Haverá um gap comportamental entre os 20 e os 30 anos?
Não havendo nada de saudosismo nestas palavras e muito menos vontade de viver tempos passados, os actuais, por certo dão-nos que pensar. Aparentemente algo aconteceu, que faz parecer que há um gap comportamental nos jovens, hoje, entre os 20 e os 30 anos.
Como é evidente, se alguém há a responsabilizar – termo, hoje, quase sem conteúdo – será quem, aos mais diversos níveis criou estes jovens.
Quando ao nós, velhadas, parecia que a abertura ao futuro estaria nesta faixa etária, dado que parece não estar nas, hoje, entre os 30 e os 40 anos, tal poderá não vir a acontecer. E os próprios assumem “isto”! E não será unicamente por “de fora” não haver prespectivas alicantes materiais, mas talvez “de dentro” não haja consistência de comportamentos, que ajudem à mudança num tempo tão difícil, como o que estamos a viver.
Parece terem sido, estes jovens, preparados e mentalizados para muito “ter” e pouco “ser”, e tudo no imediato.
Parece que o automóvel, o ipad, o telemóvel, o iphone, o portátil, são a representação do que vale tentar lutar pela vida, e conquistando sempre um melhor.
Parece que a aprendizagem do passado e suas vivências sedimentadas no quotidiano hoje, a ser vivido, com bases planeadas para o futuro, deixou de ter o mínimo de significado.
Parece que o imediato, o material, o viver um dia de cada vez – como se de outra forma possível fosse viver- se sobrepõe a algum imaterialismo, a alguma sustentável construção de “futuros”.
Assim, não havendo que encontrar culpados, por esta situação, que nunca aparecerão – este País e de não-culpados – talvez haja necessidade de fazer com que todos, e aqui já não só estes entre os 20 e os 30, deixem de viver este tempo imediato e materializados do, só “ter”, do uso e prazer imediato, sem princípios!
Talvez um tempo mais elaborado, mais dedicado, com mais respeito pelos próprios e claro por todos os outros, com espaço consentido para a coexistência “pacífica” entre todas as gerações, cada uma com a sua especificidade.
Deixar de normalizar tudo e todos ao mesmo pensamento, às mesmas reacções, quando cada situação gera exactamente o mesmo impulso seja nas igrejas, nos sindicatos, nos políticos, nas governações, na legislação, em tudo e todos, demasiado previsíveis e “inactivos” que não só muitos desempregados.
Ou, não nos vai ser conseguível pensar e viver com mais conteúdo imaterial e até filosófico, com mais leituras, evidentemente sem de forma alguma descartarmos os bens materiais que nos proporcionam um merecido bem-estar e qualidade de vida, mas nunca e só estatuto ou ostentação.
E será de todos tentarmos fazer, um pouco pela mudança positiva – claro mais os jovens, para isso e por isso, também, o são – sem estar sempre à espera que tudo nos apareça feito, como parecendo ser infinitamente possível.
Augusto Küttner de Magalhães
Fevereiro 23, 2015 at 10:59 am
Há um güp verbal.
Fevereiro 23, 2015 at 11:03 am
#1,
Não dás uma abébia !
🙂
Fevereiro 23, 2015 at 12:04 pm
Obrigado senhor doutor, professor, entendido, educado, engenheiro SR. FAFE!
Fevereiro 23, 2015 at 12:09 pm
什麼也沒有留戀的這些話,更不活過去,現在,肯定會給我們深思。顯然,發生了一件事,這使得它似乎還有一定的差距今天的行為青少年,20至30年。
به نظر می رسید که باز بودن به آینده را در این گروه سنی، به عنوان به
यो कार, ipad, मोबाइल फोन, iphone, ल्याप्टप देखिन्छ, जीवन लागि लड्ने प्रयासमा, र सधैं राम्रो प्राप्त लायक को प्रतिनिधित्व हो।
Թողնել ստանդարտացնել ամեն ինչ եւ բոլորին նույն միտքը, նույն արձագանքը, երբ յուրաքանչյուր իրավիճակ առաջացնում ճիշտ նույնը Իմպուլսը է եկեղեցիների, արհմիությունները, քաղաքական գործիչներ, որոշումների, օրենսդրությունը, եւ բոլոր բոլորը, շատ կանխատեսելի եւ «ակտիվ», որ ոչ միայն շատերի գործազուրկ.
Fevereiro 23, 2015 at 12:28 pm
Engraçado o 4!!!! Muito!!!!!!
Fevereiro 23, 2015 at 1:16 pm
Verdadeiramente lamentáveis os comentários que 1 costuma fazer ao autor do post. A roçar a boçalidade.
Fevereiro 23, 2015 at 3:03 pm
#6
Estão em conformidade com a boçalidade da forma e dos conteúdos das “prosas” do ku. Essas, sim, verdadeiramente execráveis. Mas que gozam de uma estranha (significativa?) condescendência…
Fevereiro 23, 2015 at 7:25 pm
#6
E olha que hoje estou muito contido no roçamento aos pontapés na Língua e, especialmente, aos seus aplaudedores e aos lamentadores de bosta.
Estou curioso para ver quando é que o kü se debruça para o abismo de querer parecer o que não é e vá condenar os que usam da sua lacuna. Um costa!
Fevereiro 23, 2015 at 8:58 pm
“Obrigado senhor doutor”
Vejamos, o kü nem sabe agradecer. Segundo a norma.
Fevereiro 23, 2015 at 11:02 pm
#7,,
Significativíssima, Charlie só às vezes.
Fevereiro 23, 2015 at 11:45 pm
#9
Registo: continua a resguardar o seu nome próprio da eventualidade de ser tratado com a cortesia com que a trata o dos outros. Não seja tão … modesto.
Fevereiro 23, 2015 at 11:47 pm
Esta coisa do Kü só pode ser mesmo uma charada. Acho que um dia vamos todos fartar-nos de rir com a revelação do verdadeiro nome do autor destas bostas. Porque, a ser verdade que AKM existe, escreve mal, pensa penosamente e tem guarida num espaço destes já é suficientemente mau. Mas a confirmar-se que tem apoiantes – como “Célia Couto” – (cereja no topo do bolo se est@ fosse professor@…), teríamos chegado ao grau zero…
Porém faz-nos falta ouvir a douta opinião do Fafe.
Fevereiro 23, 2015 at 11:51 pm
Acabo de publicar o #12 e entrevejo, se a vista não me engana, o número de apoiantes do Kü a aumentar. Brevemente estaremos no grau -1.
Fevereiro 23, 2015 at 11:56 pm
#12
Caro 25sempre25, quando se critica alguém que assina, trate de colocar uma assinatura. Veja se os seus actos não contrariam os objectivos pelos quais se bate, apenas por falta de auto-crítica.
Fevereiro 24, 2015 at 8:01 am
Muito obrigado Célia Couto.
Um abraço do
Augusto
Fevereiro 24, 2015 at 8:02 am
Muito obrigado 7, essencialemente pela sua educaçao.
Melhores cumprimentos a V. Exa de
A. Küttner
Fevereiro 24, 2015 at 8:05 am
De facto entendidos e educados como o 8, ajudaram e continuam a ajudar a termos a Educaçao que temos e cada vez mais queixas haver de que as aulas são uma balbúrdia e vale tudo….menos ensinar….
Não é dificil entender , aqui, qual o motivo……
Mas …..tende a piorar, e estes não emigram, ficam por cá a mais estragar….
A.Küttner
Fevereiro 24, 2015 at 8:06 am
obrigado senhor 9.
Fevereiro 24, 2015 at 8:08 am
12 ficou bem consigo depois de escrever o que escreveu?
Por certo que sim.
Continue, força, insulte, insulte, insulte. ande lá força. Não perca as suas qualidades……………..
Fevereiro 24, 2015 at 8:09 am
Continue 13, deve estar cada vez mais feliz!!!!!!
Continue bem.
Fevereiro 24, 2015 at 8:10 am
Um abraço António Ferrão do
Augusto
Fevereiro 24, 2015 at 10:35 am
#16
“essencialemente”?
Fevereiro 24, 2015 at 10:40 am
#17
Nas minha aulas não há, nunca houve, nem haverá balbúrdia. Era só o que faltava!
Vai havendo tentativas para um ou outro mini-kü, mas passa-lhes rapidamente a ignorância.
Fevereiro 25, 2015 at 7:31 am
Muito convencido, por demasiado o 23………não é o único………………………….