Sexta-feira, 20 de Fevereiro, 2015


Happy Mondays, Step On

The outline agreement between Athens and its creditors in the single currency bloc to extend Greece’s rescue loans should help ease concerns that it was heading for the exit door from the euro.

In return, the country’s leftwing government has pledged not to roll back austerity measures attached to the rescue, and must submit, before the end of Monday, a list of reforms that it plans to make.

NunoMag

Imagem colhida no FBook de Inês Meneses.

Machete diz que a troika pode dever “reparações” a Portugal

Declarações do ministro dos Negócios Estrangeiros destoam da posição de Luís Marques Guedes, para quem as declarações de Juncker foram “infelizes”, e das palavras de Passos Coelho, que esta manhã disse que a “dignidade dos portugueses nunca esteve em causa”.

… o que se tem para lhe dizer e para debater.

Tem as ideias feitas, trunca os dados de qualquer discussão, não tem qualquer intenção de mudar vagamente de opinião e apenas aparenta recuar ou negociar para ganhar tempo e balanço para aprofundar a asneira.

Há de todas as cores e os nossos dois últimos PM são dois rostos – um histriónico, o outro seminarista – da mesma atitude de alheamento de qualquer realidade não pré-formatada.

Como o anterior, o actual também tem uma escadinha de apparatchicks que replicam ad nauseum uma forma de estar que torna inútil tentar que raciocinem e tentem perceber algo que escape aos seus chavões.

No caso da Educação, como em outros, são piores do que mulas cegas, pois nem sequer servem para carregar seja o que for.

Fazem corar de inépcia a velha k7.

… e julgo mesmo que não falará pela larga maioria dos portugueses. Porque, em boa verdade, não sei quem o elegeu para ministro… só sei que foi escolhido para o cargo… que até desempenha de forma adequadamente discreta, excepto quando o mandam ler recados.

E não me parece que quem o mandou perceba muito de dignidade…

Marques Guedes, ministro da Presidência e dos Assuntos Parlamentares, fez a seguinte declaração: “Acho que, manifestamente, é uma declaração muito infeliz do presidente da Comissão, porque nunca a dignidade de Portugal nem dos portugueses foi beliscada, quer pela troika, quer por qualquer das suas instituições.”

O ministro lembrou que a dureza do programa estava relacionada com “a situação extremamente difícil em que o país se encontrava” e que Portugal conseguiu cumprir e ganhar a confiança dos parceiros.

 

Falou-se em desconfiança. Os especialistas falaram nisso e alguns autarcas queixaram-se que andamos a desconfiar das suas intenções e capacidades. O mais destemido, porque é vice-presidente do partido da Situação, disse mesmo que não aceitava que apoucassem as suas competências.

O que diriam “as escolas” e os professores (sabemos, para eles são meros funcionários sem direito a opinião, mesmo em “escolas de cidadania”) a quem são retiradas quase todas as competências que têm em nome de qualquer coisa que um jovem secretário da Administração Local apareceu a defender, sem ninguém da equipa política do MEC com coragem para dar os ares?

Sim, desconfio, até porque sabemos de muito decisor político local que era professor, nem sempre dos mais motivados para a função, até lhe acenarem com outra coisa.

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