Economia é tão necessária, mas num País reestruturado

Necessitamos de desenvolver a nossa Economia, de criar empregos, de fazer crescer o País. Precisamos de manter algumas funções essenciais do Estado no Estado, tais como a Assistência Social, a Educação e a Saúde. Precisamos que o Estado com responsabilidade “aguente” e bem, com os nossos impostos, a Segurança interna de Pessoas e bens, e uma verdadeira e funcional Justiça.

Precisamos que o Estado regulamente o que tem que ser melhor regulamentado e fiscalize o que tem que ser fiscalizado. Precisamos que os privados desenvolvam o que de privado deve ser. Mas com regras e não, necessariamente intromissões.

Precisamos de agilizar e não complicar, de desburocratizar. De fazer o que tem que ser feito no momento. Fazer muito e falar pouco. Mas, explicando bem e rápido o que é feito.

Precisamos de ter e desenvolver mais Cultura, para todos. A Cultura, tal como a Educação e a Instrução são-nos essenciais, e estão a ser por demasiado descuradas. Precisamos de viver com qualidade de vida sem ter que ser com grandezas de encher “as vistas” e de pouca utilidade, e essencialmente de nenhuma consistência.

Precisamos de Reformar todas as Instituições Públicas que ainda o não foram, ou se foram não foi da melhor forma.

Precisamos de retirar os eternamente instalados em determinados postos e não criar postos para outros instalar.

Precisamos de ser diferentes. Precisamos de ser melhor, nunca deixando de ser humanos, como não poucas vezes, vem a acontecer.

Precisamos de acabar com jardins e quintais em demasia, excessivamente fechados e por demais protegidos.

Precisamos de mais Educação que não só Instrução. De mais planeamento e programação. De total e exemplar pontualidade.

Para assim, conseguirmos ficar como merecemos, claro que, por “mérito” entre os melhores, para nosso bem- estar. Mas para isso precisamos todos de nos ajudarmos, como um todo, num tempo tão difícil como este em que estamos a viver, mas que só pela diferença entre diferentes que somos, la chegaremos.

Ainda iremos a tempo, se não ficarmos a fazer mais do mesmo.

A. Küttner de Magalhães