Falou-se em desconfiança. Os especialistas falaram nisso e alguns autarcas queixaram-se que andamos a desconfiar das suas intenções e capacidades. O mais destemido, porque é vice-presidente do partido da Situação, disse mesmo que não aceitava que apoucassem as suas competências.

O que diriam “as escolas” e os professores (sabemos, para eles são meros funcionários sem direito a opinião, mesmo em “escolas de cidadania”) a quem são retiradas quase todas as competências que têm em nome de qualquer coisa que um jovem secretário da Administração Local apareceu a defender, sem ninguém da equipa política do MEC com coragem para dar os ares?

Sim, desconfio, até porque sabemos de muito decisor político local que era professor, nem sempre dos mais motivados para a função, até lhe acenarem com outra coisa.

Advertisements