Chvrches, Lies
Janeiro 29, 2015
Chvrches, Lies
Janeiro 29, 2015
Sócrates emocionado com presentes de Barbas
Janeiro 29, 2015
Janeiro 29, 2015
Os alunos do Ensino Básico fazem exames de Português com uma maioria de questões de resposta múltipla no âmbito dos chamados “itens de selecção” que também incluem “associação”, “ordenação” ou “completamento” mais as chamadas questões de resposta curta ou restrita e depois querem que a ortografia e sintaxe sejam determinantes seja no que for?
A sério, sério, sério?
Ainda não perceberam que a cultura do “sucesso” e os modernismos pedagógicos levaram a classificar como retrógrados os gajos que, como eu, recusam aceitar um teste em que @ alun@ nem o rai’s parta do nome sabe grafar sem erros?
É só confirmar na recente informação-exame do enorme Iavé para o 9º ano.
E mesmo a alegada “resposta extensa” que vale 30 pontos (a velhinha composição ou vetusta redacção) só em alguns dos critérios de classificação tem em consideração a sintaxe e a ortografia.
A sério, sério, sério!
Não é nada fora do normal conseguir-se um B/Bom/nível 4 sem distinguir uma vírgula de um camelo. Basta fazer cruzinhas, preencher espaços e dar uma ideia geral que se percebeu as instruções para a “produção escrita”.
E depois querem milagres?
Na loja dos 300?
É que os chumbos estão caros e os trabalhos de casa são uma chatice, as cópias um arcaísmo e os ditados uma verdadeira sobrevivência do Paleolítico Pedagógico que destrói a criatividade infantil e impõe regras e uma disciplina que atrofiam a dimensão lúdica da aprendizagem.
E há imensos psico-pedagogos a defender isso mesmo e eu acho bem, mas depois aguentem-se que na Faculdade dizem que a culpa não é deles e que não são obrigados a ensinar seja quem for a escrever.
No dia em que quiserem fazer qualquer coisa a sério, sem ser demagogia e coreografia baseada em remendos, acordem-me.
Janeiro 29, 2015
Sim, claro que desconto.
Ora essa… Einstein é Einstein, não é Ainstain e o Picasso não é Picaço e o Almada Negreiros não é Pinhal de Negreiros (a menos que seja para o Camilo Lourenço, para quem Seixal ou Barreiro são exactamente o mesmo, incluindo os respectivos presidentes de câmara que são demagogos os dois, mesmo que não os distinga um do outro, porque a malta comuna e não liberal é toda a mesma corja despesista que não deixa o país andar para a frente mesmo que deixe os portugueses para trás), mas se um tipo errar em factos não é grave, apenas um lapso factual e nada tão grave como a falta de uma cedilha.
E mais que não fosse, menino, tu és de um meio socialmente desfavorecido e tu, menina, és de uma minoria cultural economicamente deprimida pelo que se forem estudar para a Universidade, irão acabar em cursos para professor, porque não sabem fazer mais nada porque isso diz o monteiro do jornal e o hélder de sousa que é diniz mas não é erro porque é de família, e depois irão fazer uma prova e dar erros e o investigador cristão dirá que vocês – benzós Deus que não é nada de pessoal ou sequer preconceituoso – darão erros exactamente porque são professores e são professores porque foram pobrezinhos que não conseguiram ir tirar o curso à Católica porque não tiveram liberdade de escolha no Secundário, nem ninguém a meter uma cunha para vos arranjar um financiamento para uns estudos e uma assessoria e por isso mesmo são maus professores para os “nossos filhos”, mesmo de quem não tem filhos, estão a perceber ou querem que vos faça um desenho com 17 jogadores, dos quais 6 no banco, de preferência o Eliseu e o Mourinho a seleccionador?
E a modos que é assim e nada cá de posturas corporativas que vocês não são charlies e a liberdade de esxpressão não é a da mal escrita, é só a falada e desenhada, a menos que seja ofensiva para quem é charlie ao retardador, que até já se tinham esquecido dos tempos em que eram anarcas e portanto devemos todos ser mansinhos e nada de refilar ou pactuar com erros que isso é só para quem não sabe escrever apenas com o corrector ortográfico mais actualizado e nós nem sabemos se sabem escrever ou não ou então na Finlândia em que querem acabar com a manuscrição nas esolas e depois é que era capaz de ser engraçado perceber quem sabe mesmo escrever sem erros ortográficos ou com eles, pois tudo seria corrigido e eles até têm o melhor sistema de ensino do mundo e nem avaliam os alunos montes de anos e nem queremos perceber como é que eles avaliariam a orotografia dos alunos se não os avaliam, mas isso é outra conversa que não vem ao caso porque se vier ao caso baralha a nossa ausência natural de lógica e fundamentação na argumentação, o que só prova que os professores são corporativos e piores aqueles que escrevem em sua defesa, pois se o fazem é porque pactuam com os erros e são uns tipos detestáveis a quem não deveriam ser entregues crianças, os “nossos filhos” por procuração, pois ainda são capazes de ser esquerdistas do syriza, ou seja crianças como diz o pedro e isso seria colocar crianças a dar aulas a crianças o que é errado a menos que defendamos a aprendizagem pela descoberta que é a melhor, a menos que seja eduquesa e nesse caso é má, mas é boa se for para chatear os professores que acham que podem fazer o que querem nas suas aulas, que isto da liberdade é muito bonita mas é só para os que são charlies e charlies são só pessoas de boas famílias e quem é de boas famílias não é professor, porque é assim que o mundo foi feito e se o mundo foi feito assim é porque Deus ou os mercados o quiseram, numa ambiente de livre concorrência descoberta em idade tardia como os espadas e os seus discípulos na terra como os espadas são discípulos do popper e todos descobriram o popper e o hayek quando foram lá fora a universidades ou livrarias boas onde há liberdade, mas ir lá fora a esses sítios não é para qualquer um porque é só para filhos de família que podem fazer mba’s muito selectivos onde se visitam os pobrezinhos nos seus habitats, aqueles pobrezinhos que só podem aspirar à mobilidade lateral que os leva a professores e não podemos deixar que dêem aulas aos “nossos filhos” em escolas públicas, por isso é que deve existir liberdade de escolha porque nas escolas privadas os professores são seleccionados de forma muito exigente e todos fazem paques e se não fazem paques é como se fizessem porque o senhor director da escola ou o senhor padre ou o padrinho os recomendaram e a liberdade de escolha é mesmo isso e se não é isso é como se fosse e quem discorda é corporativo e arrogante, ó meu merdas de professor do ensino básico armado em doutor como se fosses igual a alguém de um meio favorecido, com duplo e triplo apelido com preposições pelo meio porque preposições pelo meio e copulativas são a marca de quem não é professor, muito menos do básico em escola pública reles e esses só merecem ser achincalhados e que ninguém diga nada em sua defesa porque isso é defender o erro e errar só é humano ser for amigo e governante ou gestor premiado e nesse caso pode fazer toda a porcaria que se safará sempre pois sabe escrever sem erros e tem maneiras à mesa e sabe distinguir os talheres de sobremesa dos talheres do peixe e fazer um windsor na gravata, simples, duplo ou meio.
E prontos! Vistes?
Janeiro 29, 2015
São os do costume (aqui e aqui), fingem que a prova foi aplicada aos professores que estão a leccionar e não a aspirantes que muito poucas aulas deram. Escamoteiam que estes candidatos profissionalizados à docência são o produto dos cursos criados ou certificados pelos seus ídolos no MEC (ou será que não foram, na sua larga maioria, formados já à bolonhesa neste milénio?) e que dificilmente se pode considerar que são os que estão a ensinar “os nossos filhos” nas escolas (que eles indicam ser sempre as públicas, pois não sabemos o que resultaria de uma PACC aplicada no ensino privado).
Eu poderia adjectivar estes senhores, mas eles sabem bem o que penso deles e da sua postura de arrogância pseudo senatorial num caso ou, no outro, de “investigador” que nada fez até ao momento que justifique a atitude de condescendência para com toda uma classe profissional que ele parasita nas suas diatribes.
Os textos que escrevem não ofendem apenas aqueles que fizeram a prova, pois são feitos de modo a lançar publicamente dúvidas sobre todos os professores. É esse o seu objectivo, voluntário, recorrente.
Podem dizer que não e até argumentar que “eu até tenho muitos amigos professores” ou “tenho professores na família”, mas já sabemos que nesses casos são todos bons, excepto uns conhecidos deles da Faculdade que eram idiotas e foram para professores. E também temos sempre aqueles exemplos dos alemães do pós-guerra que até tinham imensos amigos judeus nos anos 30.
É tudo treta, da mais rasteirinha.
Em nenhum momento eu produzi aqui um texto sobre “os (maus) jornalistas” ou “os (maus) investigadores” só por este ou aquele palerma ser um lamentável exemplo para o jornalismo ou a investigação. O chuveirinho de lama que esta gente com rosto produz procura achincalhar todos os professores e, repito, é algo deliberado e nascido de um preconceito de “linhagem” pacóvia como a prova que exaltam e não sei se saberiam fazer.
Quero lá saber se depois tuítam pelas costas ou produzem anátemas nas suas tertúlias sobre mim e a minha “arrogância” como já aconteceu com outras luminárias de alguma comunicação social de “opinião” (as câncios, as rolos duartes, os queriduchos de um lado, os insurgentes e blasfemos do outro). A verdade é que me sinto realmente muito superior, exactamente por ser professor, a esta cambada de desocupados, que vive das conexões e conhecimentos e muito raramente das verdadeiras capacidades ou competências. E não tenho dúvidas que milhares e milhares de professores são imensamente superiores do ponto de vista intelectual e ético a quem sobre eles opina na base do achismo ou da investigação por encomenda.
Porque a melhoria dos resultados dos alunos portugueses é facilmente mensurável, enquanto o declínio de outras actividades é bem evidente.
Janeiro 29, 2015
… mas é uma enorme treta e nem sequer se resolveu com a maior “autonomia” dos directores.
O processo de substituição de professores em situação de atestado é tão tau mau ou pior do que já foi, pois entre a publicitação do horário e o processo de aceitação ou não, se o atestado for de 30 dias, chega o novo professor quando o anterior já está quase de volta.
É estúpido, sim senhor, os principais prejudicados são mesmo os alunos, mas o MEC prefere engalanar-se com chavões destituídos de qualquer substância, porque é difícil ter-se substância quando se desconhece o essencial e se prefere ocupar-se com o acessório.
Gaveta aberta de textos e memórias a pretexto da Educação que vamos tendo. Este blogue discorda ortograficamente. Contacto: guinote@gmail.com
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