Lenny Kravitz, Stop Dragging Around
Dezembro 19, 2014
Lenny Kravitz, Stop Dragging Around
Dezembro 19, 2014
Dezembro 19, 2014
E acho isso não apenas quando a desdita me cai na sopa, como está a acontecer aos investigadores na sua disputa com a FCT e o MEC.
Eu sei que fica bem mostrar solidariedade e fingir que não me lembro de como a maior parte deles achou que o mecanismo de limitação da avaliação dos professorzecos até era justo ou, no mínimo, que não merecia sequer especial atenção por parte da douta classe a que pertencem.
Pois, mas eu tenho memória e por muito que ache justa a sua causa, seria hipócrita se não relembrasse que a sua solidariedade foi nula quando queimaram uma casa que não era a deles e que achavam ser localizada num bairro pobre, da periferia.
Não perceberam que a seguir iriam em busca de quem se sentia num boulevard de primeira.
Se assim se mata a investigação? Não se matará, mas amputará seriamente, como se amputou o trabalho dos professores não superiores, enquanto muita gente assobiava para o lado, quando não aplaudia o “princípio”.
Sorry.
Luta justa, uma enorme falta de visão e de solidariedade em devido tempo.
Dezembro 19, 2014
Desculpem-me lá, mas estive a desfrutar, desde o final da manhã, as primeiras horas sem aulas ou reuniões, até porque as actualidades do dia são velhas.
A segunda temporada da prova paccóvia decorreu como se esperava que decorresse, ou seja, sem chegar aos destaques da comunicação social online (não vi televisão).
Tudo está num remanso estagnante em que a greve da TAP só confirma a regra, até porque com uma requisição civil daquelas não há sindicatos que aguentem.
Num ano em que o MEC se pode gabar de ter conseguido fazer muita asneira com escassos insucessos (a demissão do SE Grancho foi um epifenómeno), esta quadra deve servir para descansarmos sem vergonhas ou eufemismos – que se lixe a “pausa lectiva” – e para convivermos com aqueles que nos fazem os dias melhores e menos sombrios.
E que tudo mais vá pró Inferno, citando o grande poeta popular Erasmo Carlos.
Dezembro 19, 2014
Começando por referir que acho – por certo erradamente! – que as nossas Forças Armadas deveriam ter a dimensão e os efectivos única e exclusivamente dimensionados às missões integradas na NATO e na União Europeia, e nada mais, e todas as restantes defesas, tais como costa, ar e mar, bem como fiscalizações e controlos internos dos cidadãos, pertencerem a uma Força de Segurança, Polícia, o mais unificada possível, que ainda não é hoje o caso.
Sendo que, cada vez que se ouvem e leem notícias, que evidentemente nossos média, ou a sua maioria, se delicia em explorar até ao limite do quase intolerável, e incluem todo o tipo de desgraças – incêndios no Verão, frio e chuva no Inverno, e por aí adiante. E, quanto às praxes ou rituais ou o que possa ser, universitários, que tantos de nós podemos ver ao vivo e a cores, uma parte ínfima, claro, nas ruas das nossas cidades que tenham ensino universitário, passou-se o limite do admissível.
Nunca é de mais relembrar – só para o fazer! – o miúdo morto em serviço, a tiro o ano passado num evento da Queima do Porto, e que passadas 12 horas, estava esquecido, como se não tivesse acontecido.
Depois lendo ao longo dos tempos, e agora mais intensificado com a morte, ao que parece causada por rituais ou praxes universitárias de uns jovens, sabe-se que fazem exercícios que são dignos de militares – não o sendo, nem devendo ter que os fazer -, que têm uma hierarquia pesadíssima, e que elas e eles, gostam de tudo o que lhes vai sendo feito para no ano seguinte, ou seguintes, replicarem nos outros.
Assim, seria talvez de se repensar o Serviço Militar Obrigatório (SMO), defendido por muitos militares, e estes jovens – universitários ou não – teriam “obrigatoriamente” todos, sem cunhas de exclusão, que o fazer aos 20 anos. Uma recruta e especialidade idênticas à que muitos de nós fizemos antes do 25 de Abril, à séria, sem receberam nada que não a comida e alojamento no quartel, e preparação, por quem a sabe dar, com Ordem e Disciplina, à séria!
Durante esse tempo, temperavam as suas energias, controladas por quem desta “arte” entende, ficariam como uma hipotética reserva para o futuro em caso de necessidade, e não teriam de inventar jogos demasiados perigosos, fora de contexto, que traumatizam uns e chegam a matar outros.
Talvez assim, cada coisa fosse feita no seu tempo e no seu espaço e por quem o sabe fazer.
E a integração de jovens universitários nas suas Universidades por certo tem formas muito mais civilizadas e adequadas, do que o que vem a acontecer há bem mais de uma década, e que se “faz de conta” como em tantas outras situações, neste nosso País, que não acontece!
Haja vontade e coragem de mudar, claro para melhor – vindo de dentro, pelos próprios, e com controlo adequado por quem a nível de Estado, por tal deve ser responsável e responsabilizado – para de uma vez por todas acabar, em definitivo, com o que não deve ser feito, como tem vindo a sê-lo.
Augusto Küttner de Magalhães
Dezembro 19, 2014
Dezembro 19, 2014
a reunião de amanhã
vai ser tida entre conversas
para se ouvir a coisa vã
da acta que ata às avessas
que isto seria assim e assado
eu cá achei agora coiso e tal
é cobrir tudo com cal
mas não me vejam assinado
tlim-tlão por extenso
não se brinca com incenso
o que importa é o consenso
e nada mais havendo
à próxima irei correndo
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