… mas em que se sai da escola com uma sensação de difuso incómodo, de quase indefinida irritação, como se o copo se fosse enchendo gota a gota, berraria a berraria nos corredores, má educação a má educação nos pátios, desleixo a desleixo nas aulas.

Em que quem não está faz (mesmo) falta e em que quem está mais valia ir tratar de ficar em condições (por difícil, que isso seja).

Nada de especialmente anormal ou diferente, mas apenas o sensor de enfartamento a dar sinal de ser tempo de algumas coisas deixarem de ser como são, as mesmas rotinas do acomodamento quase geral, assim porque sempre assim foi e não há maneira de as alterar sem fazer ondas estrepitosas.