É verdade que, mesmo dando como desconto o sportinguismo (ninguém é totalmente imperfeito), ele me entedia há duas décadas. E a cada semana, sabendo nós como ele foi complacente com os tempos da MLR e do engenheiro, as suas prosas me merecem maior repúdio, não por retratar mal ou bem as coisas, mas pela forma como vai adjectivando.

Uma coisa é ter um gabinete e uma hora para analisar casda caso, outra ter em cada hora 25-30 casos numa sala de aula.

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