E confesso que não via o deputado João Prata a fazer este papel… que não se percebe se por encomenda ou porque acredite mesmo nas enormidades que proferiu.
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Fevereiro 5, 2015
E confesso que não via o deputado João Prata a fazer este papel… que não se percebe se por encomenda ou porque acredite mesmo nas enormidades que proferiu.
Fevereiro 5, 2015 at 7:44 pm
“Vai-te tratar”???? Então???
TRATAR????? E QUEM PAGA???
Depende de quanto custa!!!…porque ele disse que “os Estados devem «fazer tudo o que está ao seu alcance para salvar vidas humanas» mas não «custe o que custar»!!!
Só espero que os médicos que andam a tratar a esposa, não pensem como ele… que não se ponham a fazer contas e a decidir sobre se valerá a pena o custo do tratamento! Esperemos que seja tratada com dignidade e respeito pela sua vida, tal como um médico o deve sempre fazer…e como o Estado deveria acautelar para todos os cidadãos.
Porque a Saúde é um bem a que todos têm direito, independentemente dos custos! Porque o valor de uma vida humana não pode ser convertido em cifrões!
E se um governante não sabe isto… não é digno do cargo público que desempenha!
Porque senão começamos todos a deitar contas sobre o custo do nosso trabalho e se valerá a pena continuar a fazê-lo!!!
É só gente parva que nos aparece à frente!
http://www.tvi24.iol.pt/politica/passos-coelho/estado-deve-fazer-tudo-para-salvar-vidas-mas-nao-a-qualquer-custo
Fevereiro 5, 2015 at 7:51 pm
Já se fosse a.mulher dele duvido que tivesse dito tal…enfim…mas nao foi o seu braço direito Portas a proferir a célebre frrase de auschvitz:o trabalho librta?Logo ele agora deve dizer os que da morte se vão libertando e com isso poupando..
Fevereiro 5, 2015 at 8:03 pm
será mixomatose?
o coelhe não vem bem?
o que ele é é aldrabão
pr’álem de filho da mãe
Fevereiro 5, 2015 at 8:23 pm
Este discurso de PC só ainda chocará os que não entenderam bem o significado da sua visão fanaticamente mercantilista, que preside a toda a política governativa.
Para ele, a vida humana não é um valor supremo, mas relativo.
A vida deve ser media pelo seu valor utilitário: os doentes com hepatite C são ou foram, na sua maioria, toxicodependentes, que sobrevivem, de uma maneira ou de outra, com ajudas estatais. “Parasitas improdutivos”, em resumo, sem préstimo para o mercado, sem capacidade competitiva e interesse empresarial.
Já a dívida é outra coisa: com os mercados – de sensibilidade tão fina – não se pode hesitar nem muito menos brincar!
Fevereiro 5, 2015 at 8:58 pm
Pois tá claro, quem paga o tratamento do Pedro?
Sabem quanto custa uma consulta de psiquiatria, mais a medicação?!
Ah, pois é!
Eu não quero pagar mais essa.
Fevereiro 5, 2015 at 9:16 pm
O Pedo já não tem cura.
O Prata foi “por encomenda”.
Fevereiro 5, 2015 at 9:26 pm
“Schauble 1 – Varoufakis 0
A conferência de imprensa mais aguardada da semana acabou como tinha de acabar: a Grécia marcou os seus pontos, mas a Alemanha marcou pontos. Ou seja, ninguém perdeu a face nem foi obrigado a ceder muito, mas o terreno da negociação ficou delineado. E nesse terreno quem tem mais a perder é a Grécia. E não é por uma questão de princípios, é mesmo por uma questão de tempo. A Grécia podia ter pedido uma extensão do programa da troika para ganhar tempo, mas recusou-se. Hoje, Schauble mostrou em público que essa posição unilateral de Atenas é um erro, que pode sair muito caro.” – RC, Expresso.
– O discurso do situacionismo austeritário merkeliano.
Começa logo no título claramente tendencioso. RC e restantes sabujos estão mortinhos para que o governo grego falhe e seja humilhado (se com ele for também um povo, pouco ou nada lhes importa: a ortodoxia austeritária é cega e implacável, e odeia ser desafiada).
Depois, a mistificação ideológica (freudianamente, uma projecção): a posição grega é que é classificada como “unilateral”, quando se sabe que Varoufakis tem apresentado propostas concretas, alternativas e consistentes, e os sicários de Merkel é que se têm mostrado mais inflexíveis e arrogantes nas suas posições – veja-se a posição chantagista tomada pelo BCE – por terem a faca e o queijo na mão.
Mas a faca tem dois gumes e o queijo os próprios ratos da casa o assltarão e serão os primeiros a abandonar o barco quando este começar a mostrar os rombos que, por enquanto, estão escondidos abaixo da linha da água…
Fevereiro 5, 2015 at 9:31 pm
Isto está um verdadeiro “circo romano”…
É uma pouca-vergonha.
No more comments…
Fevereiro 5, 2015 at 9:53 pm
A Vida da outra que morreu custa menos de 42 mil euros. A vida humana em Portugal está barata.
Fevereiro 5, 2015 at 10:05 pm
#7
Ainda lê o pasquim?
Junte-se aos ECA. Expresso-comprador anónimos.
Eu não compro um há mais de 3 anos.
Fevereiro 5, 2015 at 10:11 pm
10Mx42000=420.000.000.000 de euros é quanto vale a população. caneco, vendidos ao ISIS ainda rendemos bastante.
Fevereiro 5, 2015 at 10:23 pm
Quanto ao carácter abutrino de quem vende (?) as pilulas, nem uma palavra. E viva o “mercado”, afinal. Quem diria?!
Fevereiro 5, 2015 at 10:27 pm
Agora, imagine-se que o fabricante da droga era alemão…
Fevereiro 5, 2015 at 10:28 pm
#10
Um amigo chamou-me a atenção para o título (edição online), por vir em estilo futebolístico, da verrinosa prosa.
E foi mais forte do que eu: tive que vir a terreiro para o malhar; pareceu-me um exemplo flagrante do discurso da nomenklatura austeritária, que está desvairada com o renascimento grego (expressão que deve ser entendida nos seus múltiplos sentidos).
Eu não compro o pasquim semanal do regime há mais de 15 anos. A sério.
Fevereiro 5, 2015 at 10:29 pm
Près d’un tiers des Français sont favorables à une annulation totale ou partielle de la dette grecque
Les Français sont parfois surprenants. Dans un sondage réalisé par l’institut CSA pour « Les Echos », Radio Classique et l’Institut Montaigne, seules 15 % des personnes interrogées se montrent favorables à un maintien de la dette grecque et des échéances de remboursement actuelles. En revanche, 30 % des Français indiquent être pour une annulation totale ou partielle de la dette de l’Etat hellène. La majorité des Français, plus précisément 52 %, préféreraient « allonger la durée de remboursement de la dette sans l’annuler ».
Les Echos
Fevereiro 5, 2015 at 10:31 pm
Abutrino??,Meu caro, é como diz Hayek..more or lesss..o mercado auto regula—se a si próprio.. regras para quê?? Os mais fortes sobrevivem
Fevereiro 5, 2015 at 10:37 pm
#13
Realmente foi azar: terias oportunidade para vir mais uma vez prestar vassalagem aos alemães.
Mesmo assim não resististe a vir lamber-lhe a mão…
Fevereiro 5, 2015 at 10:40 pm
#7
A confusão estravasa largamente os croniqueiros domésticos.
A emissão de moeda é um acto de soberania nacional.
Como era de esperar, a soberania nacional não está no roteiro político das instituições europeias. Mas não se atrevem a declarar explicitamente: escondem-se atrás de argumentos “técnicos”. A fuga ao pleno significado das palavras é, na miha opinião, o mais claro sinal de cobardia.
De nombreux analystes, spécialistes de la politique monétaire, soulignaient jeudi combien cette mesure est purement technique et conforme aux statuts de la BCE. « Considérant qu’il n’y a plus d’accord entre la Grèce et ses créditeurs , elle a décidé de cesser d’accepter des actifs grecs risqués en contrepartie de ses prêts. Ce faisant elle a agi strictement dans les limites de son mandat », estime Jean-François Robin, stratégiste taux chez Natixis.
CATHERINE CHATIGNOUX
Fevereiro 5, 2015 at 10:52 pm
Sobre as declarações acerca dos doentes e dos tratamentos da hepatite C nem me pronuncio, que há coisas que o homem diz que, mais do que indecorosas, são verdadeiramente asquerosas. Deixo os comentários ao cuidado de quem não teve asco de votar naquela nódoa.
Já quanto aos Gregos, mais do que as convicções neoliberais da pandilha do passos, o que é incómodo evidente é a possibilidade de o novo governo grego, com um discurso realista e uma posição que deveria ser a de todos os governos democráticos, a defesa do interesse nacional, vir a conseguir para a Grécia as condições que os passistas, com todo o seu servilismo e a sua mediocridade incompetente nunca pensaram exigir.
Fazem figas para que a Grécia se espalhe, não porque isso seja melhor para os interesses de Portugal, mas para que não se torne evidente o falhanço da estratégia subserviente e ruinosa que adoptaram, de submissão completa aos interesses estrangeiros a quem têm andado a vender o país aos retalhos.
Fevereiro 5, 2015 at 11:33 pm
#19 Totalmente de acordo.
Fevereiro 5, 2015 at 11:47 pm
PPC é um b@@###3ta!
Fevereiro 6, 2015 at 9:37 am
Besta?! Não um rapaz sério!
Fevereiro 6, 2015 at 9:52 am
#12,
Só vende a esses preços se lhes pagarem…
Claro que são abutres, mas são assim porquê?
Porque não foram denunciadas publicamente as suas condições e o nome dos que decidiram isso em nome dessas empresas?
Fevereiro 6, 2015 at 10:03 am
Je suis Varoufakis.
Fevereiro 6, 2015 at 10:05 am
Já agora que sensibilidade e carácter esperavam de quem, tendo um irmão profundamente deficiente, cortou os apoios aos ….deficientes?
Fevereiro 6, 2015 at 11:26 am
#23
A demagogia delicia-se com a facilidade – chafurda com regalo nos primeiros 10 minutos de cada telejornal e com naturalidade nas banalidades panfletárias dos grupelhos políticos. Mas seria esperável vê-la ceder o passo em “fora” onde a vacina da crítica criaria alguma defesas. Nada. Num assunto que tem, sobretudo, relevância moral (5000% de lucro num medicamento que faz a diferença entre a vida e a morte!), elege-se como centro de discussão uma alegação de um governante…
Fevereiro 6, 2015 at 11:45 am
#26,
A demagogia também se delicia com o primeiro número que lhe aparece à frente.
Se o medicamento tem essa margem de lucro, se tem tão baixos custos de produção, porque tem esse preço?
A regulação “transnacional” das patentes não pode ser restrita em casos limite?
Agora uma coisa… a relevância “moral” também passa por apontar o dedo a quem acha que deve colocar um preço na cabeça das pessoas e é isso que o governante concreto fez.
No fundo, é dos governantes a palavra final sobre a vida ou morte.
Quanto ao resto, há mais de uma maneira de garantir a vida e reduzir os 5000% de lucro, só que há quem tenha sido kapado (politicamente, claro) para chegar onde está.
Fevereiro 6, 2015 at 11:47 am
Como o comentário veio para mim, eu aproveito para esclarecer que não vejo os primeiros 10 minutos de qualquer telejornal, pois se não estiver a jantar às 8, estou a passar para o Daily Show.
Quanto aos “grupelhos”, perceberá disso quem por eles passou, os actuais ou outros. Não é o meu caso, que nem sequer com a natural estupidez de alguma juventude me terei de explicar, ao contrário de quem lá andou e depois assobia para o lado e diz mal.
Não me dirijo a ninguém, em especial, porque nem sei quem será, apenas ao argumento que peca por invalidez, não sabendo eu se há medicamento que lhe valha.
Fevereiro 6, 2015 at 11:50 am
#26
Claro, como toda a gente está a ver, trata-se sobretudo de uma questão moral ou, vá lá, de mercado, onde PC não é tido nem achado. Ah, ganda Meio!
A política, o poder regulatório das autoridades públicas (e inerente responsabilidade política e ética), as opções e decisões que o governo toma em relação às políticas públicas de saúde não são para aqui chamadas. Não nada disso: e se o Meio o diz, quem somos nós para o contrariar?!
PC é um árbitro neutro ou, menos mal para ele (sugere-o o Meio), é um “anjinho” que anda aqui simplesmente a apanhar bonés.
No fundo, PC, tal é o corolário do comentário do iluminado Meio (vá lá que não é Cheio!), não passa também de uma vítima: da má vontade de alguns comentadores e da população ignara.
(Meio, se as declarações de PC tivessem vindo de um alemão, até tinhas cãibras de gozo!).
Fevereiro 6, 2015 at 4:36 pm
#28
O comentário foi para si, PG, porque consigo se pode discutir na base de argumentos (com dois outros interlocutores, só pactuando com o seu típico recurso de investida canina às canelas – mas não tenho jeito para latir, pelo que desisto à partida). E o que pretendi dizer (admito que o não tenha conseguido) é que estamos perante um caso (mais um) em que se embarca num (quase) maniqueísmo fácil – e em que o seu post parece ter alinhado: há os doentes, a farmacêutica (neutra) e o Passos Coelho (o mau). Pode discutir-se muita coisa neste triste episódio, e a evidente inabilidade dos nossos responsáveis governamentais e hospitalaores é uma delas. Mas a relevância ética do problema poderá justificar a dúvida sobre a neutralidade do detentor do medicamento. Mais: poderá levar-nos a pôr a possibilidade de estarmos perante um acto de miserável extorsão, de exigência de resgate de vidas. Mas esta abordagem parece não interessar à generalidade de quem intervém na discussão, preocupados que estão com o mero e cínico aproveitamento “politiqueiro” da desgraça alheia. Só isto.
Fevereiro 6, 2015 at 4:58 pm
Discussão algo estéril. Palavras cheias de nada e discurso algo vazio de conteúdo embora soem bem estejam bem escritas.
Muito interessante que se defenda um tipo de economia e depois se diga que a farmacêutica -fruto desse mesmo tipo de economia – é gulosa. Mas não é a essência do capitalismo -puro e duto – a obtenção máxima de lucros sem olhar a meios?
Não deve o estado privatizar todo o aparelho social ?
Quem tiver dinheiro paga quem não o tiver vai ao BES.
Fevereiro 6, 2015 at 5:12 pm
#31
Precisamente. Mas, já agora, leve o seu argumento até ao fim e espante-se por ver o inimigos figadais “dessa economia” com tiques discursivos que os colocam precisamente do lado da farmacêutica. Passos Coelho vale muito pouco; mas contra ele não vale tudo.