Serei apenas eu, velha carcaça insensível, a achar que o Pedro Chagas Freitas deve ser o causador de tantas emoções palpitantes quanto cáries duradouras com aquelas prosas melosas e cheias de uma sabedoria tirada das sobras da Crónica Feminina das décadas finais do século passado?

Uma espécie de Pedro Paixão para o novo milénio, mas com muito mais páginas?