• Reportagens sobre emigrantes com muito sucesso nas terras para onde foram, mas que em termos de qualificações e profissão representam menos de 5% dos emigrantes reais.
  • Destaques a empresas inovadoras, desde a tecnologia a mercearias pseudo-gourmet, que raramente vivem mais tempo do que a nossa memória delas.
  • Ideias brilhantes, muito brilhantes, para o novo ano que não dariam para mandar cantar um cego anémico.

Eu percebo a ideia do “puxar pelo lado positivo”, mas isso por vezes confunde-se com aquela ideologia que dá a entender que quem está desempregado ou em situação precária é porque quer ou porque é muito burro.

E são muitos raros os casos em que, um ou dois anos depois, se vai verificar se o sucesso continua (a menos que sejam daquelas empresas inovadoras de alguém amigo, muito amigo, que tem destaques permanentes na imprensa amiga a propósito de tudo e nada).