Qual é exactamente o momento em que acabamos por achar que há uma turma, mais do que um aluno ou grupo deles, que não merece o esforço que aplicamos para lhes transmitir algumas noções do que é exigido pelo bom senso, mais até do que por programas e metas? Quando é por demais evidente que qualquer prazer ou sequer mediana satisfação está ausente daquelas horas semanais que se arrastam de minuto em minuto?

E quando tomamos essa consciência, o que fazer? Preencher o tempo, a ver se todos sobrevivem à experiência com o menor grau possível de danos, ou continuar a batalhar porque é essa a nossa função ou, até mais do que isso, o nosso imperativo ético categórico?