… falou-se que os professores terão perdido a capacidade de liderança e que as chamadas “lideranças intermédias” quase desapareceram enquanto agentes de mudança nas escolas.

Mas então foi feito um esforço de anos para destruir essa capacidade, em particular a que se ergue sobre o reconhecimento dos pares (a malfadada gestão democrática das escolas”), destruiu-se a coesão da classe com os titulares e o modelo unipessoal de gestão, hierárquico e baseado na ocupação de cargos por nomeação e agora espera-se exactamente o quê?

Porque é interessante andar anos e anos a tornar árido o terreno e depois dizer-se que não crescem lá frondosas florestas.

E querem “escolas da cidadania” quando elas se organizam na base da obediência e do respeitinho pela hierarquia?