Quarta-feira, 24 de Dezembro, 2014
Daily Archive
Dezembro 24, 2014
Dezembro 24, 2014
Desconhecia este volume de tipo autobiográfico sobre a infância do autor nos anos 20. Estou a lamber antecipadamente as sinapses.
Tenho um imenso fraquinho pela foto da capa deste livro. Mais que não seja porque também serviu de capa para um dos melhores álbuns dos anos 80 e um dos meus favoritos de sempre.
Agora que a Knausgaardmania chegou cá, vou para o 3º paperback da edição inglesa, o mais levezinho até ao momento.
(continua…)
Dezembro 24, 2014
O tempo está mais para leituras, pelo que o ritmo aqui abrandará ainda mais, divulgando apenas aqueles que fiz para a imprensa escrita, num caso sobre Liberdade e Educação (no I de amanhã, salvo erro) e em outro em forma de balanço de 2014 com olhar para 2015 (no Público, assim exista espaço, porque é mais longo).
Sobre a municipalização, vou guardando os materiais para um seminário a realizar no CNE em Fevereiro próximo.
Dezembro 24, 2014
Asneira
Posted by Paulo Guinote under Aquilo Que Em Termos Técnicos Se Chama Uma Parvoíce, Fustiga-me Que Eu Gosto, Futebol[8] Comments
Dezembro 24, 2014
Unificar instituições. Reformar o Estado
Por certo serão muitos os exemplos, do que “pensamos” que ainda não foi feito numa tão necessária e verdadeira Reforma do Estado, para não nos bloquearmos única e exclusivamente a reformar – o que também ainda não foi feito – o Estado Social, ou seja, Saúde, Segurança Social e Educação.
A Reforma do Estado implica algo de programado, que faça conseguir-se um Estado encaixado nas despesas e receitas consistentes do País, com equidade e que resista, no mínimo uma década.
Nestes dias de mar revolto, algo que apesar de tudo é norma, mas como temos memória curta parece nunca ter acontecido no Inverno, e não tendo estado e muito menos querer tê-lo feito, especado a ver se as ondas nos arrastam, pode-se em ocasional passagem, confirmar, a existência de “instituições” em demasia, a terem que ser “reformadas”.
Assim, em vez de se proibir – este termo parece estar em desuso – a quem não se sabe “comedir”, a sua presença em lugares de evidente possível risco, há que remediar estragos.
E, o panorama, num País que em demasiadas áreas está a viver no limite da austeridade pela austeridade, foi possível observar e em simultâneo, vários automóveis da PSP, outros tantos da Polícia Municipal e mais outro da Polícia Marítima. Evidentemente que também viaturas do INEM e dos Bombeiros.
E, não parecendo – por certo haveria – estar montado um esquema para coordenar todas estas “instituições”, no mesmo espaço e no mesmo tempo.
Só a nível de Polícias e não se falando aqui e agora em GNR – que é paramilitar, mas tem funções fora das cidades idênticas às das Polícias dentro destas – , talvez não houvesse necessidade de fazer tanto dispersar, tanto diluir meios, pessoas, chefias, viaturas!
E, mesmo que sejamos todos demasiados avessos a mudanças – que somos – a sair dos nossos espaços de conforto, talvez esteja chegado o momento de dar verdadeiros passos e exemplares na Reforma do Estado. Começar, é essencial! Nada está feito, nem verdadeira e consensualmente programado, planeado! Nada!
Claro que explicando, explicando, explicando até à exaustão o objectivo das reformas, os efeitos, e a necessidade de criar um País mais unido, mais viável, com mais equidade, com muitos menos jardins, pelouros, pelourinhos, com, o que de facto é necessário e indispensável, e “encaixado” no que o País pode, como pode e com futuro, e sem ter medo ou a andar a fazer de conta, para não tocar em “intocáveis/instalados”, que o existem em todas as áreas do poder publico, político e afim.
A. Küttner de Magalhães
Dezembro 24, 2014






























