Sábado, 7 de Fevereiro, 2015


Foo Fighters, In the Clear

A peça do Público sobre o bichinho de estimação (PET) made in Cambridge também foi feita com o apoio da parceria público-privada.

O que nos poderia levantar algumas questões sobre o que se investe na propaganda em torno de algo que tem uma validade reduzida para a própria Universidade de Cambridge (ao fim de 2-3 anos, os certificados valem de muito pouco por lá) e no que não se investe nos professores que são obrigados a assegurar a sua aplicação e classificação.

São opções… prioridades… whatever.

Despacho n.º 1287/2015 – Diário da República n.º 26/2015, Série II de 2015-02-06, do Ministério da Educação e Ciência – Direção-Geral do Ensino Superior
Regista a criação, no Instituto Superior de Ciências Educativas de Felgueiras, do curso de complemento de formação para a docência no grupo de recrutamento 120 destinado a titulares de qualificação profissional para a docência no grupo de recrutamento 110.

Despacho n.º 1288/2015 – Diário da República n.º 26/2015, Série II de 2015-02-06, do Ministério da Educação e Ciência – Direção-Geral do Ensino Superior
Regista a criação, Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico do Porto, do curso de complemento de formação para a docência no grupo de recrutamento 120 destinado a titulares de qualificação profissional para a docência no grupo de recrutamento 330.

Despacho n.º 1289/2015 – Diário da República n.º 26/2015, Série II de 2015-02-06, do Ministério da Educação e Ciência – Direção-Geral do Ensino Superior
Regista a criação, Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico do Porto, do curso de complemento de formação para a docência no grupo de recrutamento 120 destinado a titulares de qualificação profissional para a docência no grupo de recrutamento 220.

Despacho n.º 1290/2015 – Diário da República n.º 26/2015, Série II de 2015-02-06, do Ministério da Educação e Ciência – Direção-Geral do Ensino Superior
Regista a criação, Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico do Porto, do curso de complemento de formação para a docência no grupo de recrutamento 120 destinado a titulares de qualificação profissional para a docência no grupo de recrutamento 110.

Despacho n.º 1291/2015 – Diário da República n.º 26/2015, Série II de 2015-02-06, do Ministério da Educação e Ciência – Direção-Geral do Ensino Superior
Regista a criação, na Escola Superior de Educação e Comunicação da Universidade do Algarve, do curso de complemento de formação para a docência no grupo de recrutamento 120 destinado a titulares de qualificação profissional para a docência no grupo de recrutamento 330.

Despacho n.º 1292/2015 – Diário da República n.º 26/2015, Série II de 2015-02-06, do Ministério da Educação e Ciência – Direção-Geral do Ensino Superior
Regista a criação, na Escola Superior de Educação e Comunicação da Universidade do Algarve, do curso de complemento de formação para a docência no grupo de recrutamento 120 destinado a titulares de qualificação profissional para a docência no grupo de recrutamento 220.

Despacho n.º 1293/2015 – Diário da República n.º 26/2015, Série II de 2015-02-06, do Ministério da Educação e Ciência – Direção-Geral do Ensino Superior
Regista a criação, na Escola Superior de Educação e Comunicação da Universidade do Algarve, do curso de complemento de formação para a docência no grupo de recrutamento 120 destinado a titulares de qualificação profissional para a docência no grupo de recrutamento 110.

Desde 2007, o Ministério da Educação e Ciência (MEC) está legalmente obrigado a enviar para o TdC todos os contratos cujo valor seja igual ou superior a 350 mil euros e só pode fazer a transferência de verbas depois de ter o visto prévio daquela entidade.

No entanto, apenas em 2014 o MEC enviou pela primeira vez os contratos celebrados com as escolas de ensino especial, artístico e profissional para análise e atribuição de visto prévio.

Questionado mais uma vez sobre a razão de só no ano passado o Governo ter dado cumprimento à lei do TdC, o MEC voltou a não prestar qualquer esclarecimento.

Porque quando um tipo quer meter-se a discutir coisas como o valor da vida e faz comparações sem sentido, com realidades inexistentes, um tipo logo desconfia se vale a pena ler o resto porque o mais certo é ser uma sucessão de outros disparates.

E é o homem doutorando em Economia da Saúde e professor universitário. Mas como é insurgente isto deve ser um economista de génio. E deve ser um fã dos algoritmos sobre quanto vale um tipo viver ou morrer.

Chiça, penico, diria a tradição nacional da Hanna Montana.

Porque este é o país das leis mortas à nascença, como aquela da proibição dos telemóveis. Desde logo porque, se o bichinho é confiscado como a lei manda, grande parte dos progenitores reage como se lhes tivesse confiscado a casa, o carro e todos os salários por vir, sendo a indignação maior do que se lhes tivessem atropelado todos os direitos constitucionais.

DISCONNECTING FROM TECHNOLOGY (FOR A WHILE)

Seja a favor ou contra. Convém é não ler apenas aquilo com que se concorda e dizer amén ou ler o que se discorda e dizer vade retro, sem pensar mais nisso.

In Defense of Annual School Testing

E já agora acrescento, repetindo o que deixei num comentário mais abaixo… eu não sou populista igualitário e assumo sem problemas que a avaliação dos alunos e dos professores não pode ser feita pela mesma labita, porque essa coisa de meter tudo no mesmo saco como se fosse igual só serve para quem gosta de tudo ao molho e fé nos deuses de ocasião.

Este ano já não há voluntariado… é obrigatório…

Exp7Fev15

Acho muito certo que se inclua a nota final acerca do convite, que é para percebermos que as manobras de charme.

E ainda bem que a Isabel Leiria e o Expresso o referem. Porque há quem não refira, quantas vezes em outro tipo de jornalismo…

Exp7Fev15b

O que eu acho grave é quando isto não é assim apresentado às claras…

Por exemplo, os patrocínios da FLAD e da embaixada dos EUA a certos destinos, com o objectivo de sensibilizar para certas questões…

 

 

Ainda bem que não fixei o nome do homem. Estava ontem no Expresso da Meia Noite, naquele estilo dos negociadores que dizem 50 palavras quando chegam 20, a contar como tinham sido as negociações entre o governo e a Gilead.

E, se bem percebi, porque foi mesmo quando lá chegava em manobra de zapping, falou no famoso algoritmo que se aplica aos doentes para decidir a que tratamento têm direito.

Como faz qualquer seguradora, daquelas a que querem que compremos seguros de saúde e que nos EUA enviam para a morte quem não cabe nos critérios do “algoritmo”.

Só que há aqui duas ordens de considerações a afazer:

  • O Estado (mesmo que representado por governantes e burocratas de terceira ordem) não pode agir como uma seguradora.
  • Muitas pessoas com hepatite C podem, graças aos tratamentos, salvar-se aos 40 ou 50 anos de uma morte certa. Não se está a falar de alguém a quem um tratamento caríssimo prolonga a vida um par de meses, para fazer os 87 ou 92 (e mesmo assim temos muitas questões éticas envolvidas num país que não legalizou a eutanásia ou morte medicamente assistida).

Portanto, calma lá quando se fala disto como se estivéssemos a falar de mercadorias estragadas em stock para abater…

Ainda a Nato e a falha Europeia

A Nato foi criada faz 65 anos, e nessa ocasião as despesas eram cobertas em 50% pelos EUA e os restantes 50% pela Europa e restantes países parte da Nato, como Canadá, mas a Europa “entrava” com uma forte percentagem desta metade.

A Europa, agora, já há uns anos, sempre desunida e achando-se – erradamente – a coberto de uma boa força infinita dos EUA foi desinvestindo na Nato, já não havia URSS, não havia perigos, e hoje os EUA suportam 75% da despesa.

O perigo da Rússia para os EUA desde 1991, quando a URSS se desfez, é hoje diminuto. Os EUA apesar de espiarem de forma muito pouco correcta os seus aliados europeus – não se sabendo se o inverso também acontece – ainda não deixaram cair a Nato.

Se a Europa continuar a falhar em tudo, se não se unir, também numa defesa comum do seu espaço único (?), desunido, o perigo vai ser a muito curto prazo, nosso europeu. Não dos EUA!

Continuar-se a fazer de conta que toda a zona do Mediterrâneo sul não é uma gravíssima ameaça para a Europa, é lirismo ou estupidez. Mais estupidez ou incoerência, até!

Já se viu de forma tão triste e dramática como refugiados a pedir auxilio, a pedir comida morrem – e vão continuar a morrer – ao largo de Lampeduza, e a U E assobia para o lado. Manda lá o senhor da Comissão Europeia, fazer figuras tristes, como é seu hábito e costume.

Já se viu e há pouco tempo os EUA – não a Nato – terem que ajudar a Europa, quando a Líbia – aqui abaixo! – entrou em colapso e não houve coordenação europeia – zero! – e a França achou que fazia alguma coisa e foi um desastre. Valeram os EUA! Mais uma vez!

Ainda não se viu todo o Mediterrâneo Sul achar que nada tem a perder e à força das armas – que sem ordem, por lá vagueiam – entrar pela Europa adentro.

Aí será tarde, e em vez de a Desunião Europeia continuar com umas forças armadas parcelares País a País, em vez de se unir em torno de um todo único, que seria a única via, ampliando a posição na Nato, com essas forças. E, a segurança interna de cada Estado seria a cargo das polícias locais, que deveriam entreajudar-se , faz disparates – a UE – de desorganização, com uma Comissão e tudo o mais que não funcionam, e a Alemanha a querer hipoteticamente mandar!

Os países do Norte Europeu, Alemanha abrangida, estão a fantasiar a pensar que o Mediterrano é lá em baixo, e o Sul da Europa para seu contentamento desparece se o sul do Mediterrâneo aí entrar, e fica tudo resolvido. Não será assim, quando tudo a sul estiver perdido o norte não escapará e será tarde. À força das armas do outro lado do Mediterrâneo!

Talvez seja menos importante perder-se tempo com distrações de escutas – que por certo entre amigos não deveriam ser feitas, mas onde andam os amigos? Onde? – que dão um gozo à Rússia, e a Europa unir-se, defender-se ser única, e estar a 50% na Nato como os EUA!

Augusto Küttner de Magalhães

MetalH75

Metal Hurlant (1975)