Quarta-feira, 24 de Dezembro, 2014


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Desconhecia este volume de tipo autobiográfico sobre a infância do autor nos anos 20. Estou a lamber antecipadamente as sinapses.

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Tenho um imenso fraquinho pela foto da capa deste livro. Mais que não seja porque também serviu de capa para um dos melhores álbuns dos anos 80 e um dos meus favoritos de sempre.

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Agora que a Knausgaardmania chegou cá, vou para o 3º paperback da edição inglesa, o mais levezinho até ao momento.

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(continua…)

O tempo está mais para leituras, pelo que o ritmo aqui abrandará ainda mais, divulgando apenas aqueles que fiz para a imprensa escrita, num caso sobre Liberdade e Educação (no I de amanhã, salvo erro) e em outro em forma de balanço de 2014 com olhar para 2015 (no Público, assim exista espaço, porque é mais longo).

Sobre a municipalização, vou guardando os materiais para um seminário a realizar no CNE em Fevereiro próximo.

Bruno de Carvalho decidido a deixar cair Marco Silva

 

Unificar instituições. Reformar o Estado

Por certo serão muitos os exemplos, do que “pensamos” que ainda não foi feito numa tão necessária e verdadeira Reforma do Estado, para não nos bloquearmos única e exclusivamente a reformar – o que também ainda não foi feito – o Estado Social, ou seja, Saúde, Segurança Social e Educação.

A Reforma do Estado implica algo de programado, que faça conseguir-se um Estado encaixado nas despesas e receitas consistentes do País, com equidade e que resista, no mínimo uma década.

Nestes dias de mar revolto, algo que apesar de tudo é norma, mas como temos memória curta parece nunca ter acontecido no Inverno, e não tendo estado e muito menos querer tê-lo feito, especado a ver se as ondas nos arrastam, pode-se em ocasional passagem, confirmar, a existência de “instituições” em demasia, a terem que ser “reformadas”.

Assim, em vez de se proibir – este termo parece estar em desuso – a quem não se sabe “comedir”, a sua presença em lugares de evidente possível risco, há que remediar estragos.

E, o panorama, num País que em demasiadas áreas está a viver no limite da austeridade pela austeridade, foi possível observar e em simultâneo, vários automóveis da PSP, outros tantos da Polícia Municipal e mais outro da Polícia Marítima. Evidentemente que também viaturas do INEM e dos Bombeiros.

E, não parecendo – por certo haveria – estar montado um esquema para coordenar todas estas “instituições”, no mesmo espaço e no mesmo tempo.

Só a nível de Polícias e não se falando aqui e agora em GNR – que é paramilitar, mas tem funções fora das cidades idênticas às das Polícias dentro destas – , talvez não houvesse necessidade de fazer tanto dispersar, tanto diluir meios, pessoas, chefias, viaturas!

E, mesmo que sejamos todos demasiados avessos a mudanças – que somos – a sair dos nossos espaços de conforto, talvez esteja chegado o momento de dar verdadeiros passos e exemplares na Reforma do Estado. Começar, é essencial! Nada está feito, nem verdadeira e consensualmente programado, planeado! Nada!

Claro que explicando, explicando, explicando até à exaustão o objectivo das reformas, os efeitos, e a necessidade de criar um País mais unido, mais viável, com mais equidade, com muitos menos jardins, pelouros, pelourinhos, com, o que de facto é necessário e indispensável, e “encaixado” no que o País pode, como pode e com futuro, e sem ter medo ou a andar a fazer de conta, para não tocar em “intocáveis/instalados”, que o existem em todas as áreas do poder publico, político e afim.

A. Küttner de Magalhães

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(c) Francisco Goulão