… também é muito giro.

Enão é a primeira, nem a segunda ou terceira, vez que sublinho o paradoxo dos bem-pensantes que, quando um tipo faz críticas sem nome, nos acusam de dizer generalidades e não concretizar críticas e acusações, mas que quando fazemos tal concretização, meus deuses, que somos uns malandros que andamos a fazer críticas ao homem e à mulher.

Nem de propósito, na Charlie Hebdo praticava-se a crítica pessoal directa da forma mais clara e verrinosa que conheço. Por exemplo, em relação a políticos como o Pasqua ou o Sarkozy os ataques foram constantes e de uma acidez brutal. Mas não apenas com eles.

Se cá se fizesse metade, queria ver como reagiriam muitos dos queridinhos da aristocracia opinativa paroquial.

Excepto quando são el@s a exercer a má criação militante, porque nesse caso é tudo justo e justificado.

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