Em entrevista ao jornalista da Antena 1 Nuno Rodrigues, Rodrigo Queiroz e Melo reconhece que ao ser necessário um visto prévio do Tribunal de Contas, por causa do volume das verbas em causa, era de prever algum atraso, mas não o que acabou por acontecer.

Rodrigo Queiroz e Melo admite vir a pedir juros de mora ao Estado pelo atraso na resolução deste problema. Em causa estão, pelas contas do responsável, cerca de 3,8 milhões de euros.

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