Quando os governos da “Europa” e muitas das suas oposições aceitam como presidente um tipo que, enquanto governante do seu minúsculo estado, aceitou manobras de evasão fiscal de contribuintes dos outros estado europeus e como autoridade máxima do chamado eurogrupo um outro que nem uma tese de mestrado bolonhesa conseguiu fazer sem polémicas?

A quem disser que isto são epifenómenos eu contraponho que são sinais evidentes do resto do icebergue.

Advertisements