Quinta-feira, 5 de Fevereiro, 2015


… mas um tipo já fica feliz por conseguir chegar mais ou menos em estado são a uma semana da mini-pausa do Carnaval.

Dos 631 tratamentos para a Hepatite C disponibilizados até agora, 375 foram realizados com medicamento inovador alternativo sem custos para o Serviço Nacional de Saúde (SNS).

E confesso que não via o deputado João Prata a fazer este papel… que não se percebe se por encomenda ou porque acredite mesmo nas enormidades que proferiu.

Yronika

Há uma situação, dentro ou fora de portas da aula, que infringe claramente as regras básicas da convivência em espaço escolar? Participa-se a ocorrência o mais depressa possível em documento apropriado e dá-se a conhecer ao DT ou órgão de gestão de forma concisa e objectiva.

Sendo-se DT e sendo a ocorrência grave, encaminha-se para o órgão de gestão, sugerindo a abertura de procedimento disciplinar. Se é por acumulação de “amarelos”/participações, o procedimento automático está previsto na lei e não carece de se andar a bater a nenhuma porta, pedindo autorização ou sugestões.

O órgão de gestão, defendendo a sã convivência em espaço escolar, dará naturalmente encaminhamento ao que lhe chega, tudo se desenvolverá a contento e sem necessidade de muita conversa em redor. As penas de carácter disciplinar devem ser usadas de acordo com o bom senso, mas igualmente seguindo a necessidade de manter o respeito por todos.

No caso de EE malcriados e que servem de exemplo (mau) aos seus educandos, pode sempre apontar-se o caminho da esquadra mais próxima, pois a parte das comissões de tal e coiso é para esperar deitado de tanta freguesia.

Claro que há excepções a estas regras muito básicas, mas são isso mesmo, excepções.

O latim gasto em redor disto tudo pode ser radicalmente reduzido e a energia gasta em queixumes encaminhada para coisas mais úteis.

Muita coisa também depende apenas de nós.

E isto é escrito por um tipo que só manda um@ alun@ sair da sala quando está mesmo a chatear os colegas para além do razoável.

 

PJ investiga máfias que atacaram sistemas informáticos de escolas e ministérios

O desinvestimento na manutenção tem sido aflitivo e a desactualização perante as ameaças é mais do que evidente.

Sou daqueles tempos de antanho em que se acreditava que a verdade acaba sempre por se saber e que as mentiras têm a perna curta e acabam sempre por tropeçar em si mesmas.

Dito isto, tenho algum desprezo pelos queixinhas que, não sendo capazes de demonstrar a sua razão, vão a correr chamar os matulões em sua defesa para intimidar o resto dos colegas que brincam no recreio.

Por matulões, pode entender-se a IGEC ou os Tribunais, que assim perdem o seu tempo com idiotices.

E um tipo ainda tem de testemunhar…

Tivesse eu mau feitio e não fosse a alma santa que sou e também lhe mandava polícia para a porta da escola.

Mas não consigo ser assim tão parvo.

 

Este Duarte Marques?

A sério? O comunicador virguloso?

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… e eu confesso que ando com falta de pachorra com quem se preocupa muito com o “bom nome”, mas se preocupa muito pouco com o dos outros.

Tudo isto porque, cada vez mais, me irritam os pequenos déspotas locais que clamam por Justiça, quando apenas anseiam por Poder.

Ainda bem que vou a Aveiro no dia 18… pode ser que nos encontremos antes de eu ir prestar declarações como testemunha num processo parvo, podendo assim dizer de viva voz o que penso de gente com pouco que fazer de útil e tempo para chatear o próximo.

 

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