É vê-los todos, em fileira encarneirada, com o argumento de que depois de exercerem o poder local ficaram a achar que o regional é o maior, do laranja Rio ao rosa Costa, passando pelo independente Moreira.

Portanto, depois da “municipalização” da Educação, Saúde e Segurança Social, deve seguir-se a regionalização do que sobrar.

Como nestas matérias sou assumidamente conservador, arcaico e obsoleto, apenas vejo a unidade nacional a ser esmifrada entre a perda de soberania nas suas funções mais centrais para a União Europeia e a fragmentação dos serviços públicos para municípios e regiões definidas à moda de um mapa do Estado Novo.

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