Segunda-feira, 9 de Fevereiro, 2015


Echosmith, Cool Kids

 

Obama, Hollande, Tripas.

 

 

je vais me jeter.

 

 

 ou é suíço?

 

 

… me sinto um bocado envergonhado, como português, pela qualidade dos nossos PM, seja logo à partida, seja no que se tornaram.

O Guterres do 2º já é o que dá de frosques ao ver que ou fugia ou ficava com a lama e os limianos até ao pescoço como o Cavaco ficou mesmo quando não percebeu, inundado por Dias Loureiros, Duartes Limas, Migas Amagais, Arlindos disto e daquilo…

E mesmo o Guterres I, pensando bem, foi o que nos trouxe o outro engenheiro e o salto à vara.

Que raio de choldra, pá!

Nada me admira que o homem não queira ser presidente disto, como sempre me pareceu.

E,, já agora, para mim o terceiro António. o que querem erguer a Presidente, é apenas um dos principais rostos do pântano.

 

ac

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Mas este gajo perdeu mesmo toda a vergonha na cara?

Enquanto ele se agachou o tempo todo, agora quer valer-se dos que não são tão acagachados como ele?

Cá para mim de tanta laca para o cabelinho ficar no lugar, alguma coisa ainda mais tóxica do que o normal lhe entrou na moleirinha…

Passos quer solução grega a valer para todos

HSBC helped conceal $100 billion in Swiss accounts – report

US authorities are investigating JPMorgan for hiring a China minister’s son despite his being a terrible job candidate

É curiosa a diferença entre a notícia na TSF rádio e o título no site. Na primeira sublinhava-se que 2014 foi o ano em que as exportações menos cresceram desde 2009, tendo ficado largamente abaixo das importações. No segundo caso, a comparação desaparece.

Mas o essencial não muda: o salvador da Economia nacional, pelo qual o vice primeiro-ministro ia rasgando todas as vestes, vai progressivamente demonstrando que uma coisa é vender cervejolas e refrigerantes num país quase tropical, outra fazer mais do que passear as melenas por certames internacionais à conta de todos nós.

E se, afinal, o ministro Álvaro não fosse tão inepto como os portinhas o quiseram pintar na sua ânsia por colocar no lugar quem lhes abrisse a porta para os subsídios e colocações profissionais

 

Sabermo-nos programar

Temos um bocado de dificuldade em nos sabermos programar, delineando o que vamos fazer com início, meio e fim. Não poucas vezes “navegamos à vista, num tempo em que as zonas costeiras, já estão por tantos exploradas”, não havendo assim a passibilidade de nos orientar, como aconteceu nos tempos dos nossos descobrimentos. Em que tínhamos que descobrir, inventar, aí, difícil de programar!

O tal nosso “desenrascanço” que em situações totalmente imprevisíveis “pode” ter muita utilidade, dado ser uma solução ao momento, nunca pode virar norma! Como acontece, não poucas vezes!

Por outro lado, temos medo às “regras”, ou por acharmos que pode ser um acto quase ditatorial, ou, por “regra” criarmos um tal emaranhado de regras e contrarregras, que evidentemente nunca resultam, bem pelo contrário.

Para além de que, tendo resultado em casos pontuais – o desenrascanço – fica mais fácil o “deixar andar”, e hoje, não poucas vezes ouvimos “viver um dia de cada vez”, como se fosse possível o contrário, tendo por base o deixar andar, dado podermos não ter/saber como chegar ao amanhã.

Como é evidente, não podemos, não sabemos, não conseguimos tudo programar ao milímetro, tendo a certeza de que vai tudo correr sem falhas. Claro que estas sempre irão ter que acontecer, uma vez que muitas variáveis humanas e não só, modificam-se com o andar dos tempos.

Sendo que, o hábito de termos que passar a assumir “a programação”, fazendo planos e cumprindo-os, faciltará o percurso que pretendermos fazer, sem ter que ir inventando em cada “percalço” com que vamos deparando.

E, não necessitamos de excessivas regras – bem pelo contrário -, mas algumas são imprescindíveis, se criadas para nos ajudar a resolver problemas e a viver em comunidade organizada, sem serem um problema.

A programação que voluntariamente deveria ser por todos e cada um feita, implica, também, evidentemente, algo em que “tanto” facilitamos, que é a “não pontualidade”, não cumprir horários, não estar a horas.

Talvez com mais planeamento, programação e entreajuda, nos possamos dar melhor e vencer as não poucas crises, que tanto nos apoquentam, e que não estão a ser aprontadas por quem responsabilidades tem, para o fazer.

Augusto Küttner de Magalhães

Pilote59

Pilote (1959)