Mais especificamente ao número muito razoável de professores que lá estão e que aprovaram a recomendação hoje em debate na comunicação social.

Para quando deixam de ter medo de ser “corporativos” e ousam, por uma vez que seja, sugerir que o CNE se debruce sobre os “problemas emocionais” dos professores (eu sei que são os que menos interessam, mas mesmo assim…) perante o que se tem passado nos últinmos anos “nas escolas”?

Ou será pedir muito e fica mal?

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