Jack Johnson, No Good With Faces
Dezembro 16, 2014
Jack Johnson, No Good With Faces
Dezembro 16, 2014
Dezembro 16, 2014
Dezembro 16, 2014
A formação da identidade do professor, o sentido da sua profissionalidade, constitui, hoje, uma das grandes preocupações das associações profissionais e sindicais dos docentes, dadas as implicações da actuação profissional na prática social.
Neste contexto, é genericamente aceite que os educadores devem ser profissionais que elaborem com criatividade conhecimentos teóricos e críticos sobre a realidade escola e da comunidade que a envolve e condiciona.
Neste tempo de profunda revolução tecnológica, os professores devem ser vistos como parceiros na transformação da qualidade social da escola, compreendendo isso os contextos históricos, sociais, culturais e organizacionais que fazem parte e interferem na sua actividade docente. Caberia, assim, aos educadores a tarefa de apontar renovados caminhos institucionais face aos novos e constantes desafios do mundo contemporâneo, com competência do conhecimento, com profissionalismo ético e consciência política. Só assim estariam aptos a oferecer novas oportunidades educacionais aos alunos, para que estes alcançassem a construção e a reconstrução de saberes, à luz do pensamento reflexivo e crítico.
A escola, então, desempenharia um papel fundamental em todo o processo de formação de cidadãos aptos para viverem na actual sociedade da informação e do conhecimento. Caberia ao sistema educativo fornecer, a todos, meios para dominar a proliferação de informações, de as seleccionar com espírito crítico, preparando-os para lidarem com uma enorme quantidade de informações que nos chegam, a todo o momento, dentro e fora do espaço escolar.
A importância do papel dos professores, enquanto agentes desta mudança, revela-se fundamental. Eles têm um papel determinante na formação de atitudes, positivas e negativas, face ao processo de ensino – aprendizagem e na criação das condições necessárias para o sucesso da educação formal e da educação permanente, motivando-os para a pesquisa e interpretação da informação e para a elaboração de um espírito crítico. Os aprendentes deveriam, progressivamente, desenvolver a curiosidade pelo mundo que os rodeia, desenvolver a autonomia do pensamento reflexivo e estimular o rigor intelectual, como forma de criar as condições para o “saber aprender a aprender”, pilar fundamental para uma educação ao longo da vida.
Por sua vez, essa educação ao longo da vida deve constituir um direito de todos as pessoas, independentemente da sua idade, habilitações e percurso profissional, à aquisição de saberes e competências que lhes permitam participar na construção contínua do seu desenvolvimento pessoal e profissional, proporcionando-lhes instrumentos para a compreensão das mudanças numa sociedade em rápida evolução, instrumentos para identificar os seus interesses e direitos e desenvolvimento de capacidades para intervir e agir adequadamente. Esse direito pressupõe a disponibilização de condições para a actualização e domínio de novos saberes e tecnologias, a certificação das competências adquiridas por via formal ou informal, nomeadamente as adquiridas ao longo da sua actividade profissional.
Uma estratégia de educação ao longo da vida tem de articular e dar coerência às suas várias vertentes: a formação inicial e a transição da escola para a vida activa; a acreditação e a certificação das competências, formais e informais; a educação e a formação de adultos, ou mesmo a formação permanente nos locais de trabalho.
O cenário educacional contemporâneo mostra, ainda, uma forte tendência: a crescente inserção dos métodos, técnicas e tecnologias de educação à distância num sistema integrado de oferta de ensino superior, permitindo o estabelecimento de cursos com combinação variável de recursos pedagógicos, presenciais e não presenciais, sem que se criem dois sistemas separados. Nesse novo e promissor cenário, o próprio conceito de educação à distância ganha uma dimensão renovada, tornando-se, na verdade, numa educação sem distâncias.
A escola é, ainda, a grande alavanca do desenvolvimento. A sociedade do conhecimento alicerça-se no crescimento do capital humano, na promoção da aprendizagem ao longo da vida.
Infelizmente, a equipa do ME, liderada pela perversa incompetência de Crato, tem levado a escola pública portuguesa a um verdadeiro colapso, em todas as frentes e vertentes, estando as estatísticas internacionais a recolocar-nos em valores que envergonham e nos aproximam dos que conhecemos muitas décadas atrás.
Por isso mesmo, neste pequeno texto, quisemos voltar ao “Eduquês”, tão parodiado pelo actual ministro, mas que manteve viva a alma da escola democrática e o impulso renovador da classe docente.
Classe docente essa que merece o reconhecimento público, por se manter na primeira linha de defesa destes princípios, apesar do achincalhamento a que, diariamente, o ME a sujeita.
Atrofiar a escola e o investimento na educação compromete o futuro, mas também relega para o fim da história aqueles que protagonizam essas políticas.
João Ruivo
ruivo@ipcb.pt
Dezembro 16, 2014
Estamos numa tremenda encruzilhada, que é saber se queremos criar futuro para este País e para todos nós, ou se andaremos em torno dos políticos – todos – a ver se ganham eleições, para se manterem ou regressarem ao Poder, continuando a destruir o pouco que ainda temos.
Se não for feita uma verdadeira Reforma do Estado, que como é patente o não foi com este Governo ainda em vigor, e que teve tudo para o fazer, mas não quis, não vamos lá.
Fazer o que foi feito, que foi adaptar cortes aleatórios e à toa, para de qualquer forma diminuir alguma despesa pública, mas nada de nada, estruturalmente se fez – ou seja pode ser tudo desmanchado, amanhã – deixando o País com todos os problemas que já tinha, e com menos dinheiro individual e coletivamente para viver. É nada!
Se os partidos, que quiserem” salvar” o País da bancarrota não disserem a verdade, mesmo arriscando-se a perder eleições, vamos de facto dar cabo de tudo “isto”.
E não interessa estar a montar esquemas de esquerdas unidas em torno não se entende de quê, se não se souber o que fazer com o País real e com o que podemos produzir, criar valores e distribuir por todos. Não interessa as direitas andarem a achar que salvaram tudo o que os outros que estavam antes haviam destruído, se não for feita a tão necessária, consistente, bem programada e verdadeira Reforma do Estado.
Não interessa os que lá estiveram antes, dizerem que estes não fizeram nada de jeito, se não propuseram “algo de jeito fazer” num País em total declínio.
Claro que se os partidos continuarem a prometer que não vão reformar o Estado – para gloriosamente ganharem eleições e poleiros – que tudo vai ficar na mesma, “isto” rebenta de vez.
Claro que se os partidos que poderem ser governação, não se aliarem, não criarem consensos, não deixarem sempre e só de andar a dizer mal um dos outros, para assim colocarem sempre os “seus”, nos melhores pousos, não vamos lá.
Os partidos políticos, todos, sem qualquer execpção, devem de uma vez por todas ter que entender que o seu fim não é governarem-se, criarem lugares e mordomias para os seus, mas única e simplesmente fazer algo de positivo pelo nosso País, pela nossa população.
Claro que as esquerdas, que se acham senhoras da verdade, se pensam que com discursos ao berros – sempre! – e a dizer, o que não tem conteúdo, estão a gerar equidade, não estão, dado que ariscam a pôr-nos a todos a viver no limiar da pobreza, mas estamos na esquerda.
Os partidos das direitas se acham que com cortes cegos e não estruturados conseguem resolver o problema da divida e do deficit, podem estar certos – estão mas não o querem admitir – que o não vão conseguir. A não ser que matem mais de metade dos actuais reformados e pensionistas, não permitam que haja reformas no futuro superiores ao salario mínimo, que façam quase todos os jovens emigrar, que ponham os doentes sem cuidad0s de saúde, e quando a população nestas condições estiver em metade do que hoje é , e na penúria, conseguiram “qualquer coisa”.
Os que estão entre a esquerda e a direita, sem programas definidos, a achar que se voltarem à governação, fazem melhor do que estes que lá estão a nada de consistente e estável a fazer, não vão, se não souberem, quiserem, conseguirem dizer-nos que vão reestruturar tudo o que não foi, por ninguém, até hoje verdadeiramente reformado.
Andaremos de inverdades em inverdades, para agradar a uns quantos, para eleger outros tantos, para fazer que se faz, que é nada.
Mesmo que se ache que consensos, compromissos, coligações são uma vergonha, mesmo que se ache que dizer a verdade verdadeira não dá jeito, dado o “povo” já estar demasiado deprimido, mesmo que se ache tudo o que se possa achar, para fazer de conta, não vamos lá e iremos todos sucumbir muito rapidamente.
Precisamos de verdades, de vergonha em dizer inverdades, de só prometer o que se pode cumprir, de fazer a tão esperada Reforma do Estado, de lutar pelo País e não – única e exclusivamente – pelos Partidos e pelos que neles veem o seu único futuro. E aí iremos conseguir, tudo o resto será andar de mal a pior!
A. Küttner de Magalhães
Dezembro 16, 2014
(e ao que parece ainda está por saber quanto recebeu o Jacinto Leite Capelo Rego)
Dezembro 16, 2014
Zangam-se os compadres.
Só para confirmar:
Gaveta aberta de textos e memórias a pretexto da Educação que vamos tendo. Este blogue discorda ortograficamente. Contacto: guinote@gmail.com
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