Excelente síntese!
A falta de um terreno identitário por parte da classe, ou seja, a fraqueza profissional e a débil representação do seu papel (que exige uma produção intelectual e um controlo autónomo), facilita a colonização por parte de forças externas e com pouca ou nenhuma relação com o aparelho educativo, nomeadamente as escolas, os professores e os alunos do ensino regular obrigatorio.
A ver se eu entendo.
#0
“… os tempos são de fortíssimas limitações a quaisquer liberdades, cada vez mais mitigadas e em desaparecimento acelerado no sistema público de ensino.”
Num sistema de Ensino Público, isto é, pago por todos os contribuintes do país, sendo a colecta feita pelo governo eleito pela maioria dos eleitores (goste-se ou não), quem deve poder ser “livre”?
Os professores deuma determinada escola? Os alunos? Os representantes dos professores ou os seus dirigentes? Os papás dos alunos dessa escola?
E devem ter liberdade para quê? De escolha do que devem ensinar/aprender? De como devem avaliar? E ninguém deve apresentar contas (resultados)? Nem deverá haver ninguém que possa depois responsabilizar quem tomou (livremente) esta ou aquela opção?
Mais (que eu não entendo):
Há um”anarca” (#2) que concorda com isto? Com um sistema de ensino do Estado e ao mesmo tempo Livre?
Vivemos realmente tempos estranhos…
#3,
O que tem a ver a “colecta” dos impostos de “todos nós” (eu incluído, ou não) a ver com o resto?
Será que, sequer, percebeu o texto?
Penso que não.
Como também penso que tem da democracia uma visão muito estreitinha do género… vão lá votar de 4 em 4 anos e calem-se no resto do tempo, porque a “liberdade” é isso.
Ninguém é obrigado a ler o que já escrevi sobre este assunto, com todas as respostas ás suas questões. O livrinho é muito barato (pouco mais de 3 euros) e a FFMS deixou-me escrever em completa liberdade. Mas percebo que não esteja para ler cerca de 100 páginas, umas dezenas delas destinadas a explicar o que não cabe numa página de jornal.
Janeiro 8, 2015 at 7:56 pm
Nem mais!
Janeiro 8, 2015 at 8:12 pm
Excelente síntese!
A falta de um terreno identitário por parte da classe, ou seja, a fraqueza profissional e a débil representação do seu papel (que exige uma produção intelectual e um controlo autónomo), facilita a colonização por parte de forças externas e com pouca ou nenhuma relação com o aparelho educativo, nomeadamente as escolas, os professores e os alunos do ensino regular obrigatorio.
Janeiro 8, 2015 at 11:27 pm
A ver se eu entendo.
#0
“… os tempos são de fortíssimas limitações a quaisquer liberdades, cada vez mais mitigadas e em desaparecimento acelerado no sistema público de ensino.”
Num sistema de Ensino Público, isto é, pago por todos os contribuintes do país, sendo a colecta feita pelo governo eleito pela maioria dos eleitores (goste-se ou não), quem deve poder ser “livre”?
Os professores deuma determinada escola? Os alunos? Os representantes dos professores ou os seus dirigentes? Os papás dos alunos dessa escola?
E devem ter liberdade para quê? De escolha do que devem ensinar/aprender? De como devem avaliar? E ninguém deve apresentar contas (resultados)? Nem deverá haver ninguém que possa depois responsabilizar quem tomou (livremente) esta ou aquela opção?
Mais (que eu não entendo):
Há um”anarca” (#2) que concorda com isto? Com um sistema de ensino do Estado e ao mesmo tempo Livre?
Vivemos realmente tempos estranhos…
Janeiro 9, 2015 at 10:42 am
#3,
O que tem a ver a “colecta” dos impostos de “todos nós” (eu incluído, ou não) a ver com o resto?
Será que, sequer, percebeu o texto?
Penso que não.
Como também penso que tem da democracia uma visão muito estreitinha do género… vão lá votar de 4 em 4 anos e calem-se no resto do tempo, porque a “liberdade” é isso.
Ninguém é obrigado a ler o que já escrevi sobre este assunto, com todas as respostas ás suas questões. O livrinho é muito barato (pouco mais de 3 euros) e a FFMS deixou-me escrever em completa liberdade. Mas percebo que não esteja para ler cerca de 100 páginas, umas dezenas delas destinadas a explicar o que não cabe numa página de jornal.