida a extrapolação deveria demonstrar-se que o número de alunos retidos corresponde a um número concreto de turmas adicionais por escola/agrupamento, o que não vejo em lado nenhum.

A verdade é que só de forma residual estes alunos aumentam os encargos, pois a larga maioria incorpora turmas já existentes e a minha observação directa é que a retenção raramente implica o aumento de turmas num determinado ano de escolaridade, muito menos com o aumento do número de alunos por turma que se verificou nos últimos anos.

É minha convicta convicção que não existe qualquer relação directa entre o número de alunos retidos e o valor de 600 milhões de euros adiantado por estes dias para o seu custo. 

Gostaria que me demonstrassem o contrário.

Já o que fica claramente demonstrado, mesmo se com números que me parecem mesmo assim inflacionados, é a enorme diferença do custo por aluno em Portugal e a média da OCDE, quanto mais para os países verdadeiramente desenvolvidos nestas matérias:

CNE2015

… ou relatores ou conselheiros, parentais ou outros, acerca de um aluno meu do 5º ano.

Penso ser uma coisa na área da Saúde e a mim carecem os conhecimentos e sobram desconhecimentos.

É que ele boceja imenso nas aulas, muito ruidosamente, assim de forma escancarada e a seguir aos lanches da manhã arrota sonoramente, benzódeus e alá (não discriminemos), o que me dizem ser contra as regras da cortesia social e desperta muita gargalhada no resto dos colegas.

Eu, como sabem, tenho um trauma por ser fascista e um professor muito retrógrado como disse aquele político que era bloquista e agora vai avançando para o ps, pelo que receio excluí-lo (ao aluno) e contribuir para uma cultura punitiva arcaica.

Diz-me @ DT que de casa dizem que não sabem já o que fazer, que ele em casa não é assim e que a vida e coiso está difícil e sai-se cedo e chega-se tarde quando se consegue ter emprego.

De cadernos tenho notícia ocasional e de colaboração na aula ficámos falados lá acima, com o acréscimo da frase mais comum “o que é que eu fiz desta vez?”

Já o tentei sensibilizar de diversas formas, mas se o mantenho na sala tenho queixas de parte dos alunos que dizem que ele os distrai e se o mando sair tenho quem me diga que não sei controlar a sala de aula.

Eu sei que os especialistas, relatores, conselheiros unânimes e demais gente que sabe disto, me dirá que isto são casos particulares e que eu devo desenvolver as minhas skills de forma a motivar para as aprendizagens, que o problema é meu e que se, de algum modo, limitar a liberdade do aluno lhe pode provocar danos na auto-estima  e problemas emocionais gerais e específicos de diversa ordem.

Que isto é tudo casuístico e que eu tenho sempre uma miopia terrível em relação ao grande cenário do custo por aluno e da ausência de provas sobre os ganhos é um dado adquirido.

Os sampaios dirão que eu estou a falhar na comunicação e os sebastiões que eu estou a promover a tal exclusão e que os alunos que se queixam estão a vitimizar-se sem necessidade. E que eu sou limitado e deveria dar lugar a gente nova, com capacidade para levar com meia dúzia de arrotos e nem pestanejar.

Não vos queria dizer ou chocar mas isto, numa daily basis, é uma grande bosta.

E olhem, eu até critiquei aquela doutora muito professora por traçar um quadro apocalíptico das salas de aula.

Isto é mais uma moínha.

Aguardo a recomendação… não é preciso ser no trebuchet oficial.

Podem mandar em vídeo.

arroto1

Voto de braço no ar… das eleições de agrupamentos de escolas portugueses à extrema-direita Ucraniana

É fantástica a ignorância de gente com responsabilidade em relação à legalidade que deveriam garantir.

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Corpo e mente de manhã é que torcem o pepino. Ou algo assim.

Se os adultos se não querem fazer impor, vamos piorando a cada dia que passa!

Hoje num local público, bem acolhedor, uma visita de estudo, muito necessária de um grupo não excessivamente grande, de crianças entre os 8 e os 10 anos, com vários “responsáveis” a tomar “conta”.

Supõe-se, que estas visitas são educativas, são para as crianças verem o que tem que ser visto e interagiram com a cultura, com locais onde se aprende a não perder referências, a abrir horizontes, a ver mais que televisões e redes sociais, quando quase todos os “nossos” valores já estão de rastos.

Pois, a criançada parecia que estava num parque de diversões e ninguém queria, sabia ou lhe apetecia fazer ordem. E a democracia é o respeito por todos e cada um, não a selva, do salve-se quem poder. E, a aprender desde o berço!

Com todo o risco de ser visto como um animal em extinção, pré-histórico, como um monstro, atrevi-me a ir falar com os “encarregados” e pedir-lhes para fazerem alguma ordem naquela desordem, para se imporem.

Como seria de imaginar olharam-me como um bicho fora de moda, e disseram-me que como são tantos, não podem fazer nada.

Com a miudagem a olhar para mim, qual monstro acabado de aparecer das brumas, os “responsáveis” acharam por bem fazer impor-se, ao que parece, de momento ter resultado.

Se cada um de nós achar mais simples, mais confortável, mais na moda, mais na onda, não fazer valer as nossas posições, não fazer respeitar para ser respeitado, vamos, o que parece ser uma fatalidade ,de mal a pior a cada dia que passa.

Se desde miúdos não houver vontade de impor limites, e achar-se que a selvajaria é o exemplo a seguir, caminhamos para uma sociedade, ainda mais sem princípios.

Se cada um achar que nada pode fazer, que deixar andar é o melhor que tem a fazer, de facto podemos começar desde já, a assumir que o nosso retrocesso civilazicional será desastroso.

Se é isto que queremos, das nossas crianças, dos nossos jovens, dos futuros adultos, seja.

E com começamos, também e já, a poupar em talhares e pratos e passemos todos a comer com as mãos, e no chão. Comecemos, também, e já, a economizar nas casas de banho, e tal como vemos diariamente com muitos cães “domésticos”, passemos a fazer as nossas necessidades em plena rua, em pleno jardim. E assim sucessivamente!

E ,pronto de selvagens em selvagens, vamos descendo o nível – já tão baixo – até ficarmos à altura dos animais mais selvagens que pela Terra andam. Mas seja, é fixe!

A. Küttner de Magalhães

 

Qualquer geadas conhece que os serviços portugueses, para serem secretos não deverão ser públicos. É por isso que a geada do metro, que não me afecta, afecta os geadas capitais. Ide ver as denúncias duns gajos que não andam à chuva nem produzem porra nenhuma.

 

 

A própria música, daquela sem copiar?