Há uma situação, dentro ou fora de portas da aula, que infringe claramente as regras básicas da convivência em espaço escolar? Participa-se a ocorrência o mais depressa possível em documento apropriado e dá-se a conhecer ao DT ou órgão de gestão de forma concisa e objectiva.

Sendo-se DT e sendo a ocorrência grave, encaminha-se para o órgão de gestão, sugerindo a abertura de procedimento disciplinar. Se é por acumulação de “amarelos”/participações, o procedimento automático está previsto na lei e não carece de se andar a bater a nenhuma porta, pedindo autorização ou sugestões.

O órgão de gestão, defendendo a sã convivência em espaço escolar, dará naturalmente encaminhamento ao que lhe chega, tudo se desenvolverá a contento e sem necessidade de muita conversa em redor. As penas de carácter disciplinar devem ser usadas de acordo com o bom senso, mas igualmente seguindo a necessidade de manter o respeito por todos.

No caso de EE malcriados e que servem de exemplo (mau) aos seus educandos, pode sempre apontar-se o caminho da esquadra mais próxima, pois a parte das comissões de tal e coiso é para esperar deitado de tanta freguesia.

Claro que há excepções a estas regras muito básicas, mas são isso mesmo, excepções.

O latim gasto em redor disto tudo pode ser radicalmente reduzido e a energia gasta em queixumes encaminhada para coisas mais úteis.

Muita coisa também depende apenas de nós.

E isto é escrito por um tipo que só manda um@ alun@ sair da sala quando está mesmo a chatear os colegas para além do razoável.

 

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